RESUMO:
- A jovem cristã sequestrada no Paquistão é Maria Shahbaz, de 13 anos, levada em julho de 2025 e forçada a se casar.
- O Tribunal Constitucional adiou a audiência do caso porque o acusado não foi intimado, sob alegação de endereço incompleto.
- Ativistas cristãos acusam a polícia de má fé e afirmam que o acusado mora há anos no mesmo endereço.
- O Parlamento Europeu já aprovou resolução sobre o caso, e o Paquistão é o 8º país em perseguição a cristãos, segundo a Portas Abertas.
O caso da jovem cristã sequestrada no Paquistão sofreu um novo revés nesta semana. O Tribunal Constitucional do país adiou a audiência sobre Maria Shahbaz, de 13 anos, depois que a intimação ao acusado não foi entregue por um problema apontado como endereço residencial incompleto, segundo a reportagem do Gospel Mais.
Maria foi sequestrada em julho de 2025, teria sido convertida à força ao islamismo e obrigada a se casar com Sheharyar Ahmad. Desde então, a família luta na Justiça para recuperar a menina, e o adiamento frustrou novamente os pais, que esperam há mais de um ano por uma decisão que devolva a filha.
POR QUE A AUDIÊNCIA DA JOVEM CRISTÃ SEQUESTRADA NO PAQUISTÃO FOI ADIADA?
A audiência faz parte de uma petição de revisão apresentada pelo pai de Maria, Shahbaz Masih. Ele pede ao tribunal que reconsidere uma decisão anterior que permitiu que Ahmad mantivesse a custódia da menina, mesmo diante das denúncias de sequestro, conversão forçada e casamento imposto.
A revisão foi admitida em julho, mas só voltou à pauta em outubro. Quando finalmente seria analisada, veio o adiamento: segundo o tribunal, Ahmad não foi intimado porque o endereço residencial dele estava incompleto nos registros usados para a entrega da notificação oficial.
Para os ativistas que acompanham a jovem cristã sequestrada no Paquistão, a explicação não convence. Samson Salamat, presidente do movimento Rwadari Tehreek, questionou a versão da polícia e afirmou que Ahmad vive no mesmo endereço há anos, pedindo que as autoridades parem de criar obstáculos para a recuperação de Maria.
Safdar Choudhry, presidente do ministério Raah-e-Nijaat, foi além e classificou a alegação de endereço incompleto como mais um ato de má fé da polícia, segundo a reportagem. Asher Safaraz, da organização Christians True Spirit, também manifestou decepção com o adiamento abrupto, já que o grupo esperava ter suas petições consideradas na audiência.
COMO O CASO DA JOVEM CRISTÃ SEQUESTRADA NO PAQUISTÃO GANHOU ATENÇÃO INTERNACIONAL?
O drama de Maria ultrapassou as fronteiras do país. Em julho, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução destacando a situação da jovem cristã sequestrada no Paquistão e pedindo ao governo paquistanês a criação de um mecanismo nacional para receber denúncias de famílias de meninas sequestradas ou convertidas à força.
A pressão internacional se soma ao histórico do país em rankings de perseguição religiosa. Segundo a organização Portas Abertas, citada na reportagem, o Paquistão ocupa a oitava posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, que reúne os países onde os cristãos enfrentam mais perseguição, com discriminação sistêmica e violência de gênero.
Casos como esse mobilizam organizações cristãs em vários países e ajudam a explicar por que a jovem cristã sequestrada no Paquistão virou símbolo de uma causa maior. O Hugo Gospel acompanha a perseguição a cristãos e os conflitos que afetam comunidades de fé, como na cobertura sobre Estados Unidos e Israel e os planos contra o Irã.
O QUE A FAMÍLIA ESPERA AGORA NO CASO DA JOVEM CRISTÃ SEQUESTRADA?
Na prática, a família de Maria precisa que a intimação seja entregue para que a audiência de revisão aconteça. Sem esse passo formal, o processo não anda, e a decisão anterior, que manteve a custódia com o acusado, continua valendo enquanto a jovem cristã sequestrada no Paquistão segue longe dos pais.
Os ativistas pedem que a polícia cumpra seu papel e localize o acusado, em vez de registrar desculpas administrativas. Para eles, cada adiamento prolonga a separação de uma menina de 13 anos da família e reforça a sensação de impunidade em casos de conversão forçada de menores cristãs.
Do lado jurídico, a petição do pai segue viva: admitida em julho e retomada em outubro, ela ainda será julgada quando a intimação for concluída. A expectativa dos defensores é que o tribunal, ao analisar o mérito, reconheça a gravidade das denúncias e determine o retorno de Maria à família.
Enquanto isso, a jovem cristã sequestrada no Paquistão permanece no centro de uma disputa que mistura Justiça lenta, pressão internacional e fé. A família afirma que não vai desistir, e organizações cristãs prometem manter o caso visível até que Maria Shahbaz volte para casa.
Casos de meninas cristãs sequestradas, convertidas e casadas à força são denunciados há anos por organizações de direitos humanos que atuam no país. O caso da jovem cristã sequestrada no Paquistão segue o roteiro descrito pelos ativistas: demora judicial, dificuldade de localizar o acusado e manutenção da custódia longe da família. Para essas entidades, cada adiamento reforça um padrão de impunidade que desestimula novas denúncias. É por isso que a jovem cristã sequestrada no Paquistão virou prioridade para os grupos que cobram do governo um mecanismo nacional de recebimento de denúncias, como pediu o Parlamento Europeu em sua resolução.
A repercussão também alcança igrejas fora do Paquistão, que acompanham o caso em campanhas de oração e pressão diplomática. No Brasil, histórias de perseguição religiosa costumam mobilizar comunidades evangélicas e católicas, que veem em Maria um retrato da vulnerabilidade de minorias cristãs em países onde elas são minoria. Enquanto a audiência não acontece, a jovem cristã sequestrada no Paquistão continua separada dos pais, e a contagem do tempo pesa sobre a família: já passou mais de um ano desde o sequestro, em julho de 2025, sem que a Justiça tenha dado a palavra final sobre o retorno da menina para casa.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução Gospel Mais. Familiares e ativistas cristãos reunidos diante de placa do Tribunal Federal do Paquistão, em foto de baixa resolução que acompanha a cobertura do caso.FONTE: Gospel Mais, reportagem sobre o adiamento da audiência do caso de Maria Shahbaz no Tribunal Constitucional do Paquistão.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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