RESUMO:
- Uma missa em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, terminou em polêmica nesta semana. É a celebração em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa, segundo a Contigo, no episódio em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa e parte dos fiéis deixou o templo.
- O sacerdote é o padre Dioclécio Ribeiro da Silva, da Paróquia Nossa Senhora da Piedade. Durante a celebração, ele também revelou ter votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Segundo o religioso, a escolha nas urnas não significava apoio irrestrito ao presidente. Ele afirmou ter optado pelo candidato que considerava o “menos pior” entre as alternativas disponíveis.
- Um vídeo do episódio circulou nas redes sociais. Até a publicação da reportagem original, não havia informações sobre um pronunciamento oficial da paróquia sobre a repercussão das declarações.
Uma celebração religiosa virou debate político em Mogi das Cruzes. Durante a missa na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, o padre Dioclécio Ribeiro da Silva fez declarações políticas, revelou o próprio voto e criticou o bolsonarismo diante dos fiéis. É o episódio em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa, segundo a Contigo, em uma fala em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa como parte de um discurso sobre fé e política.
O QUE O PADRE DIOCLECIO DISSE DURANTE A MISSA?
Segundo a Contigo, a missa foi realizada na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, nesta semana. Durante a celebração, o padre Dioclécio Ribeiro da Silva revelou ter votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
Ao comentar as próprias preferências políticas, o sacerdote afirmou que a escolha nas urnas não significava apoio irrestrito ao presidente. Segundo ele, a decisão foi baseada na avaliação das alternativas disponíveis, tendo optado pelo candidato que considerava o “menos pior”.
Em outro momento do discurso, Dioclécio classificou o bolsonarismo como uma seita, declaração que gerou desconforto entre parte dos participantes da missa, segundo a reportagem.
O religioso também defendeu que a Igreja não deve ser confundida com disputas partidárias, ressaltando a necessidade de separar a prática da fé das divergências políticas.
As duas frentes da fala, o voto revelado e a crítica ao movimento político, formam o centro do episódio. É a celebração registrada pela Contigo como aquela em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa.
A celebração reunia a comunidade da paróquia em um momento ordinário da vida religiosa local, o que ajuda a explicar o impacto das declarações. Quando um posicionamento eleitoral entra na homilia, ele alcança fiéis de posições opostas ao mesmo tempo, sentados nos mesmos bancos, e a reação tende a ser imediata, como de fato aconteceu nesta semana em Mogi das Cruzes, segundo os relatos reunidos pela reportagem.
COMO OS FIÉIS REAGIRAM ÀS DECLARAÇÕES?
As manifestações não foram bem recebidas por todos os presentes. De acordo com informações divulgadas por veículos locais e citadas pela Contigo, alguns fiéis começaram a deixar a igreja enquanto o padre ainda discursava.
Enquanto o padre expunha o posicionamento, parte dos participantes demonstrou insatisfação. Segundo os relatos, algumas pessoas optaram por se retirar do templo antes do encerramento da celebração.
A situação ganhou repercussão após a circulação de um vídeo nas redes sociais mostrando o episódio. As imagens e os relatos sobre a celebração chamaram atenção para o desentendimento provocado pelas opiniões políticas manifestadas pelo sacerdote.
O portal acompanha a tensão entre púlpito e política, como na matéria em que um pregador alerta igrejas sobre liderança e doutrina. Desta vez, o episódio foi em uma paróquia católica, na missa em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa.
Até a publicação da reportagem original, não havia informações sobre um eventual pronunciamento oficial da paróquia a respeito da repercussão das declarações do sacerdote.

PADRE CHAMA BOLSONARISMO DE SEITA EM MISSA: POR QUE O EPISÓDIO ALIMENTA O DEBATE SOBRE FÉ E POLÍTICA?
O episódio voltou a colocar em discussão a presença de manifestações político-partidárias em ambientes religiosos, especialmente quando envolvem posicionamentos sobre lideranças e movimentos que dividem opiniões entre os fiéis, como registrou a Contigo.
De um lado, o próprio padre apresentou um argumento de separação: segundo ele, a Igreja não deve ser confundida com disputas partidárias, e a prática da fé precisa ser diferenciada das divergências políticas.
De outro, a reação de parte dos presentes mostrou o limite prático desse debate dentro do templo. Fiéis que saíram durante a fala indicaram, com o gesto, que não esperavam uma manifestação eleitoral no meio da celebração.
O vídeo nas redes sociais ampliou o alcance do episódio para além da paróquia. O que era uma fala diante de uma comunidade local passou a circular como mais um caso nacional da fronteira entre púlpito e campanha.
O caso também expõe um dilema recorrente para lideranças religiosas no Brasil: falar ou não falar de política diante de comunidades divididas. A fala do padre partiu de uma avaliação pessoal de voto, mas foi recebida por parte dos fiéis como posicionamento partidário dentro da celebração, e é essa diferença de leitura que ajuda a explicar a saída de parte do público antes do encerramento da missa.
O portal registra o episódio com as atribuições da fonte, em tom sóbrio e sem tomar partido. Em Mogi das Cruzes, a missa desta semana ficou marcada como aquela em que o Padre chama bolsonarismo de seita em missa.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Contigo (padre Dioclécio Ribeiro da Silva durante a missa, em frame de vídeo das redes sociais) e Wikimedia Commons (fiéis durante missa católica, CC0, foto de arquivo)FONTE: Contigo, matéria original sobre as declarações do padre Dioclécio Ribeiro da Silva durante missa em Mogi das Cruzes, consultada em 6 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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