RESUMO:
- A aprovação do presidente Donald Trump segue em 32% a um dia das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
- O índice é o mesmo da semana passada e fica perto da mínima histórica de 31%, registrada em 19 de outubro.
- Entre os independentes, 50% disseram que o voto no Congresso será uma escolha contra Trump, segundo a pesquisa.
- A votação desta terça-feira, 3 de novembro, renova a Câmara e parte do Senado e pode mudar o controle do Congresso.
A pesquisa Reuters Ipsos publicada nesta segunda-feira, 2 de novembro de 2026, mostra que Trump tem aprovação de 32 por cento a um dia das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. O levantamento foi divulgado pelo Metrópoles e ouviu eleitores em todo o país. O resultado mantém o presidente em um patamar baixo de popularidade justamente na véspera da votação que renova a Câmara dos Representantes e parte do Senado americano.
O índice não se moveu em relação à semana anterior, quando o mesmo percentual já havia sido registrado. A estabilidade em nível baixo preocupa os republicanos, que hoje controlam o Congresso. A marca de que Trump tem aprovação de 32 por cento fica perto da mínima histórica do presidente no levantamento. Em 19 de outubro, a aprovação chegou a 31%, o menor número registrado pela série da pesquisa Reuters Ipsos neste ciclo.
POR QUE TRUMP TEM APROVAÇÃO DE 32 POR CENTO NA VÉSPERA DA VOTAÇÃO?

Um dos dados mais observados do levantamento envolve os eleitores independentes, grupo que costuma decidir eleições apertadas. Segundo a pesquisa, 50% dos independentes afirmaram que o voto para o Congresso nesta semana será uma escolha contra Trump. Isso significa que, para metade desse segmento, a eleição funciona como um julgamento do governo. O cenário ajuda a entender o contexto em que Trump tem aprovação de 32 por cento às vésperas do pleito.
Na disputa genérica pelo Congresso, os democratas aparecem à frente. Ao todo, 46% dos entrevistados se disseram inclinados a votar em candidatos do Partido Democrata. Outros 38% preferem o Partido Republicano, o partido do presidente. A diferença de oito pontos é um sinal de alerta para a base governista. A pesquisa ouviu 1.765 eleitores nos Estados Unidos e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O QUE ESTÁ EM JOGO NAS ELEIÇÕES DE MEIO DE MANDATO DESTA TERÇA?
As eleições de meio de mandato acontecem nesta terça-feira, 3 de novembro, e podem mudar os rumos da política interna americana. O Congresso dos Estados Unidos, formado pela Câmara dos Representantes e pelo Senado, está sob controle dos republicanos desde a vitória de Trump em 2024. Se os democratas avançarem, o governo perde o domínio do Legislativo. Nesse ambiente, o dado de que Trump tem aprovação de 32 por cento ganha peso político ainda maior.
Outros levantamentos divulgados nesta segunda reforçam o momento favorável aos democratas. Uma pesquisa do jornal The New York Times mostra o Partido Democrata liderando as intenções de voto em quase todos os sete estados decisivos para o Senado. Com esse desempenho, os democratas podem assumir o controle da Casa. O Senado é decisivo para aprovações de autoridades e para a agenda do governo. Cada estado em disputa pode alterar o equilíbrio de forças em Washington. O pano de fundo é um só: Trump tem aprovação de 32 por cento.
Na Câmara dos Representantes, o cenário também aparece competitivo. Um levantamento da Economist com o YouGov, divulgado no fim de outubro, deu 51,4% de preferência aos democratas entre os eleitores americanos. A Câmara renova todos os seus assentos nas eleições de meio de mandato. Por isso, mesmo uma aprovação presidencial baixa pode ter efeito direto no resultado. Analistas acompanham se o quadro em que Trump tem aprovação de 32 por cento vai se refletir nas urnas nesta terça.
O portal já explicou o cenário da disputa pela Câmara em reportagem anterior. O Hugo Gospel mostrou as chances de os democratas retomarem o controle da Casa e o que isso muda para o governo. A leitura completa o quadro desta véspera de votação. Com o Congresso em jogo, cada ponto de aprovação presidencial passa a ser observado de perto pelas campanhas dos dois partidos nos estados decisivos.
COMO O RESULTADO PODE AFETAR O GOVERNO NOS PRÓXIMOS ANOS?
Se perder uma das Casas do Congresso, o presidente terá de negociar cada projeto com a oposição. A aprovação baixa limita o capital político para defender a agenda do governo. Por outro lado, eleições de meio de mandato costumam punir o partido que está no poder, mesmo com presidentes populares. O teste desta terça vai mostrar o tamanho real desse desgaste. É nesse contexto que o número em que Trump tem aprovação de 32 por cento será julgado pelos eleitores.
A votação ocorre em um país polarizado, com campanhas concentradas nos estados decisivos. Republicanos tentam mobilizar a base fiel ao presidente nas últimas horas. Democratas apostam no voto de protesto dos independentes para virar o Congresso. Os primeiros resultados começam a sair na noite desta terça-feira, no horário americano. O Hugo Gospel acompanha a apuração e os desdobramentos para o Brasil e para o mundo, com atenção aos temas de fé e de política externa. Tudo isso enquanto Trump tem aprovação de 32 por cento.
Para os leitores brasileiros, a eleição americana interessa por seus efeitos na economia, no comércio e nas relações entre os dois países. Um Congresso dividido pode mudar a política externa de Washington nos próximos dois anos. Por isso, a pesquisa desta segunda tem repercussão além das fronteiras americanas. O retrato final é claro: na véspera da decisão, Trump tem aprovação de 32 por cento e enfrenta o julgamento das urnas com o controle do Congresso em risco real.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, foto de Noclip, Wikimedia Commons, domínio público; urna de votação nos Estados Unidos, foto de Joe Hall, Wikimedia Commons, licença CC BY 2.0.FONTE: Metrópoles, publicação de 2 de novembro de 2026 sobre a aprovação de Trump na pesquisa Reuters Ipsos, consultada em 2 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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