RESUMO:
- Segundo o Gospel Mais, uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus na vila de Bhandardigi, distrito de Kanker, em Chhattisgarh: a família de Vikas Salam deixou a casa ancestral depois de um ataque de mais de 150 extremistas hindus, em 21 de setembro.
- De acordo com a reportagem, Salam, de 24 anos, e outros três familiares foram severamente agredidos e precisaram de tratamento hospitalar. Os agressores usaram bastões contra três famílias cristãs, vandalizaram as casas e ameaçaram expulsá-las da vila caso não renunciassem ao cristianismo.
- As três famílias, com 18 pessoas, são descritas como as últimas a manter a fé cristã na vila. Segundo o relato, elas foram convocadas seis vezes pelo chefe da vila e pelo conselho, entre 13 e 20 de setembro, com ameaças de agressão e ostracismo, e perderam o acesso à ração subsidiada pelo governo.
- Salam afirmou que os moradores exigiram o retorno da família ao hinduísmo ou a saída da vila, e declarou que, onde quer que vivam, viverão com Jesus Cristo. É a declaração central do caso em que uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus.
Dezoito pessoas, três famílias e uma exigência repetida por semanas: renunciar a Cristo ou deixar a vila. Segundo o Gospel Mais, uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus depois de resistir a convocações, ameaças e um ataque com mais de 150 pessoas.
COMO FOI O ATAQUE DE 21 DE SETEMBRO NA VILA DE BHANDARDIGI?
De acordo com o Gospel Mais, em 21 de setembro Vikas Salam e outros três membros da família foram severamente agredidos por um grupo de mais de 150 extremistas hindus, na vila de Bhandardigi, no distrito de Kanker. Os ferimentos exigiram tratamento hospitalar, segundo a reportagem.
As agressões foram dirigidas também a mulheres, crianças e idosos, ainda segundo o relato publicado. Os agressores usaram bastões para atacar três famílias cristãs, vandalizaram as casas delas e ameaçaram expulsá-las da vila caso não renunciassem ao cristianismo, de acordo com a matéria.
Salam, de 24 anos, relatou que os moradores exigiram que as famílias retornassem ao hinduísmo ou deixassem a vila. A delegacia local fica a menos de três quilômetros, mas, segundo o relato dele, a polícia não respondeu prontamente aos pedidos de ajuda durante o ataque. É a sequência relatada no episódio em que uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus.
Salam conseguiu contatar o superintendente de polícia do distrito de Kanker, o que, segundo a reportagem, resultou na chegada dos policiais. Mesmo assim, sem evidências gravadas do ataque, a polícia não tomou medidas contra os agressores, apesar das lesões evidentes das vítimas, segundo o relato. Salam, o tio Somji Nureti, o primo Pradeep Uike e o jovem Rohan Nureti foram levados ao hospital. É o desfecho imediato do caso em que uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus.

QUE PRESSÕES AS FAMÍLIAS SOFRERAM ANTES DO ATAQUE?
Segundo o Gospel Mais, as três famílias cristãs, com 18 pessoas, são as últimas a manter a fé na vila, enfrentando oposição crescente nos últimos anos. Salam explicou que, apesar de décadas de campanhas de grupos hindus de direita em Chhattisgarh, que tentam fundir a religião tribal com o hinduísmo, eles permaneceram firmes.
Os cristãos costumavam se reunir para cultos na casa de Salam, mas a oposição os forçou a construir um espaço de oração nas terras agrícolas da família, segundo a reportagem. Mesmo assim, os moradores continuaram a perturbá-los, interrompendo as reuniões em três domingos consecutivos a partir de 6 de setembro.
Entre 13 e 20 de setembro, Salam e a família foram convocados seis vezes para se apresentar ao chefe da vila e ao conselho, onde, segundo o relato, foram ameaçados de agressão e de ostracismo caso não renunciassem a Cristo. Eles também foram proibidos de acessar a ração subsidiada pelo governo, descrita como essencial para a sobrevivência das famílias.
No dia 20 de setembro, um dia antes do ataque, uma multidão interrompeu o culto e pressionou os cristãos a renunciar à fé, segundo a matéria. Salam recusou ceder, e no dia seguinte ocorreu o ataque. A cronologia apresentada pela reportagem mostra uma escalada de pressão ao longo de todo o mês.
POR QUE A FAMÍLIA CRISTÃ NA ÍNDIA PERDE LAR POR RECUSA EM NEGAR JESUS E O QUE ELA DECLAROU?
“Onde quer que vivamos, viveremos com Jesus Cristo. Se não nos permitirem viver nesta vila, viveremos em outro lugar, mas não renunciaremos à nossa fé em Cristo”, declarou Salam, segundo o Gospel Mais. A frase resume a posição que a família manteve em todas as convocações e no dia do ataque.
Salam descreveu a dor das agressões como insuportável e relatou que, após receber analgésicos no hospital, os feridos foram enviados de volta para casa, segundo a reportagem. A casa, porém, já não era um lugar seguro: a família deixou o lar ancestral diante das ameaças de expulsão e de novas agressões.
A perseguição a cristãos em comunidades rurais é acompanhada pelo portal em outras regiões do mundo, como no caso da vila cristã massacrada na Nigéria. Em Chhattisgarh, segundo o relato, o conflito combina religião, pressão do conselho local e controle sobre recursos básicos, como a ração subsidiada. É o contexto completo do caso em que uma família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus.
Até a publicação da reportagem, não havia registro de punição aos agressores nem de retorno seguro das famílias à vila. Todas as informações desta matéria são atribuídas ao Gospel Mais e ao relato de Vikas Salam reproduzido pela publicação. O fato documentado é um só: família cristã na Índia perde lar por recusa em negar Jesus.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (vila de Gurap, na Índia, CC BY 4.0, e igreja anglicana em Kerala, na Índia, CC0)FONTE: Gospel Mais, matéria original sobre a família cristã que deixou o lar na Índia após ataque de extremistas hindus, consultada em 30 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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