RESUMO:
- A CNN anunciou a primeira expansão internacional do seu streaming por assinatura, o All Access: lançamento em 20 de outubro no Reino Unido e no Canadá
- Os planos custam £4,99 por mês no Reino Unido e C$7,99 no Canadá, com notícias ao vivo, vídeos sob demanda, séries e filmes originais e acesso ilimitado ao site e ao aplicativo
- A meta do presidente da emissora, Mark Thompson, é montar um negócio digital capaz de gerar mais de US$ 1 bilhão por ano até 2030, para compensar a queda da TV por assinatura tradicional
- A expansão chega uma semana depois de a Skydance concluir a compra da Warner Bros. Discovery, nova dona da CNN, e mira também as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, em 3 de novembro
A CNN vai vender assinatura de streaming fora dos Estados Unidos pela primeira vez. A emissora anunciou nesta terça-feira (13) que o All Access, seu serviço por assinatura, estreia em 20 de outubro no Reino Unido e no Canadá. É a peça central do plano do presidente Mark Thompson para transformar a pioneira da TV a cabo em um negócio digital de mais de US$ 1 bilhão por ano, enquanto o público da televisão tradicional encolhe.
O QUE O ASSINANTE VAI RECEBER?
O pacote reúne a programação ao vivo da CNN, vídeos sob demanda, as séries da CNN Original Series e os filmes da CNN Films, além de acesso ilimitado às reportagens do site e do aplicativo. No Reino Unido, a assinatura custará £4,99 por mês (cerca de US$ 6,60), com plano anual de £49,99 e oferta de lançamento de £37,99 no primeiro ano. No Canadá, serão C$7,99 por mês (cerca de US$ 5,60), C$79,99 no plano anual e C$59,99 na oferta inicial.
Quem já assina o CNN Live no Reino Unido será migrado automaticamente para o All Access, e assinantes elegíveis de TV paga no Canadá poderão acessar o serviço sem custo adicional. O lançamento acontece às vésperas das eleições de meio de mandato americanas, em 3 de novembro, e a emissora promove justamente a cobertura política ao vivo como vitrine para o público internacional. Nos Estados Unidos, o serviço estreou em outubro de 2025, a US$ 6,99 por mês.
POR QUE A CNN ESTÁ APOSTANDO NO STREAMING?
A resposta está na queda da TV por assinatura: cada ano, milhões de americanos e europeus cancelam o cabo, e a receita que sustentou a CNN por quatro décadas encolhe junto. A estratégia de Thompson, que comanda a emissora com a missão de reinventá-la, é construir um negócio de assinaturas digitais capaz de gerar mais de US$ 1 bilhão por ano até 2030. Ao Financial Times, o executivo disse que o All Access está superando as expectativas internas, embora a CNN não divulgue quantos assinantes pagantes conquistou nos Estados Unidos.
Em comunicado, o diretor de operações da CNN Worldwide, Alex MacCallum, afirmou que, após a recepção entusiasmada da oferta nos Estados Unidos, expandir primeiro para o Reino Unido e o Canadá era a prioridade internacional número um da empresa. A emissora planeja chegar a outros países em 2027.
QUAL É O CONTEXTO DA NOVA DONA?
A expansão foi anunciada uma semana depois de a Skydance, de David Ellison, concluir a aquisição da Warner Bros. Discovery, colocando a CNN e a CBS News sob o mesmo guarda-chuva corporativo. O novo grupo prometeu cortar US$ 6 bilhões em custos, e a imprensa especializada americana noticiou ainda que a CNN considera integrar sua programação a plataformas do grupo, como Paramount+ e HBO Max. Fortalecer as receitas digitais, num cenário de mudanças aceleradas no consumo de notícias, virou questão de sobrevivência.
A CNN JÁ TENTOU ISSO ANTES?
Sim, e a lembrança é um alerta: em 2022, a emissora lançou o CNN+, streaming ambicioso que foi encerrado em menos de um mês pela gestão que assumiu após a fusão que criou a Warner Bros. Discovery. A diferença agora, defendem os executivos, é o pacote: em vez de um produto separado, o All Access junta o canal ao vivo, o acervo sob demanda e o paywall do site em uma única assinatura, vendida diretamente ao consumidor que cortou o cabo, mas não quer abrir mão da cobertura ao vivo. Se a aposta vingar fora de casa, o quintal internacional pode virar o futuro da emissora.
CRÉDITOS
IMAGEM E VÍDEO: Sede da CNN em Atlanta, nos Estados Unidos (Foto: Wikimedia Commons, CC BY-SA 2.0, recortada) | Publicação: Reprodução | Instagram @thenews.business
FONTE: Reportagem do TheWrap sobre a expansão internacional do CNN All Access; cobertura da Broadband TV News; publicação do @thenews.business no Instagram
NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
Veja o Hugo Gospel primeiro no Google
Toque no botão abaixo e adicione o Hugo Gospel às suas fontes preferidas. Você passa a ver nossas matérias em destaque no Google Discover e nas principais notícias.
Adicionar às Fontes PreferidasEncontrou algum erro nesta matéria? Sua mensagem ajuda nossa redação a manter tudo correto.
Fique por dentro!
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo gospel e do entretenimento, siga @hugogospell no Instagram.
Seguir HUGO GOSPEL no GoogleAs mais lidas
- 1
REPÓRTER DA JOVEM PAN É ATACADO AO VIVO POR MILITANTES DO PT EM ATO PRÓ-LULA EM SÃO PAULO - 2
LULA LANÇA CARTA ÀS FAMÍLIAS EVANGÉLICAS, FALA EM “PROTEÇÃO DIVINA” E PEDE APOIO AO QUARTO MANDATO - 3
IGREJAS NOS EUA TRANSFORMAM TERRENOS VAZIOS EM MORADIAS POPULARES CONTRA A CRISE IMOBILIÁRIA - 4
CNN LEVA SEU STREAMING PAGO AO REINO UNIDO E AO CANADÁ NA GUERRA CONTRA A QUEDA DA TV A CABO - 5
PEDIRAM PARA A IA APAGAR OS “DEUSES FALSOS” E ELA AFIRMOU: JESUS É O FILHO DE DEUS










