RESUMO:
- Segundo o Breitbart News, Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América: em entrevista exclusiva ao programa Breitbart News Saturday, o procurador-geral do Texas e candidato republicano ao Senado afirmou que os republicanos não podem tratar a vitória no estado como garantida.
- Paxton disse que a disputa contra o democrata James Talarico está empatada e é a mais difícil de suas 20 campanhas. A votação é na terça-feira, 3, e ele comparou o cenário ao de 2018, quando Beto O’Rourke quase venceu Ted Cruz.
- O candidato relatou uma turnê de ônibus de 15 dias pelo Texas, com Trump e o vice JD Vance. Apontou as áreas rurais e os condados suburbanos de Collin, Denton, Montgomery, Fort Bend e Williamson como peças-chave da mobilização.
- Na economia, Paxton defendeu cortes de impostos para compradores de imóveis, dedução de despesas médicas e a duplicação do crédito fiscal por filho. As acusações dele contra Talarico são atribuídas ao próprio Paxton ao longo da entrevista. É o tom da reta final em que Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América.
A três dias da votação, o Texas virou o centro do mapa republicano. Segundo o Breitbart News, Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América ao descrever um empate técnico contra James Talarico, no apelo por comparecimento em que Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América.
POR QUE KEN PAXTON ALERTA QUE PERDER O TEXAS É PERDER A AMÉRICA?
A entrevista foi concedida ao apresentador Matthew Boyle, chefe da sucursal de Washington do Breitbart, no programa de sábado da emissora parceira SiriusXM. Paxton advertiu que os republicanos não podem presumir a vitória no Texas e ressaltou a importância do comparecimento às urnas.
“I would say we are in a tie ball game. It is a tight race, and if we do not execute, if Republicans do not take this serious, if they sit back and say, ‘Oh, Texas is always Republican,’ this is one of those years you can’t do that”, afirmou Paxton. Em tradução livre: eu diria que estamos em um jogo empatado. É uma disputa apertada, e, se não executarmos, se os republicanos não levarem a sério, se relaxarem achando que o Texas é sempre republicano, este é um daqueles anos em que não dá para fazer isso.
“This is my 20th campaign in my life, and this is the hardest campaign to work through for whatever reasons, for various reasons. But we need to take this seriously”, continuou ele. Em tradução livre: esta é a minha vigésima campanha na vida, e é a mais difícil de conduzir, por vários motivos. Mas precisamos levar isto a sério.
A comparação histórica escolhida por ele foi a de 2018, quando o democrata Beto O’Rourke perdeu por pouco a disputa pelo Senado contra o republicano Ted Cruz. Para Paxton, os dois ciclos têm dificuldade parecida, ligada em parte a níveis diferentes de entusiasmo do eleitorado, e a chave é motivar os próprios eleitores a sair de casa. É o argumento central do alerta em que Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América.

COMO ESTÁ A DISPUTA CONTRA JAMES TALARICO NA RETA FINAL?
Paxton afirmou ter passado os últimos 15 dias em uma turnê de ônibus pelo Texas, com eventos que incluíram Trump e JD Vance, relatou o Breitbart. Segundo ele, as áreas rurais são enormes para a campanha, com destaque para o oeste e o leste do estado.
Entre os condados suburbanos, ele citou Collin, Denton, Montgomery, Fort Bend e Williamson como os lugares-chave para o comparecimento republicano. Na avaliação dele, o maior desafio tem sido transformar simpatizantes em votos efetivos na reta final.
Perto do encerramento da entrevista, Paxton voltou à metáfora do futebol americano: disse que o jogo está empatado, que o time dele está com a bola e que vencerá se executar bem, nas palavras dele.
“And if we lose Texas, we lose America”, concluiu ele. Em tradução livre: e, se perdermos o Texas, perdemos a América. Antes, ele pediu aos ouvintes que levassem família e amigos para votar, porque, segundo ele, a luta é para salvar o estado e o país.
O QUE PAXTON PROMETE NA ECONOMIA E O QUE ACUSA O ADVERSÁRIO DE ESCONDER?
Nas propostas econômicas, Paxton colocou o custo de vida como prioridade e citou cortes de impostos para quem compra a primeira ou a segunda casa, dedução de despesas médicas e a duplicação do crédito fiscal por filho. “We’re not talking about handouts. We’re talking about letting people keep more of their money”, afirmou. Em tradução livre: não estamos falando de esmolas. Estamos falando de deixar as pessoas ficarem com mais do próprio dinheiro. É a plataforma apresentada na campanha em que Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América.
As críticas ao adversário são acusações do próprio Paxton, registradas como tal pelo Breitbart. Segundo ele, Talarico reverteu posições anteriores sobre petróleo e gás, segurança de fronteira, aplicação da lei, temas trans e esporte feminino para agradar ao eleitor da eleição geral, mudando, nas palavras de Paxton, 180 graus em direção às posições do republicano.
Paxton acusou ainda a campanha democrata de desqualificar gravações autênticas de falas antigas de Talarico como se fossem conteúdo gerado por inteligência artificial, quando, segundo ele, todos os trechos são reais. Ele também criticou, como alegação própria, posições que atribui ao adversário sobre um imposto de renda estadual, o setor pecuário e a produção de petróleo e gás.
O republicano criticou também o uso de mensagens religiosas por Talarico, afirmando que as declarações que atribui ao democrata sobre cristianismo, gênero e a exibição dos Dez Mandamentos em escolas públicas não seriam cristãs, na avaliação dele. A mobilização pelo comparecimento aparece em outras frentes do portal, como o apelo registrado na matéria em que Tim Scott chama democratas de força sombria. O fato documentado pelo Breitbart News é um só: Ken Paxton alerta que perder o Texas é perder a América.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Ken Paxton, CC BY-SA 4.0, e Capitólio do Texas, em Austin, CC BY 3.0, fotos de arquivo)FONTE: Breitbart News, matéria original sobre a entrevista exclusiva de Ken Paxton ao Breitbart News Saturday na reta final da disputa pelo Senado no Texas, consultada em 1 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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