RESUMO:
- A polícia de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, investiga uma denúncia feita pela mãe de uma jovem contra um líder religioso do município, no caso resumido pela frase pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
- Segundo a mãe, os abusos teriam começado dentro de uma igreja evangélica quando a menina tinha 15 anos. Hoje ela tem 18. Todos os fatos desta reportagem são tratados como denúncia em apuração, e não como verdade provada.
- A Delegacia de Defesa da Mulher do município ouve cerca de 20 testemunhas para apurar os fatos e verificar se há outras eventuais vítimas. A vítima não é identificada em nenhum trecho desta cobertura.
- Não consta, no conteúdo consultado, manifestação do pastor Fernando Peres de Sousa nem da igreja sobre a denúncia, e o espaço para a resposta dele está aberto. Vale a presunção de inocência no caso em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
Uma mãe decidiu falar, e a polícia passou a ouvir testemunhas. Em Itaquaquecetuba, o pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia feita por uma família que frequentou as igrejas dele por mais de uma década, segundo o Metrópoles. Esta reportagem trata cada afirmação como o que ela é nesta fase, uma denúncia em apuração, no caso em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
COMO O PASTOR DE ITAQUAQUECETUBA É INVESTIGADO POR DENÚNCIA DA MÃE?
A polícia de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, investiga uma denúncia de abuso sexual feita pela mãe de uma jovem. A jovem teria sido vítima do pastor Fernando Peres de Sousa, de 43 anos, segundo a denúncia registrada e relatada pela publicação.
Segundo a mãe, os abusos teriam começado dentro de uma igreja evangélica, quando a menina tinha 15 anos. Hoje, ela tem 18 anos. A cronologia é a apresentada pela denunciante e está sob verificação da polícia, sem qualquer conclusão até aqui.
Em entrevista ao Metrópoles, a mãe resumiu o sentimento da família com uma frase forte, atribuída a ela nesta reportagem. Ela disse: Era uma menina cheia de planos que ele destruiu, ao falar da filha e do impacto que atribui ao pastor.
A fala é reproduzida como declaração da mãe, e não como constatação desta reportagem. O mesmo cuidado vale para cada episódio citado adiante: são relatos de uma das partes, reunidos em boletim de ocorrência e agora submetidos à apuração policial.
É com essa fronteira explícita entre denúncia e fato provado que se apresenta o caso. Nenhuma linha desta cobertura antecipa culpa no episódio em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
O QUE A MÃE RELATA SOBRE A ROTINA NA IGREJA DESDE 2011?
Segundo a mãe, a família começou a frequentar a igreja evangélica na qual Fernando pregava em 2011. Quando ele fundou a própria igreja, em 2018, a família o seguiu, em uma relação de confiança construída ao longo de anos de convivência religiosa.
De acordo com o boletim de ocorrência, as investidas teriam começado em 2023. A então adolescente estava sentada no altar da igreja quando Fernando teria se aproximado e dado um beijo na boca dela, conforme o registro policial baseado no relato da família.
Depois disso, segundo o boletim, o pastor teria passado a procurá-la por aplicativo de mensagens, com perguntas de cunho íntimo. Ainda segundo o relato da mãe, os abusos ocorriam durante cultos ou atividades da semana e, às vezes, o pastor levava a jovem para a própria casa.
A mãe também acusa o pastor de violência psicológica e cita episódios em que ele teria pedido para fiéis se afastarem de familiares e amigos. Todas essas afirmações são dela, atribuídas nesta reportagem, e integram o conjunto que a polícia está verificando.
Temas de proteção dentro de igrejas aparecem no portal, como na matéria sobre a Compassion International que defende proteção infantil. Desta vez, o foco é uma apuração local, no caso em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.

O QUE A DELEGACIA DA MULHER APURA E QUAL É A SITUAÇÃO DO CASO?
A Delegacia de Defesa da Mulher de Itaquaquecetuba está ouvindo cerca de 20 testemunhas para apurar os fatos. Segundo a publicação, a apuração busca também saber se há outras eventuais vítimas ligadas ao mesmo contexto religioso.
Em agosto, segundo o relato da mãe, a estudante avisou à família que não queria mais frequentar a igreja. Foi a partir dessa recusa, ainda conforme a narrativa da denunciante, que a família passou a conhecer os fatos e a procurar a polícia.
A presunção de inocência é um direito de qualquer investigado: até decisão judicial em contrário, denúncia não é condenação. Esta reportagem registra o princípio de forma expressa porque o caso envolve acusações graves contra uma pessoa identificada pela fonte.
Também se registra, de forma expressa, que a fonte consultada não traz resposta do pastor Fernando Peres de Sousa nem da igreja fundada por ele. O espaço para a manifestação dele está aberto, e esta matéria será atualizada se houver posicionamento público.
Entre a palavra da mãe, o boletim de ocorrência e as 20 testemunhas, a palavra final desta fase cabe à investigação. É o estágio real do inquérito em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
Se a apuração confirmar, arquivar ou ampliar a denúncia, o desdobramento será publicado com a mesma atribuição rigorosa. Até lá, o registro responsável é o da investigação em curso sobre o caso em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
A cobertura se encerra com a proteção de sempre: vítima preservada, denúncia atribuída e defesa aguardada. É esse o tratamento devido ao episódio em que pastor de Itaquaquecetuba é investigado por denúncia.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (fachada de igreja evangélica da Assembleia de Deus, em Joinville, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (Praça Padre João Álvares, em Itaquaquecetuba, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Instagram @metropoles.sp, publicação original sobre a investigação de denúncia contra pastor em Itaquaquecetuba, consultada em 8 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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