RESUMO:
- Segundo o The Christian Post, James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota em vídeo publicado nas redes sociais: ele e o jornalista Cam Higby, de 26 anos, respondem a acusações de voto ilegal e roubo de identidade ligadas a uma operação secreta nas primárias de Minnesota, em 11 de agosto.
- A denúncia, segundo a reportagem, acusa os dois de se apresentarem com identidades falsas diante de juízes eleitorais, usando nomes de eleitores registrados daquelas seções. A promotora Mary Moriarty afirmou que os nomes incluíam pessoas já falecidas e uma que já havia votado.
- O’Keefe negou ter cometido qualquer ilegalidade: afirmou que a equipe foi treinada para nunca assinar declaração, nunca pedir nem tocar em uma cédula, e que eles apenas conversavam com os funcionários eleitorais levantando hipóteses. Ele classificou o processo como retaliação pela reportagem sobre a lei de fiança eleitoral.
- A primeira audiência dos dois na Corte Distrital do condado de Hennepin está marcada para 16 de novembro, segundo a reportagem. O’Keefe chamou o processo de um caso marco da Primeira Emenda. É o estágio atual do processo em que James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.
Uma investigação secreta sobre as regras de votação de Minnesota virou processo criminal contra os próprios investigados. Segundo o The Christian Post, James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota negando as imputações e afirmando que o alvo real do processo é a reportagem que ele publicou.
QUAIS SÃO AS ACUSAÇÕES APRESENTADAS CONTRA O’KEEFE E HIGBY?
De acordo com o The Christian Post, O’Keefe e Cam Higby, de 26 anos, enfrentam acusações criminais de voto ilegal e roubo de identidade relacionadas a uma operação secreta na primária de Minnesota, em 11 de agosto. A primeira audiência será na Corte Distrital do condado de Hennepin, em 16 de novembro, segundo a Fox 9 citada pela reportagem.
A denúncia criminal acusa os dois de terem representado falsamente as próprias identidades diante de juízes eleitorais, ao entrarem em vários locais de votação usando nomes de eleitores registrados de Minnesota daquelas seções. A operação testava o sistema conhecido como vouching, em que um eleitor registrado acompanha outra pessoa ao local de votação e assina um juramento confirmando a residência dela na seção.
Nas imagens publicadas pela dupla, os dois aparecem com o que descreveram como trajes muçulmanos e sotaques falsos, apresentando-se como eleitores locais que tentavam avalizar outras pessoas. A promotora do condado de Hennepin, Mary Moriarty, afirmou que os nomes usados incluíam os de minnesotanos já falecidos e o de alguém que já havia votado na primária. Todas as imputações são alegações da acusação, ainda não julgadas, no caso em que James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.
Moriarty anunciou as acusações em entrevista coletiva na quarta-feira e afirmou que a lei de Minnesota proíbe representar intencionalmente a própria identidade de forma falsa ao pedir uma cédula, sustentando que as acusações são apropriadas. É a posição oficial da promotoria no processo em que James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.

POR QUE JAMES O’KEEFE REAGE A ACUSAÇÕES CRIMINAIS EM MINNESOTA CHAMANDO O CASO DE MARCO DA PRIMEIRA EMENDA?
“Minnesota has just charged both myself and fellow journalist Cam Higby with two felony counts in retaliation for our bombshell investigative report on voter vouching laws that we did”, afirmou O’Keefe. Em tradução livre: Minnesota acaba de acusar a mim e ao colega jornalista Cam Higby de dois crimes graves em retaliação pela nossa reportagem investigativa bombástica sobre as leis de fiança eleitoral que fizemos.
O ativista, fundador do O’Keefe Media Group, classificou o caso como um marco da Primeira Emenda, com o direito de dizer a verdade ao poder em jogo, nas palavras dele. O grupo não respondeu de imediato ao pedido de comentário do The Christian Post.
“We conducted training and specifically told each journalist never to sign an affidavit, never to procure a ballot, never to apply for a ballot, or even touch a ballot”, afirmou ele. Em tradução livre: nós fizemos treinamento e dissemos especificamente a cada jornalista para nunca assinar uma declaração, nunca obter uma cédula, nunca pedir uma cédula, nem sequer tocar em uma cédula. Ele disse ainda que os repórteres foram treinados a dizer o nome é, em vez de meu nome é.
“We didn’t apply for a ballot”, acrescentou O’Keefe. Em tradução livre: nós não pedimos uma cédula. Segundo ele, a equipe conversava com os funcionários eleitorais levantando hipóteses, para que os americanos soubessem o que acontecia nas eleições. É a linha de defesa apresentada por ele no episódio em que James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.
O QUE A PROMOTORA ALEGA SOBRE A CONDUTA NOS LOCAIS DE VOTAÇÃO?
Moriarty reconheceu que O’Keefe e Higby podem não ter assinado o juramento entregue antes da assinatura da cédula, mas sustentou que isso não afasta a acusação, porque a lei estadual proíbe representar falsamente a identidade ao pedir uma cédula, segundo a reportagem. Para ela, a dupla entrou nos locais de votação sem propósito legítimo.
A promotora afirmou ainda que não existe investigação secreta dentro do local de votação e que os dois deveriam ter se identificado como jornalistas, o que não fizeram, segundo ela. Moriarty disse também que o caso poderia ter sido acusado mesmo sem a publicação do vídeo, porque juízes eleitorais de várias seções observaram o que ela chamou de comportamento estranho da dupla.
“Free and fair elections are the bedrock of democracy, and their protection is one of our highest priorities”, afirmou Moriarty. Em tradução livre: eleições livres e justas são o alicerce da democracia, e a proteção delas é uma das nossas maiores prioridades. Disputas sobre regras eleitorais americanas são acompanhadas pelo portal em outras frentes, como no caso em que o Departamento de Justiça acusa 18 estrangeiros de voto ilegal. É nesse debate nacional que se insere o processo em que James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.
O próximo capítulo é a audiência de 16 de novembro, no condado de Hennepin. Até lá, acusação e defesa sustentam versões opostas, e nenhuma imputação foi julgada. O registro do The Christian Post é um só: James O’Keefe reage a acusações criminais em Minnesota.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Capitólio Estadual de Minnesota, em Saint Paul, CC BY 2.0, e Centro de Governo do Condado de Hennepin, em Minneapolis, CC BY-SA 2.0)FONTE: The Christian Post, matéria original sobre as acusações criminais contra James O’Keefe e Cam Higby em Minnesota e a resposta dos dois, consultada em 30 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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