RESUMO:
- Um menino de 4 anos pediu ajuda ao porteiro do prédio onde mora depois que a mãe foi morta pelo companheiro, em São Vicente, no episódio resumido pela frase menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
- Segundo o boletim de ocorrência, a criança chegou à portaria sem camisa e com o corpo sujo de sangue, gesticulando sem conseguir falar, e o porteiro Eder Azevedo encontrou a mãe morta no chão do quarto.
- De acordo com a polícia, Andre Luiz Coimbra Oliveira matou a companheira Nayara Carolina Justino dos Santos, de 38 anos, com uma faca após uma discussão, na madrugada de sexta-feira, 6 de novembro.
- O suspeito foi preso em flagrante, o crime foi registrado como feminicídio e a criança ficou com familiares, com acompanhamento do Conselho Tutelar. É o desfecho inicial do caso em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
Uma criança que ainda não consegue contar o que viveu usou gestos para pedir socorro. Na madrugada de sexta-feira, em São Vicente, na Baixada Santista, o menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio do prédio onde mora com a mãe. O episódio, em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio, é relatado aqui com sobriedade, a partir do boletim de ocorrência e das informações da polícia reproduzidas pela fonte.
COMO O MENINO DE 4 ANOS PEDE AJUDA APÓS FEMINICÍDIO NA PORTARIA?
Segundo o boletim de ocorrência, o menino foi até a portaria do prédio sem camisa e com o corpo sujo de sangue. A criança tentou gesticular, sem conseguir efetivamente falar, para que o porteiro Eder Azevedo o acompanhasse até o apartamento da família.
Os dois caminharam até o apartamento, onde o porteiro encontrou a mãe do menino morta no chão do quarto. A cena descrita no boletim é o ponto de partida de toda a resposta das autoridades ao caso registrado no bairro Parque São Vicente.
Imediatamente, Eder Azevedo pediu ajuda aos demais trabalhadores do prédio para ligar para a Polícia Militar e para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu. Ao mesmo tempo, o porteiro acolheu o menino, que permaneceu sob os cuidados dele até a chegada das equipes.
As autoridades constataram a morte da mulher no local. O menino foi encaminhado para familiares, e a ocorrência passou a ser tratada pela Polícia Civil como um caso de feminicídio, com o companheiro da vítima apontado como autor.
Nenhum detalhe sobre a criança é publicado além do que a própria fonte registra, por respeito à idade dela e à família. É dentro desse limite que se conta a madrugada em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
O QUE A POLÍCIA RELATA SOBRE A MORTE DE NAYARA EM SÃO VICENTE?
De acordo com informações da polícia, André teria matado a companheira, Nayara Carolina Justino dos Santos, de 38 anos, após os dois entrarem em uma discussão. Segundo esse relato, ele golpeou a mulher com uma faca e saiu do local, deixando a criança no apartamento.
Ainda segundo a polícia, o menino estava no próprio quarto no momento da discussão e não presenciou a cena. A informação consta do relato oficial reproduzido pela fonte e ajuda a dimensionar o que a criança viveu naquela madrugada sem transformar suposição em fato.
Pouco tempo depois, uma viatura da Guarda Civil Municipal encontrou o suspeito caminhando sozinho sob a chuva. Segundo a publicação, André fez contato direto com os agentes ao acenar, e os guardas notaram o nervosismo dele durante a abordagem.
O homem respondeu que havia feito uma declaração de reconhecimento do erro ao ser abordado e, na sequência, descreveu a briga com a companheira que terminou em feminicídio. A fala e a dinâmica são atribuídas ao relato policial, exatamente como a fonte as apresenta.
Casos de violência com prisão em flagrante aparecem com frequência no portal, como na matéria sobre o lutador de jiu-jitsu preso no Rio. Desta vez, o centro é uma família de São Vicente, no caso em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.

COMO FICAM A CRIANÇA E O SUSPEITO APÓS A PRISÃO EM FLAGRANTE?
O homem foi preso em flagrante e o crime foi registrado como feminicídio na Delegacia de Polícia de São Vicente. Segundo a fonte, ele permanece à disposição da Justiça, e caberá ao processo apurar as circunstâncias e a responsabilidade pelo crime.
A criança de 4 anos ficou sob os cuidados de familiares. Ainda segundo a publicação, ela seguirá com acompanhamento do Conselho Tutelar, órgão responsável por zelar pelos direitos de crianças e adolescentes em situações de risco e de violência familiar.
O feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em contexto de violência doméstica ou de menosprezo à condição feminina, com pena prevista de forma específica na legislação brasileira. O registro do caso nessa tipificação orienta a investigação desde o primeiro momento.
A reportagem não publica imagem da criança nem qualquer dado que permita identificá-la além do que a fonte já tornou público. Em casos envolvendo menores, a preservação da vítima e da família é parte do dever jornalístico, e não um detalhe opcional.
O que permanece, ao fim da madrugada, é a imagem de um menino que buscou o único adulto ao alcance para pedir socorro. É a medida humana do episódio em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
O porteiro que atendeu ao chamado, acionou a polícia e acolheu a criança ocupa um papel central nessa história. Foi a resposta dele que encurtou o tempo entre o crime e a chegada das autoridades, no caso em que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
A investigação seguirá com a Polícia Civil e o acompanhamento da criança com o Conselho Tutelar. Qualquer desdobramento será registrado a partir de informações oficiais, no processo aberto depois que menino de 4 anos pede ajuda após feminicídio.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Praia dos Milionários, em São Vicente, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (vista de São Vicente, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Instagram @metropoles.sp, publicação original sobre o menino de 4 anos que pediu ajuda após a morte da mãe em São Vicente, consultada em 8 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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