RESUMO:
- Segundo a Fox News, uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms depois que um grupo jurídico conservador apresentou uma queixa eleitoral no Maine, na terça-feira, afirmando ter encontrado mais de 3 mil eleitores potencialmente mortos e centenas de registros duplicados nas listas do estado.
- A Public Interest Legal Foundation, a PILF, afirma ter identificado 3.181 eleitores potencialmente mortos e 693 registros duplicados, e pede que o estado aja enquanto os eleitores do Maine se preparam para votar na terça-feira. Os números são da fundação, conforme a reportagem.
- A queixa foi apresentada à secretária de Estado do Maine, Shenna Bellows, e sustenta que as autoridades eleitorais não fizeram um esforço razoável para remover eleitores inelegíveis da lista oficial, segundo a Fox News.
- O presidente da PILF, J. Christian Adams, afirmou que os problemas deveriam ter sido corrigidos há muito tempo e cobrou ação do estado. É a cobrança registrada no episódio em que uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms.
A poucos dias da votação que pode redesenhar o Congresso americano, o debate sobre a limpeza das listas eleitorais ganhou um novo capítulo no Maine. Segundo a Fox News, uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms, a partir de uma queixa formal de um grupo jurídico conservador.
O QUE A QUEIXA DA PILF AFIRMA TER ENCONTRADO NAS LISTAS DO MAINE?
De acordo com a Fox News, a Public Interest Legal Foundation identificou 3.181 eleitores potencialmente mortos e 693 registros duplicados nas listas do Maine. A queixa pede que o estado tome medidas adicionais de correção e avisa que o grupo pode recorrer pelo processo de reclamação da lei HAVA, a lei federal de reforma eleitoral de 2002, se nada for feito. Os achados são alegações da fundação.
“Now we know why they were hiding them because there were problems on them”, afirmou Adams à Fox News Digital. Em tradução livre: agora sabemos por que eles estavam escondendo as listas, porque havia problemas nelas. “They have dead people, they have lots of duplicates and they have general problems. It’s something that should have been fixed a long time ago”, completou. Em tradução livre: há pessoas mortas, há muitas duplicidades e há problemas gerais, algo que deveria ter sido corrigido há muito tempo.
A fundação comparou os achados com uma investigação anterior, de 2025, que, segundo o grupo, encontrou 18.453 eleitores potencialmente mortos e 1.498 registros duplicados ou triplicados no Maine. A PILF afirma que o estado tratou muitos dos registros apontados naquele ano, mas que parte dos erros permanece e novos problemas surgiram. É o histórico apresentado na queixa em que uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms.

COMO O GRUPO CHEGOU AOS NÚMEROS E O QUE ELE PEDE AO ESTADO?
Segundo a reportagem, a análise usou várias buscas para identificar registros com o mesmo endereço, nome, sobrenome e ano de nascimento, além de erros de digitação, de pontuação, apelidos comuns e divergências de ano de nascimento. O método busca separar coincidências de registros que, na avaliação do grupo, se referem à mesma pessoa ou a pessoas já falecidas.
A queixa pede que o Maine revise a análise do grupo, remova imediatamente os eleitores inelegíveis e adote um plano para cumprir a lei HAVA agora e no futuro, segundo a Fox News. “I hope she gets the job done and removes all these duplicates”, disse Adams, em referência à secretária Shenna Bellows. Em tradução livre: espero que ela faça o trabalho e remova todas essas duplicidades.
Adams afirmou ainda que a PILF processou o Maine há cerca de seis anos pelo acesso às listas de eleitores e venceu, em 2024, um caso em tribunal federal de apelação que obrigou o estado a tornar os registros públicos. As afirmações sobre o histórico do litígio são do presidente da fundação. É o contexto jurídico do episódio em que uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms.
POR QUE DESCOBERTA EM LISTAS DE ELEITORES MOBILIZA ESTADOS ANTES DAS MIDTERMS E QUAL É A DISPUTA NO MAINE?
A maior preocupação declarada por Adams é que alguém use o registro de uma pessoa morta para votar ilegalmente, segundo a reportagem. Ele afirmou que autoridades progressistas relutam em remover mortos de imediato por medo de excluir eleitores legítimos por engano. A avaliação é do presidente da fundação, apresentada à Fox News. É o risco alegado no centro do caso em que uma descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms.
A Fox News informa que procurou o gabinete da secretária Shenna Bellows para comentar a queixa. A reportagem não registra uma resposta da secretária às alegações do grupo. Sem a manifestação da autoridade eleitoral na matéria, os números e as críticas seguem sendo, por ora, a versão apresentada pela PILF.
O tema das listas eleitorais já vinha movimentando outros estados acompanhados pelo portal, como no caso em que o Departamento de Justiça intima autoridades da Califórnia em investigação sobre listas de eleitores. A proximidade das midterms amplia a atenção sobre qualquer alegação de irregularidade nos registros.
No Maine, os eleitores votam em uma disputa apertada pelo Senado entre a republicana Susan Collins e o democrata Troy Jackson, cujo vencedor pode definir o equilíbrio de poder na Casa, segundo a Fox News. O fato documentado pela reportagem é um só: descoberta em listas de eleitores mobiliza estados antes das midterms.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (caixa oficial de coleta de cédulas em Boston, CC BY-SA 4.0, e formulário de cédula eleitoral, CC BY-SA 4.0)FONTE: Fox News, matéria original sobre a queixa da Public Interest Legal Foundation que afirma ter identificado eleitores potencialmente mortos e registros duplicados nas listas do Maine, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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