RESUMO:
- Segundo a EWTN News, o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte: aos 98 anos, o cardeal albanês Ernest Simoni relatou, em entrevista ao programa EWTN News In Depth exibida em 30 de outubro, como permaneceu firme na fé depois de condenado pelo regime comunista do seu país.
- Em 1963, Simoni foi preso e condenado à morte pelo governo comunista e oficialmente ateu da Albânia depois de celebrar uma missa pela alma do presidente americano John F. Kennedy, assassinado naquele ano. A pena acabou comutada, mas ele foi submetido a prisão e trabalho forçado por quase 30 anos.
- Mesmo sob perseguição, Simoni continuou celebrando a missa diariamente em segredo, segundo a reportagem. Ninguém o denunciou às autoridades comunistas, e ele afirma que, se o regime tivesse descoberto, provavelmente teria sido enforcado. O cardeal atribui a própria sobrevivência somente à graça de Deus.
- Em 2014, o Papa Francisco se comoveu com o testemunho do padre e o criou cardeal em 2016, descrevendo-o como um mártir vivo. É a trajetória de fé por trás do relato em que o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte.
Uma missa por um presidente assassinado quase custou a vida de um padre albanês, que passou quase três décadas entre prisão e trabalho forçado sem abandonar a fé. Segundo a EWTN News, o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte, em uma entrevista na qual pediu orações pelos líderes do mundo.
POR QUE SIMONI FOI CONDENADO À MORTE EM 1963?
De acordo com a EWTN News, Simoni foi preso em 1963, depois de celebrar uma missa pelo repouso da alma do presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, assassinado em Dallas em 22 de novembro daquele ano. O governo da Albânia, comunista e oficialmente ateu, o condenou à morte por praticar a fé católica.
A sentença de morte foi comutada, mas a punição se transformou em quase 30 anos de prisão e trabalho forçado, com torturas, segundo a reportagem. O Partido Comunista tentava erradicar a religião do país, e padres e fiéis viviam sob vigilância e risco permanente de denúncia.
Simoni não fala muito sobre as torturas que sofreu, segundo a EWTN News. Ele relatou ter sido levado ao exército e obrigado a marchar por 16 horas, sem comer nem beber. É o pano de fundo do testemunho em que o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte.

COMO ELE MANTEVE A FÉ NA PRISÃO E NO TRABALHO FORÇADO?
Mesmo preso, Simoni continuou celebrando a missa diariamente em segredo, segundo a reportagem. Muitos conheciam o risco, mas ninguém informou as autoridades comunistas. Ele afirmou que, se o regime tivesse descoberto o que fazia, provavelmente teria sido enforcado, e creditou a sobrevivência apenas à graça de Deus.
“They also took me into the army and had me march, for 16 hours marching, without eating, or drinking, I was dying”, relatou Simoni na entrevista. Em tradução livre: eles também me levaram para o exército e me fizeram marchar, por 16 horas marchando, sem comer nem beber, eu estava morrendo.
“Thank God, he wanted me to be saved. There it was the Hand of God that protected me”, afirmou o cardeal. Em tradução livre: graças a Deus, ele quis que eu fosse salvo; foi a mão de Deus que me protegeu. É a leitura de fé que ele faz da própria história, no relato em que o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte.
POR QUE CARDEAL SIMONI DIZ QUE A FÉ O SUSTENTOU APÓS CONDENAÇÃO À MORTE E O QUE ELE PEDE HOJE?
Simoni afirmou que não guarda ressentimento de quem o perseguiu, segundo a EWTN News. “We are required to pray for every enemy, that God has mercy, to see them all in heaven, because Christ has shed his blood for us all”, disse ele. Em tradução livre: somos chamados a orar por cada inimigo, para que Deus tenha misericórdia, para vê-los todos no céu, porque Cristo derramou o seu sangue por todos nós. É a disposição de perdão de quem viveu o episódio em que o cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte.
Depois da dissolução do Partido do Trabalho da Albânia, em 1991, Simoni foi libertado do trabalho manual, ainda sob vigilância do Estado, segundo a reportagem. Neste ano, ele retornou à prisão onde foi torturado e pôde celebrar uma missa publicamente no local, um gesto impensável nas décadas de perseguição.
Em 2014, o Papa Francisco se comoveu com o testemunho do padre albanês e, em 2016, o incluiu entre os 17 bispos e padres de vários países criados cardeais, descrevendo-o como “a living martyr”. Em tradução livre: um mártir vivo. Testemunhos de fé sob perseguição são acompanhados pelo portal em outras frentes, como na causa dos cinco frades mortos há 430 anos que avançam rumo à santidade no Vaticano.
Simoni viaja por vários países levando o Evangelho e contando a experiência na Albânia comunista, e a visita dele aos Estados Unidos, em novembro, ocorre 63 anos depois do assassinato de Kennedy, segundo a EWTN News. O fato documentado pela reportagem é um só: cardeal Simoni diz que a fé o sustentou após condenação à morte.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (cardeal Ernest Simoni, CC BY-SA 4.0, e retrato oficial do presidente John F. Kennedy na Casa Branca, domínio público, fotos de arquivo)FONTE: EWTN News, matéria original sobre a entrevista do cardeal Ernest Simoni ao EWTN News In Depth, na qual ele relata a condenação à morte e os anos de prisão na Albânia comunista, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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