RESUMO:
- O pai que parou atirador em escola do Oregon relatou, em entrevista à Oregon Public Broadcasting, que ouviu crianças implorando pela vida antes de agir dentro da escola.
- Kaylub Giamanco, de 36 anos, carpinteiro de Bend e pai de duas alunas da Silver Rail Elementary, disse que se via como a última linha de defesa das crianças.
- Segundo a Polícia de Bend, o atirador Griffin J. John II, de 16 anos, matou 3 crianças e a professora Meghan Lambert, de 25 anos, antes de ser atingido.
- Uma vaquinha na plataforma GoFundMe para a recuperação psicológica de Giamanco e da família passou de 446 mil dólares até a tarde de segunda feira.
Um pai que estava do lado de fora da escola das filhas entrou armado no prédio, ouviu crianças pedindo socorro e atirou no agressor. O pai que parou atirador em escola do Oregon é Kaylub Giamanco, de 36 anos, carpinteiro da cidade de Bend e pai de duas alunas da Silver Rail Elementary. Em entrevista à Oregon Public Broadcasting, repercutida pelo The Christian Post na terça feira, 27, ele relatou os minutos do ataque da quinta feira anterior e disse lamentar não ter conseguido salvar todos.
O QUE O PAI QUE PAROU ATIRADOR EM ESCOLA DO OREGON CONTOU SOBRE AQUELES MINUTOS?
Segundo o relato de Giamanco, ele viu o atirador disparar contra o motorista de uma caminhonete e depois entrar na escola. O pai que parou atirador em escola do Oregon contou que ligou para a polícia, mas, frustrado com o protocolo de atendimento, avisou ao atendente que precisava entrar. Ele declarou, em inglês: “I’m sorry, I have to go in. People are going to die”. Em tradução livre: Desculpe, eu preciso entrar. Pessoas vão morrer.
Já dentro do prédio, ainda segundo o relato dele, o som que o guiou foi o das crianças. Giamanco afirmou que começou a ouvir crianças implorando pela vida e, em seguida, tiros, e que passou a rastejar cada vez mais rápido pelo corredor, dizendo a si mesmo que aquela era provavelmente a última coisa que faria na vida. Foi ao chegar a uma sala de educação especial que ele viu uma professora lutando fisicamente com o atirador.
A professora que lutava com o agressor foi descrita por ele como a verdadeira heroína do dia. Giamanco afirmou que a luta dela deu a ele a chance de atirar sem atingi-la e que, sem aquele atraso de segundos, ele poderia ter enfrentado o atirador de frente e morrido. Em inglês, ele declarou: “I felt like I was the last line of defense between me and the rest of the children in the school”. Em tradução livre: Eu senti que era a última linha de defesa entre mim e o restante das crianças da escola. É essa cena que define o caso do pai que parou atirador em escola do Oregon.

COMO A POLÍCIA DE BEND DESCREVE A AÇÃO DE KAYLUB GIAMANCO?
De acordo com a Polícia de Bend, o suspeito Griffin J. John II, de 16 anos, lançou a arma por cima da cerca dos fundos da escola, escalou a grade e, já dentro do terreno, atirou contra o motorista de uma caminhonete que o confrontou, atingindo o veículo três vezes. Em seguida, segundo os investigadores, ele forçou a entrada por uma porta dupla externa. Foi nesse momento que o pai que parou atirador em escola do Oregon pegou uma pistola calibre .40 em seu carro e o seguiu.
A polícia informou que Giamanco viu uma professora em luta física com o suspeito e disparou, atingindo o agressor várias vezes. Segundo o relato dele próprio, o atirador, já no chão, ainda tentava alcançar a arma, e ele atirou mais duas vezes para impedir novos disparos. O Departamento de Polícia de Bend confirmou publicamente essa sequência em comunicado aos investigadores e à imprensa local.
O ataque deixou mortos e feridos. Foram confirmadas as mortes de três crianças, de 5, 8 e 11 anos, e da professora Meghan Lambert, de 25 anos. A criança de 5 anos foi identificada como Rhoam Summer, e os nomes das outras duas foram preservados a pedido das famílias. Uma menina de 7 anos ficou em estado grave, mas estável, em hospital de Portland, e a professora Becky Drury, de 54 anos, sofreu ferimentos graves sem risco de morte.
POR QUE GIAMANCO DIZ QUE NÃO SALVOU TODOS E O QUE ELE DEFENDE AGORA?
Depois dos disparos, segundo o próprio relato, Giamanco ligou para a esposa e para a mãe e desabou. Ele contou que disse à mãe que não tinha salvado todos, que não tinha conseguido alcançar todas as vítimas a tempo. O pai que parou atirador em escola do Oregon afirmou ainda que sentiu uma dor intensa no peito durante todo o episódio e que não consegue descrever o que é tirar uma vida, mesmo em uma situação de defesa de crianças.
Uma campanha na plataforma GoFundMe, criada para apoiar a recuperação psicológica dele e da família, havia arrecadado mais de 446 mil dólares até a tarde de segunda feira. A organizadora da vaquinha, Amy Reynolds, escreveu que as pessoas o chamam de herói, mas que quem o conhece sabe que ele diria apenas ter feito o que qualquer pai amoroso e membro da comunidade faria naquela situação.
A defesa de escolas mais seguras virou, para ele, uma missão declarada. Giamanco afirmou sentir um chamado maior para conscientizar o país sobre segurança escolar e levantar recursos, começando pela própria cidade. Casos de violência em escolas americanas mobilizam esse debate com frequência, como o Hugo Gospel mostrou ao noticiar que Anthony Rivers III será julgado como adulto por um tiroteio em outra instituição de ensino dos Estados Unidos. Para o pai que parou atirador em escola do Oregon, transformar o trauma em campanha nacional é o caminho que ele escolheu seguir.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Wikimedia Commons (entrada sul e pátio da Silver Rail Elementary School, CC BY 4.0, e mesa com fitas roxas do memorial às vítimas em frente à escola, CC BY 4.0)FONTE: The Christian Post, matéria original sobre a entrevista de Kaylub Giamanco à Oregon Public Broadcasting, consultada em 28 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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