RESUMO:
- O Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden para função de articulação: Shelley Greenspan, ex ligação da Casa Branca com a comunidade judaica no governo Biden, vai buscar apoio bipartidário ao plano de paz de Trump para Gaza.
- Greenspan atuou no Departamento de Estado e no Conselho de Segurança Nacional, e será a ponte com o Congresso e com especialistas em Oriente Médio.
- O Conselho afirmou que ela conquistou a confiança de democratas e republicanos e que o apoio bipartidário sustentado é essencial ao trabalho.
- A nomeação ocorre enquanto Israel realiza a sua eleição nacional nesta terça feira e o plano de paz deve voltar à pauta após as eleições de meio de mandato nos EUA.
A decisão em que o Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden foi noticiada pela Axios na segunda feira e repercutida pela Charisma News. Shelley Greenspan, que serviu como ligação da Casa Branca com a comunidade judaica durante o governo de Joe Biden, assume a função de articulação do Conselho de Paz criado pelo presidente Donald Trump para promover a sua proposta de paz para Gaza.
O plano de 20 pontos de Trump deve ser retomado depois das eleições de meio de mandato da próxima semana nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, Israel realiza nesta terça feira a sua eleição geral nacional, que pode redesenhar o governo israelense e alterar a estratégia americana para a região. É nesse calendário duplo que o Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden ganha leitura política imediata.
POR QUE O CONSELHO DE PAZ DE TRUMP NOMEIA EX OFICIAL DE BIDEN?
A função de Greenspan será a de intermediária: trabalhar com membros do Congresso e com especialistas em assuntos do Oriente Médio para construir apoio bipartidário e sustentado ao plano. A experiência dela atravessa os dois partidos, com passagens pela Casa Branca, pelo Conselho de Segurança Nacional e pelo Departamento de Estado em administrações democratas e republicanas.
Em nota, o Conselho afirmou que Shelley traz profunda experiência de trabalho entre os dois lados, tendo conquistado a confiança de democratas e republicanos. O apoio bipartidário sustentado do Congresso é essencial ao trabalho que vem pela frente, e ela é singularmente capaz de liderar esse esforço, diz o texto oficial divulgado com a nomeação.
A própria Greenspan afirmou compartilhar a visão de Trump de paz e prosperidade no Oriente Médio. Ela disse ter visto como o plano de 20 pontos pode entregar resultados concretos para os povos de Gaza e de Israel, e que espera continuar esse trabalho no Conselho. A declaração reforça o sentido prático da escolha em que o Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden.

O QUE A NOMEAÇÃO INDICA SOBRE A ESTRATÉGIA DA CASA BRANCA?
A Axios observou que até democratas de alto escalão, como a ex secretária de Estado Hillary Clinton, apoiam o desenho de Trump para Gaza. A nomeação de uma ex oficial de Biden pode indicar, ainda, que a Casa Branca se prepara para um possível governo dividido, caso os democratas avancem no Congresso nas eleições de meio de mandato.
Na prática, um plano de paz para Gaza precisa de dinheiro, de autorizações e de sustentação política em Washington, e nada disso se mantém por anos sem votos dos dois partidos. Ao trazer uma articuladora conhecida nos dois lados do Capitólio, o governo tenta blindar a proposta das trocas de maioria. É essa leitura que acompanha o anúncio de que o Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden.
Do lado israelense, o caminho é mais áspero. Em agosto, autoridades de Israel recusaram a versão do plano apresentada pelo Conselho, que previa o desarmamento gradual do Hamas à medida que as tropas israelenses se retirassem de Gaza. O primeiro ministro Benjamin Netanyahu afirmou que não haverá retirada sem desarmamento completo e genuíno do grupo.
COMO FICA O PLANO DE PAZ PARA GAZA A PARTIR DE AGORA?
Netanyahu afirmou ainda que Israel conversa com os americanos sobre o tema, que há ideias aceitáveis e inaceitáveis para o seu governo e que o país sabe se manter firme. Com a eleição israelense desta terça feira, o interlocutor de Trump em Jerusalém pode mudar, e o desenho do plano pode precisar de nova negociação desde a base.
O portal acompanha a votação em Israel e os seus efeitos regionais. Em outra reportagem, o Papa Leão XIV e o rei Charles III trocaram títulos religiosos em gesto inédito em 500 anos, em outro movimento de pontes entre tradições em meio a um cenário internacional tenso.
No fim, a nomeação mostra que a Casa Branca trata o plano de Gaza como projeto de anos, e não como anúncio de ocasião. Resta saber se a articulação bipartidária sobreviverá ao resultado das urnas americanas e israelenses, o teste real da aposta feita quando o Conselho de Paz de Trump nomeia ex oficial de Biden para liderar a ponte com o Congresso.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Charisma News (Casa Branca, domínio público) e Wikimedia Commons (domínio público)FONTE: Charisma News, com informações da Axios e do The Western Journal, matéria original sobre o fato, consultada em 27 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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