RESUMO:
- Segundo a Breitbart News, com informações da agência AFP, a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres: a Polícia Metropolitana informou neste domingo que 325 pessoas foram presas no sábado em um ato de apoio ao Palestine Action, grupo proibido pelo governo do Reino Unido.
- De acordo com a polícia londrina, a imensa maioria das prisões, 320, foi por expressar apoio a uma organização proscrita sob a Lei do Terrorismo, o Terrorism Act. Os manifestantes fizeram uma ação em massa em frente à embaixada dos Estados Unidos na capital britânica.
- O protesto ocorreu dias antes de a Suprema Corte britânica iniciar, na quarta-feira, dois dias de audiência sobre o recurso contra a decisão do governo, de julho de 2025, de banir o Palestine Action pela legislação antiterrorismo. Apoiar o grupo virou crime com pena de até 14 anos de prisão, segundo a reportagem.
- Segundo ativistas e contagens da polícia citados pela reportagem, mais de 4 mil pessoas já foram presas por demonstrar apoio ao grupo desde a proibição, entre elas muitos idosos e sobreviventes do Holocausto. Os presos do sábado são detidos, não condenados. É o balanço oficial do dia em que a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.
O protesto foi anunciado como uma ação em massa e terminou com centenas de detenções em frente à embaixada americana. Segundo a Breitbart News, a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres no sábado, na véspera de uma semana decisiva para o futuro legal do grupo, o desfecho relatado pelas autoridades no ato em que a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.
COMO A POLÍCIA BRITÂNICA PRENDE 325 EM PROTESTO EM LONDRES?
A Polícia Metropolitana de Londres informou neste domingo, em atualização sobre o ato do dia anterior, o número total de detenções feitas durante o protesto de apoio ao Palestine Action. “In total, 325 people were arrested yesterday”, declarou a corporação. Em tradução livre: no total, 325 pessoas foram presas ontem.
“The vast majority of arrests, 320, were for expressing support for a proscribed organisation under the Terrorism Act”, acrescentou a polícia. Em tradução livre: a imensa maioria das prisões, 320, foi por expressar apoio a uma organização proscrita sob a Lei do Terrorismo. A reportagem não detalhou os motivos das outras cinco prisões.
Os manifestantes realizaram o que a reportagem descreve como uma ação em massa em frente à embaixada dos Estados Unidos em Londres. O ato reuniu apoiadores do Palestine Action que exibiam apoio público ao grupo, conduta que a legislação britânica passou a tratar como crime depois da proibição de julho de 2025.
Um grupo menor de manifestantes também se reuniu no sábado em frente ao consulado dos Estados Unidos em Edimburgo, capital da Escócia, mas nenhuma prisão foi feita naquele momento, segundo a reportagem. É o mapa dos atos do fim de semana em que a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.

O QUE A LEI BRITÂNICA DIZ SOBRE APOIAR O PALESTINE ACTION?
A designação britânica colocou o Palestine Action em uma lista de organizações banidas que inclui também entidades como os militantes palestinos do Hamas, relata a Breitbart. Com isso, ser membro do grupo ou expressar apoio a ele passou a ser crime, punível com até 14 anos de prisão, segundo a reportagem.
Os Estados Unidos também designaram o Palestine Action como terrorista em agosto, em meio à intensificação, pelo governo do presidente Donald Trump, da campanha contra movimentos de esquerda, registra a publicação. A medida americana e a britânica formam o pano de fundo internacional do protesto de Londres.
Desde a proibição, mais de 4 mil pessoas, entre elas muitos idosos e sobreviventes do Holocausto, foram presas por demonstrar apoio ao grupo, segundo ativistas e contagens policiais citadas pela reportagem. Os detidos respondem às acusações previstas na lei, e detenção não significa condenação. É o efeito acumulado da proibição que voltou ao centro do debate no dia em que a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.
Na Escócia, a polícia informou que as apurações continuam para identificar pessoas vistas com camisetas e faixas de apoio a uma organização proscrita. “Evidence is being reviewed and further action will be taken as appropriate”, declarou a Polícia da Escócia à AFP. Em tradução livre: as provas estão sendo analisadas e novas medidas serão tomadas conforme apropriado.
O QUE A SUPREMA CORTE BRITÂNICA JULGA A PARTIR DE QUARTA-FEIRA?
A partir de quarta-feira, a Suprema Corte do Reino Unido realiza dois dias de audiência sobre o recurso contra a decisão do governo de banir o Palestine Action. O julgamento trata da legalidade da escolha do Executivo, tomada em julho de 2025, de enquadrar o grupo na legislação antiterrorismo. É a frente judicial aberta na mesma semana em que a polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.
O protesto de sábado foi organizado justamente na véspera dessa etapa do processo, em frente à representação diplomática americana em Londres. A escolha do local dialoga com a designação de terrorista também adotada pelos Estados Unidos em agosto, segundo a reportagem, e com a presença americana no centro da disputa política em torno do grupo.
O portal acompanha outras operações policiais e decisões sobre organizações banidas, como a matéria sobre o arsenal é apreendido no Guarujá, no litoral paulista. Nos dois casos, o relato se apoia no que as autoridades e as fontes citadas afirmaram, sem tratar detidos como condenados.
Até a atualização deste domingo, o número oficial permanecia o divulgado pela Polícia Metropolitana de Londres, e a Polícia da Escócia mantinha a revisão das provas do ato de Edimburgo. O fato documentado pela Breitbart News, com a AFP, é um só: polícia britânica prende 325 em protesto em Londres.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (manifestante com cartaz de apoio ao Palestine Action diante de policiais metropolitanos em Londres, CC BY 4.0, e policiais diante de manifestantes na Parliament Square, CC BY 2.0, fotos de arquivo temáticas)FONTE: Breitbart News, matéria original sobre as 325 prisões em protesto em Londres de apoio ao Palestine Action, com informações da agência AFP e das polícias de Londres e da Escócia, consultada em 1 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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