RESUMO:
- Michael W. Smith, de 68 anos, alertou em entrevista ao Christian Post que o louvor moderno não pode se tornar “movido a celebridades”
- O cantor disse que as redes sociais deixaram o louvor “um pouco focado em mim” e que talvez “perdemos a reverência”
- Uma frase do líder de louvor Michael Olson o marcou há anos: “O Senhor não divide Sua glória com ninguém”
- Com mais de 15 milhões de álbuns vendidos, 4 Grammys e 45 Dove Awards, Smith ora por humildade antes de cada apresentação
Um dos maiores nomes da música cristã mundial fez um alerta direto aos líderes de louvor da nova geração. Aos 68 anos e com mais de quatro décadas de carreira, Michael W. Smith disse em entrevista ao Christian Post que o louvor moderno corre o risco de se tornar “movido a celebridades”, com mais foco nas personalidades do que em Deus, como destacou a publicação que repercutiu o caso no Instagram.
O QUE MICHAEL W. SMITH DISSE SOBRE O LOUVOR MODERNO?
“Acho que precisamos ter cuidado para que isso não seja movido a celebridades”, declarou o cantor. “Todos podemos dizer: ‘bem, estamos fazendo tudo para Ele’. Mas você olha as redes sociais e está um pouco focado em mim.” Segundo Smith, o louvor moderno talvez tenha “perdido a reverência”. Ele fez questão de dizer que não está “jogando ninguém embaixo do ônibus”: o alerta vem de quem conhece por experiência própria como os aplausos podem distorcer até as intenções mais sinceras.
QUAL FRASE MARCOU MICHAEL W. SMITH SOBRE A GLÓRIA DE DEUS?
Há alguns anos, o amigo e líder de louvor Michael Olson lhe disse uma frase que ele nunca esqueceu: “O Senhor não divide Sua glória com ninguém.” “Essas palavras meio que me tiraram o fôlego”, contou Smith. “Foi confrontador, honestamente, e ele estava certo.” Para o cantor, o papel de quem lidera o louvor é claro: “Não devemos ser uma celebridade. Devemos meio que desaparecer, honestamente, e nosso objetivo é mudar a atmosfera e permitir que Deus encontre as pessoas. Esse é o nosso trabalho.”

COMO MICHAEL W. SMITH SE PREPARA ANTES DE SUBIR AO PALCO?
Antes de cada apresentação, Smith faz uma oração específica: “Senhor, revista-me de humildade. Que minha postura seja bonita diante de Ti.” Com mais de 15 milhões de álbuns vendidos, mais de 36 músicas em primeiro lugar, quatro prêmios Grammy e mais de 45 Dove Awards, o cantor de sucessos como “Place in This World”, “Friends” e “Agnus Dei” diz ter aprendido como o aplauso pode virar distração. As declarações foram dadas antes do lançamento do filme “House of Worship”, exibido em mais de 400 cinemas. Smith também disse enxergar na nova geração uma fome espiritual que lembra o Jesus Movement das décadas de 1960 e 1970, que marcou sua própria adolescência: jovens adorando, chorando e respondendo abertamente ao Evangelho. A mensagem final resume o chamado: o ministério nunca foi para tornar nomes famosos, mas para tornar Jesus conhecido. Como diz o texto de João 3:30: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua.”
CRÉDITOS DE IMAGENS E VÍDEO: Reprodução | Crosswalk | Charisma – As imagens podem conter tratamento ou composição por Inteligência Artificial. (Edição – Hugo Gospel).
FONTES DA MATÉRIA: Instagram @faithcomedy, Christian Post, Crosswalk.
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