RESUMO:
- Pesquisa Quaest divulgada neste domingo, 8 de novembro, mostra que a maioria dos brasileiros reprova a decisão do senador Flávio Bolsonaro de deixar o Brasil, no quadro resumido pela frase Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
- Para 62 por cento dos entrevistados, a ida do senador aos Estados Unidos foi uma decisão errada, enquanto 29 por cento a consideram certa e 9 por cento não souberam ou não responderam. São medidas de percepção, e não fatos sobre a motivação real da saída.
- Entre quem votou em Flávio no segundo turno, 58 por cento consideram a ida acertada, mas 32 por cento não concordam. Entre eleitores de Lula, a rejeição à decisão chega a 89 por cento, segundo a pesquisa.
- Sobre a motivação atribuída pelos entrevistados, 56 por cento dizem que ele deixou o país para fugir da Justiça e 35 por cento acreditam que foi para se proteger de perseguição política. É a leitura dos ouvidos no levantamento em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
A primeira medida nacional de opinião após a saída de Flávio Bolsonaro do país chegou neste domingo com reprovação majoritária. Segundo o levantamento, a Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio Bolsonaro e consideram errada a decisão dele de deixar o Brasil após a derrota eleitoral. Esta reportagem apresenta cada número como percepção medida pela pesquisa, no cenário em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
COMO A QUAEST APONTA QUE 62 POR CENTO REPROVAM FLÁVIO NA PESQUISA?
A maioria dos brasileiros reprova a decisão do senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, de deixar o Brasil após ser derrotado nas eleições presidenciais, mostra pesquisa Quaest divulgada neste domingo, 8 de novembro.
Para 62 por cento dos entrevistados, a ida do senador aos Estados Unidos foi uma decisão errada. Outros 29 por cento consideram a decisão certa, e 9 por cento não souberam ou não responderam à pergunta feita pelo instituto.
Pesquisa de opinião mede o que os entrevistados pensam, e não estabelece, por si só, a motivação real de quem saiu do país. Por isso, esta reportagem não afirma como fato nenhuma das leituras sobre a saída: elas pertencem aos eleitores ouvidos pela Quaest.
Os números foram divulgados pelo R7 e confirmados, com os mesmos percentuais, pela Band Jornalismo no mesmo turno de apuração. A convergência entre as duas publicações reforça o registro dos dados tal como o instituto os apresentou.
O resultado geral desenha uma reprovação ampla, que atravessa até parte do eleitorado do próprio senador. É esse o ponto de partida do levantamento em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
O QUE OS ELEITORES DE FLÁVIO E DE LULA PENSAM DA SAÍDA DO PAÍS?
A decisão de deixar o país é reprovada até mesmo por uma parcela dos eleitores que votaram em Flávio no segundo turno. Embora 58 por cento deles considerem acertada a ida do senador ao exterior, quase um terço, 32 por cento, não concorda com a atitude.
Entre os que votaram em Lula, a rejeição é ampla e chega a 89 por cento. O contraste entre os dois eleitorados mostra como a leitura da saída do país segue, em grande medida, a divisão do próprio segundo turno presidencial.
A Quaest também perguntou sobre a motivação atribuída a Flávio para sair do país. No total, 56 por cento dizem que ele deixou o Brasil para fugir da Justiça, enquanto 35 por cento acreditam que foi para se proteger de perseguição política.
Outros 2 por cento não concordam com nenhuma das duas hipóteses apresentadas, e 7 por cento não sabem ou não quiseram responder. Entre eleitores de Lula, 83 por cento apontam fuga da Justiça; entre eleitores de Flávio, 65 por cento apontam proteção contra perseguição e 29 por cento, fuga da Justiça.
O tema eleitoral aparece com frequência no portal, como na matéria sobre Flávio Bolsonaro que disse que será candidato. Desta vez, o assunto é a percepção posterior à eleição, no levantamento em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.

O QUE A PESQUISA MOSTRA SOBRE URNAS E QUESTIONAMENTO DO RESULTADO?
A exemplo do que fez o pai após a derrota nas eleições de 2022, Flávio Bolsonaro tem questionado o resultado das urnas, segundo a publicação. Essa postura é reprovada por 59 por cento dos entrevistados e aprovada por 34 por cento, de acordo com a Quaest.
A pesquisa mostra ainda que a maioria dos brasileiros rejeita a tese de fraude eleitoral. Para 61 por cento dos eleitores, as eleições brasileiras foram limpas e justas, enquanto 30 por cento acreditam que houve fraude no processo.
Há quatro anos, os percentuais eram de 64 por cento e 29 por cento, respectivamente. A comparação indica estabilidade na confiança majoritária no resultado eleitoral, com uma parcela minoritária e persistente que acredita em fraude, segundo a série do instituto.
Todos esses números descrevem o clima de opinião do país depois da eleição, e não uma decisão judicial ou um fato novo sobre o senador. A distinção é essencial para ler a pesquisa sem transformar percepção em sentença.
Entre reprovação à saída, leituras opostas sobre a motivação e confiança majoritária nas urnas, o retrato é o de um país dividido na avaliação do derrotado. É a síntese do levantamento em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
Novas pesquisas devem medir se a reprovação se mantém com o passar das semanas e com os próximos movimentos do senador. Até lá, vale o registro completo deste domingo, em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio.
A reportagem se encerra com os dados atribuídos ao instituto e às publicações que os divulgaram. É esse o registro fiel da pesquisa em que Quaest aponta que 62 por cento reprovam Flávio a decisão de deixar o Brasil.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Congresso Nacional, em Brasília, CC BY 2.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (votação com urna eletrônica, em Itajubá, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Instagram @portalr7, publicação original sobre a pesquisa Quaest a respeito da saída de Flávio Bolsonaro do Brasil, com números confirmados pela Band Jornalismo, consultada em 8 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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