RESUMO:
- O laudo confirma como primas morreram no Paraná: segundo a Polícia Civil, Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, foram baleadas dentro de uma caminhonete.
- A conclusão do laudo foi divulgada pela Polícia Civil do Paraná nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, meses depois do desaparecimento das jovens, registrado em abril.
- Segundo o delegado Luís Fernando Alves, Sttela foi atingida por três disparos no banco traseiro e Letycia, por dois tiros na cabeça ao tentar sair do veículo, na versão apresentada pela investigação.
- O principal suspeito apontado pela polícia, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari, e a caminhonete usada naquela noite ainda não foi localizada.
O caso das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida ganhou uma resposta oficial nesta segunda-feira, 19 de outubro de 2026. É nesse contexto que o laudo confirma como primas morreram no Paraná, ao apontar, segundo a Polícia Civil do Paraná (PC-PR), que as duas jovens, ambas de 18 anos, foram mortas a tiros dentro de uma caminhonete depois de saírem para uma festa. A divulgação do laudo é o fato novo de um caso que começou em abril e mobilizou buscas por meses no Noroeste do estado.
Segundo a corporação, os restos mortais só foram identificados cerca de quatro meses depois, por análise dos arcos dentais. A identificação encerrou a espera das famílias pela confirmação oficial. Com o laudo, a polícia apresentou a dinâmica que considera mais provável, sempre como versão da investigação, que segue em andamento.
O QUE O LAUDO CONFIRMA COMO PRIMAS MORRERAM NO PARANÁ?
Segundo o delegado Luís Fernando Alves, responsável pelas informações divulgadas, Sttela estava no banco traseiro da caminhonete quando foi atingida por três disparos. Ainda conforme o delegado, depois de presenciar o ataque contra a prima, Letycia teria tentado escapar do veículo, mas acabou atingida por dois tiros na cabeça. É a partir desse conjunto de elementos que o laudo confirma como primas morreram no Paraná, na avaliação apresentada pela Polícia Civil.
A caminhonete utilizada naquela noite, peça central da reconstrução feita pelos investigadores, ainda não foi localizada, segundo a polícia. A ausência do veículo é um dos pontos ainda em aberto, porque o exame do automóvel poderia confirmar detalhes da dinâmica descrita. Enquanto isso, o laudo confirma como primas morreram no Paraná com base nos elementos já reunidos, como os restos mortais identificados e os registros digitais e de câmeras reunidos ao longo dos meses.
Casos de violência seguem em apuração no país, como mostra a matéria sobre a mãe e o irmão de Oruam presos, publicada pelo Hugo Gospel. No caso das primas, a polícia sustenta que a conclusão do laudo representa o avanço mais importante desde a identificação dos restos mortais.
QUEM É O SUSPEITO APONTADO PELA POLÍCIA E O QUE ACONTECEU COM ELE?
O principal suspeito dos assassinatos, segundo a Polícia Civil, é Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. Conforme a investigação, ele estava acompanhado das jovens na noite em que elas desapareceram. Letycia já conhecia Clayton de encontros anteriores em festas e, segundo a polícia, aceitou sair novamente com ele. O homem era conhecido por Letycia pelo apelido de Davi, de acordo com os depoimentos reunidos pelos investigadores.
Clayton morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari, segundo as informações divulgadas. Na mesma data, conforme a apuração reproduzida pela fonte, restos mortais atribuídos às duas jovens foram encontrados em uma área rural de Paraíso do Norte, no Noroeste do Paraná. A polícia informou ainda que um segundo suspeito, identificado apenas pelo apelido, teria indicado o local onde os corpos poderiam ser encontrados, informação que ajudou a direcionar as buscas na região.
As atribuições de autoria são, até aqui, a versão da Polícia Civil. Com a morte do suspeito apontado, respostas sobre motivação e participação de terceiros dependem das conclusões do inquérito. Enquanto o laudo confirma como primas morreram no Paraná esclarece oficialmente a causa das mortes, a apuração sobre autoria e participação de terceiros corre em paralelo. A atuação das forças de segurança em casos sensíveis também é acompanhada pelo portal em outras coberturas, como a dos três PMs afastados no caso Queimados.
COMO FORAM AS ÚLTIMAS HORAS DAS PRIMAS ANTES DO DESAPARECIMENTO?
A investigação conseguiu reconstruir parte do caminho percorrido por Letycia e Sttela nas horas anteriores ao desaparecimento. Naquela noite, as duas foram vistas deixando Cianorte em uma caminhonete ao lado de Clayton. Segundo o depoimento de uma amiga das primas, o homem havia convidado as duas para participar de uma festa em Porto Rico, um passeio posterior à festa, conhecido como after. A amiga optou por não acompanhá-las, e as duas deixaram a residência de Letycia.
Esse foi o último momento em que Letycia teve conexão com a internet, pois, segundo a polícia, ela não possuía pacote de dados móveis. Poucos minutos depois, às 22h54, imagens de câmeras de segurança registraram a caminhonete entrando em Jussara, município onde Sttela morava com a mãe. A jovem teria entrado em casa para buscar uma mochila, enquanto a mãe não estava no imóvel.
Às 22h55, um minuto depois, Sttela fez uma publicação nas redes sociais e marcou Letycia. A foto mostrava a jovem na caminhonete, segurando uma garrafa de uísque. Na legenda, ela escreveu: “Qual será o nosso destino KKKK”. Depois disso, segundo a reconstrução, o grupo deixou Jussara e seguiu pela rodovia PR-323 em direção a Maringá. Já às 0h16 do dia 21 de abril, Sttela fez sua última publicação nas redes sociais, quando o grupo estava em um trevo entre Presidente Castelo Branco e Nova Esperança. Clayton aparece na imagem, mas só o perfil de Letycia foi marcado.
A partir desses registros digitais e das imagens de segurança, a Polícia Civil avançou na reconstrução dos últimos deslocamentos das jovens. Agora, com a divulgação desta segunda-feira, o laudo confirma como primas morreram no Paraná passa a ser a referência oficial sobre a causa das mortes, enquanto a localização da caminhonete e o encerramento do inquérito seguem como os próximos passos aguardados pelas famílias e pela comunidade da região.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Arquivo Pessoal | InstagramFONTE: Cobertura original: O Segredo; demais fontes: Polícia Civil do Paraná (PC-PR), conforme informações divulgadas pela corporação.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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