RESUMO:
- Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado a partir de fevereiro de 2027. Segundo o Diário do Poder, o deputado do PL divulgou o posicionamento nas redes sociais e defendeu a escolha do senador do Rio Grande do Norte para comandar a Casa Legislativa no próximo biênio.
- A manifestação ocorre em meio às articulações para definir quem comandará o Senado a partir de fevereiro de 2027. A disputa também envolve o atual presidente, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, que busca permanecer no posto, em uma eleição prevista para 1º de fevereiro de 2027.
- O PL marcou uma reunião para 4 de novembro com parlamentares para discutir a estratégia da legenda e os próximos passos nas articulações pelo comando das Casas Legislativas. Com 28 senadores, o partido possui a maior bancada do Senado e ocupa posição relevante nas negociações, embora a definição dependa dos votos dos parlamentares.
- Rogério Marinho ganhou projeção nacional ao coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, e integra o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração amplia o apoio público à candidatura dele, no movimento em que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado e a direita articula uma candidatura competitiva contra Alcolumbre.
A disputa pelo comando do Senado ganhou um endosso público de peso dentro do bolsonarismo. Segundo o Diário do Poder, Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado, em declaração nas redes sociais que reforça a candidatura do senador do PL do Rio Grande do Norte contra a permanência de Davi Alcolumbre na presidência da Casa.
POR QUE CARLOS BOLSONARO APOIA ROGÉRIO MARINHO PARA PRESIDIR O SENADO NA DISPUTA DE 2027?
O deputado do PL divulgou o posicionamento nas redes sociais e defendeu a escolha de Marinho para o cargo. A manifestação não é um gesto isolado: ela ocorre em meio às articulações para definir quem comandará o Senado a partir de fevereiro de 2027, e transforma uma preferência interna em compromisso público, no ato em que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado.
Apoios públicos têm função prática: sinalizam aos indecisos qual é o nome do grupo, reduzem a dispersão de candidaturas da oposição e aumentam o custo de acordos alternativos. Ao se declarar agora, Carlos consolida Marinho como o nome da direita antes da reunião estratégica do partido.
Marinho reúne credenciais que o grupo valoriza: ganhou projeção nacional ao coordenar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e integra o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A lealdade ao núcleo bolsonarista é o ativo central da candidatura que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado, em uma Casa onde alianças pessoais pesam tanto quanto programas.
A declaração também amplia a visibilidade do senador fora do Congresso: com o endosso de um dos filhos mais ativos do ex-presidente nas redes, a candidatura passa a ser tratada como fato nacional, etapa necessária para quem pretende presidir o Senado, como busca o movimento em que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado.

QUEM SÃO OS NOMES NA DISPUTA PELO COMANDO DO SENADO FEDERAL?
Do outro lado está o atual presidente, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, que busca permanecer no posto. A permanência de um presidente no comando costuma partir da vantagem de quem já controla a pauta, as comissões e as negociações de rotina com o governo e com os líderes partidários, recursos que pesam em qualquer eleição interna.
A presidência do Senado define a pauta de votações, o andamento de projetos e de pedidos de impeachment de ministros do Supremo, comanda sabatinas e ocupa lugar na linha de sucessão presidencial. É esse poder que explica a intensidade das articulações meses antes da votação.
O PL chega à disputa com a maior bancada da Casa, de 28 senadores, posição relevante nas negociações. Ter o maior bloco, porém, não decide sozinho: a eleição do presidente exige maioria dos votos dos senadores presentes, e a definição dependerá de acordos com partidos de centro e com bancadas menores, aritmética que o grupo de Marinho tenta montar desde já, no tabuleiro em que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado.
As movimentações pelo Senado aparecem no portal em outras frentes da mesma temporada, como na sinalização de Tereza Cristina de candidatura ao Senado, que mostra lideranças se posicionando cedo para as disputas da Casa. Em anos de rearranjo de forças, quem se declara primeiro costuma ditar o ritmo das negociações seguintes.
QUANDO O PL DEFINE A ESTRATÉGIA PARA A ELEIÇÃO DE FEVEREIRO DE 2027?
O PL marcou uma reunião para 4 de novembro com parlamentares para discutir a estratégia da legenda e definir os próximos passos nas articulações pelo comando das Casas Legislativas, no plural: a disputa inclui também a Câmara dos Deputados. O encontro deve medir o tamanho real do apoio a Marinho e o desenho das alianças necessárias, na sequência do anúncio de que Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado.
A eleição para a presidência do Senado está prevista para 1º de fevereiro de 2027, na abertura do ano legislativo. Até lá, as articulações continuam, com negociações entre partidos, concessões em comissões e relatorias e promessas de espaço na mesa diretora, a moeda tradicional desse tipo de eleição.
Para a oposição, vencer o Senado significa controlar a pauta de uma Casa e ampliar a pressão sobre o governo e o Supremo. Para Alcolumbre, a permanência consolida o grupo que hoje comanda a Casa. É esse contraste que dá peso nacional à declaração.
A declaração de Carlos Bolsonaro amplia o apoio público à candidatura de Marinho e fortalece a movimentação dele dentro da oposição, segundo a fonte. Com o endosso público feito e a reunião do PL marcada, a candidatura deixa o terreno dos rumores e entra no calendário oficial da disputa pelo Senado.
Nos próximos meses, cada novo apoio declarado funcionará como termômetro da candidatura. Se o bloco crescer além do PL, Marinho chega a fevereiro competitivo contra um presidente em exercício; se ficar restrito ao partido, a negociação com o centro definirá o resultado. Por ora, o fato concreto é um só: Carlos Bolsonaro apoia Rogério Marinho para presidir o Senado.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Carlos Bolsonaro em encontro Brasil e Rússia em 2022, CC BY 2.0, e senador Rogério Marinho no Senado Federal, CC BY 2.0)FONTE: Diário do Poder, matéria original sobre a declaração de apoio de Carlos Bolsonaro à candidatura de Rogério Marinho à presidência do Senado, consultada em 29 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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