RESUMO:
- Carla Zambelli cria comunidade paga com contribuição de R$ 50 por mês para apoiadores que quiserem ajudar a custear sua estadia na Itália.
- A ex-deputada deixou o Brasil no ano passado, depois de ser condenada a 10 anos de prisão no caso da invasão de sistemas do CNJ.
- Na Itália, ela chegou a ser presa, foi liberada após a Justiça italiana negar uma extradição e aguarda outro julgamento de extradição.
- Em vídeo, Zambelli alegou que não pode trabalhar porque não consegue abrir conta em banco no país e afirmou estar com os bens bloqueados.
Carla Zambelli cria comunidade paga de R$ 50 mensais para viabilizar sua permanência na Itália, segundo publicação do Portal R7 nesta terça-feira, 3 de novembro de 2026. A ex-deputada federal pelo PL está no país europeu desde o ano passado e é considerada foragida da Justiça brasileira. A comunidade foi anunciada em vídeo divulgado nas redes sociais da própria ex-deputada, como forma de receber contribuições regulares de apoiadores.
A iniciativa expõe a situação financeira que a ex-deputada diz enfrentar fora do Brasil. Sem poder trabalhar, segundo o relato dela, e com os bens bloqueados, também segundo a alegação apresentada no vídeo, Zambelli passou a pedir ajuda mensal de seguidores. O valor escolhido foi de R$ 50 por mês para cada apoiador que decidir fazer parte da comunidade criada por ela na internet.
COMO FUNCIONA A COMUNIDADE EM QUE CARLA ZAMBELLI CRIA COMUNIDADE PAGA?
Pelo anúncio, quem quiser participar deve contribuir com R$ 50 mensais. É com esse dinheiro que a Carla Zambelli cria comunidade paga pretende se manter: a finalidade declarada da comunidade é viabilizar a estadia da ex-deputada na Itália, país onde ela vive desde que deixou o Brasil no ano passado. O anúncio foi feito em vídeo publicado nas redes sociais de Zambelli, no qual ela apresenta a comunidade e explica os motivos do pedido.
No vídeo, a ex-deputada alegou que não pode trabalhar porque não consegue abrir uma conta de banco na Itália. Ela afirmou também estar com os bens bloqueados. As duas afirmações são dela e foram apresentadas como justificativa para a criação da comunidade paga. Não há, na publicação, detalhamento de quantos apoiadores já aderiram nem de quanto a iniciativa pretende arrecadar por mês.

POR QUE CARLA ZAMBELLI ESTÁ NA ITÁLIA?
Zambelli está na Itália desde o ano passado, quando deixou o Brasil depois de ser condenada a 10 anos de prisão. A condenação se refere ao envolvimento dela com a invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, e com a falsificação de documentos oficiais. Como não se apresentou à Justiça brasileira, a ex-deputada é tratada como foragida, e a permanência no exterior virou o centro da vida dela desde então.
Na Itália, ela chegou a ser presa, mas foi liberada depois que a Justiça italiana negou a extradição pedida naquele momento. Agora, Zambelli aguarda um julgamento de extradição relacionado a outra condenação, a do caso da perseguição à mão armada a um jornalista em 2022. Enquanto esse julgamento não ocorre, a Carla Zambelli cria comunidade paga funciona também como uma forma de manter a base de apoiadores mobilizada em torno do nome dela.
O caso de Zambelli se soma a outros movimentos de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro fora do Brasil acompanhados pelo portal, como a análise sobre como Flávio Bolsonaro pode ser afetado pelas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Em comum, os casos envolvem figuras da política brasileira que passaram a viver no exterior enquanto respondem a processos ou a decisões da Justiça do Brasil.
O QUE ACONTECE AGORA COM O CASO DA EX-DEPUTADA?
O ponto central, neste momento, é o julgamento de extradição que Zambelli aguarda na Itália, ligado à condenação pela perseguição armada a um jornalista em 2022. A decisão italiana sobre esse pedido pode definir se a ex-deputada continuará no país europeu ou se será entregue às autoridades brasileiras. Até lá, ela segue em liberdade no país, após ter sido solta quando a extradição anterior foi negada.
Enquanto o processo anda na Justiça italiana, a vida prática da ex-deputada depende, segundo o relato dela, de ajuda externa. É nesse contexto que a Carla Zambelli cria comunidade paga ganha peso político: além de arrecadar recursos, a comunidade mantém um canal direto e permanente com apoiadores, que pagam mensalmente para acompanhar e sustentar a permanência dela fora do Brasil.
A estratégia de financiamento por apoiadores também mostra como figuras públicas com processos na Justiça têm usado comunidades pagas e redes sociais para se manter ativas. No caso de Zambelli, o valor de R$ 50 por mês foi apresentado por ela como contribuição para custear a estadia, diante da alegação de que não consegue trabalhar nem movimentar recursos próprios na Itália neste momento.
Assim, Carla Zambelli cria comunidade paga como mais um capítulo de uma permanência no exterior que já dura desde o ano passado. A ex-deputada segue aguardando o julgamento de extradição ligado ao caso de 2022, e a comunidade anunciada em vídeo passa a ser, segundo a própria Zambelli, o meio encontrado por ela para custear a vida no país europeu enquanto o futuro judicial não é decidido.
No anúncio em vídeo, Carla Zambelli cria comunidade paga como resposta imediata à falta de renda que ela alega enfrentar na Itália. Enquanto Carla Zambelli cria comunidade paga para custear a estadia, o julgamento de extradição ligado ao caso de 2022 segue pendente. E Carla Zambelli cria comunidade paga também como canal permanente de contato com os apoiadores dela.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Foto de capa: Wilfredor, via Wikimedia Commons, licença CC0. Foto do texto: Boaventuravinicius, via Wikimedia Commons, licença CC BY 4.0. Vídeo: publicação do Portal R7 no Instagram.FONTE: Portal R7, publicação de 3 de novembro de 2026 sobre a comunidade paga de Carla Zambelli na Itália, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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