RESUMO:
- Segundo a Baptist Press, em reportagem de Diana Chandler, a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin será decidida na cédula de 3 de novembro: a Pergunta 2 propõe uma emenda constitucional que proíbe o estado e os municípios de ordenar o fechamento de locais de culto ou proibir reuniões neles em resposta a um estado de emergência.
- A emenda alteraria o Artigo 1, Seção 18, da Constituição estadual e anularia o Estatuto 252.02, a lei atual que autoriza o departamento de serviços de saúde a fechar escolas e proibir reuniões públicas em escolas, igrejas e outros locais para controlar surtos e epidemias.
- A proposta foi aprovada pela legislatura estadual nas sessões de 2023-2024 e de 2025-2026, em votações majoritariamente partidárias, como resolução apoiada pelos republicanos.
- Entre os apoiadores está a Wisconsin Family Action, cujo presidente, Daniel Degner, lembrou que igrejas foram forçadas a fechar enquanto lojas de bebidas permaneceram abertas. Na oposição, o senador estadual Chris Larson defende que o governo tem a responsabilidade de preservar vidas em emergências. É o embate que define a votação sobre a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin.
A decisão será do eleitor, e a pergunta já tem número e data. Segundo a Baptist Press, a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin aparece na cédula de 3 de novembro como a Pergunta 2, uma emenda constitucional nascida diretamente das restrições impostas aos cultos durante a pandemia de Covid-19 no estado.
O QUE A PERGUNTA 2 PROPÕE SOBRE OS LOCAIS DE CULTO EM WISCONSIN?
De acordo com a Baptist Press, a emenda proposta, nos termos em que foi redigida, proibiria o estado ou qualquer subdivisão política dele de ordenar o fechamento de locais de culto, ou de proibir reuniões nesses locais, em resposta a um estado de emergência, incluindo uma emergência de saúde pública.
A emenda alteraria o Artigo 1, Seção 18, da Constituição estadual, com essa redação expressa para emergências em nível nacional, estadual ou local, incluindo as de saúde pública.
Na prática, a aprovação anularia o Estatuto 252.02, a lei estadual vigente que concede ao departamento de serviços de saúde a autoridade de fechar escolas e proibir reuniões públicas em escolas, igrejas e outros locais com o objetivo de controlar surtos e epidemias. É essa autoridade que a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin retiraria do alcance das autoridades sanitárias.
A pergunta só chegou ao eleitor depois de um rito longo: a legislatura estadual aprovou a medida nas sessões de 2023-2024 e de 2025-2026, em votações majoritariamente partidárias. Cumprido esse requisito, a decisão final sobre a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin passou das mãos dos parlamentares para as urnas de 3 de novembro.

POR QUE LIBERDADE DE IGREJAS EM EMERGÊNCIAS EM WISCONSIN NASCEU DAS RESTRIÇÕES DA PANDEMIA?
O histórico da proposta está na pandemia, segundo a Baptist Press. O governador Tony Evers declarou estado de emergência e, ao lado de outras restrições à comunidade, limitou as reuniões de igrejas a apenas 10 pessoas, em um período em que cultos presenciais foram alvo de regras em todo o país.
Em maio de 2020, a Suprema Corte de Wisconsin tornou as restrições inexequíveis, ao decidir que a administração de Evers não havia seguido os procedimentos adequados ao emiti-las. Em seguida, o condado de Dane editou as próprias ordens, primeiro limitando as reuniões de igrejas a 50 pessoas e, depois, a 25% da capacidade do local.
A legislatura reagiu em 2021 com o projeto Assembly Bill 1, que impediria autoridades de saúde de fechar igrejas e outras casas de culto durante a pandemia, mas Evers vetou a proposta. A sequência de limites, decisões judiciais e veto é a experiência que os defensores da emenda dizem não querer repetir. É dela que nasce a defesa da liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin como regra constitucional, e não como lei comum.
Entre os apoiadores está a Wisconsin Family Action. “In the past we have seen churches be forced to close while liquor stores remained open”, afirmou o presidente da entidade, Daniel Degner, ao promover a emenda. Em tradução livre: no passado, vimos igrejas serem forçadas a fechar enquanto lojas de bebidas permaneciam abertas. Degner completou que o governo extrapola sua autoridade quando impede as igrejas de servir à comunidade enquanto permite que lojas de bebidas lucrem. É o argumento central de quem defende a liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin.
O QUE A OPOSIÇÃO ALEGA E O QUE ACONTECE SE A EMENDA FOR APROVADA?
Quem se opõe à Pergunta 2 aponta a responsabilidade do governo de proteger o público durante emergências, segundo a Baptist Press. O senador estadual Chris Larson, que se opôs à resolução no Senado, afirmou que governantes têm o dever de preservar a vida dos constituintes na medida do possível.
“AJR 10 prevents public health officers from doing their jobs, endangering countless lives in any future pandemic”, afirmou Larson. Em tradução livre: a AJR 10 impede que os agentes de saúde pública façam o seu trabalho, colocando em risco incontáveis vidas em qualquer pandemia futura. O senador também lembrou que a tecnologia de reuniões virtuais evita que governantes precisem impedir grandes encontros presenciais. É a objeção principal ao texto que protege a {D(foco)}.
Se a emenda for aprovada, a proteção entra na Constituição estadual, um patamar mais difícil de alterar do que uma lei comum, e o Estatuto 252.02 perde o efeito sobre os locais de culto. Se for rejeitada, a autoridade atual das autoridades de saúde permanece intacta para futuras emergências. O tema se conecta a outros embates entre poder público e religião acompanhados pelo portal, como no caso em que Vermont é processado por excluir escolas religiosas. Nos dois casos, a fronteira discutida é a mesma, e em Wisconsin ela passa pela liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin.
A palavra final será dos eleitores em 3 de novembro, na votação que encerra um processo iniciado na legislatura e enraizado nas memórias da pandemia: cultos limitados a 10 pessoas, uma decisão da Suprema Corte estadual, limites de condado e um veto do governador. O fato posto na cédula é um só: liberdade de igrejas em emergências em Wisconsin.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Capitólio do Estado de Wisconsin, em Madison, CC BY-SA 4.0, e culto cristão com a congregação reunida, CC BY-SA 4.0)FONTE: Baptist Press, matéria original de Diana Chandler sobre a emenda que protege a liberdade das igrejas de se reunir durante emergências na cédula de Wisconsin, consultada em 30 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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