RESUMO:
- Segundo a Revista Oeste, o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos: a companhia encerra neste sábado, 31, o uso dos bilhetes magnéticos do tipo Edmonson, presentes no sistema desde o começo da operação comercial, em 1974.
- A partir deste domingo, 1º, os cartões deixarão de ser aceitos nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. De acordo com a estimativa da companhia, cerca de 1 milhão de unidades ainda estão nas mãos dos passageiros.
- Quem possui bilhetes não utilizados poderá trocá-los por QR Codes entre 1º de novembro e 31 de janeiro de 2027, exclusivamente nas estações Paraíso, das linhas 1-Azul e 2-Verde, e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha, das 6h às 22h, segundo a reportagem.
- Segundo o governo de São Paulo, mais de 13,7 bilhões de unidades do padrão Edmonson foram produzidas ao longo da história do Metrô, em aproximadamente 30 edições. É a escala do objeto que sai de cena no episódio em que o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos.
Um cartãozinho de 6,5 centímetros que atravessou cinco décadas de expansão do transporte paulistano faz sua última viagem neste sábado. Segundo a Revista Oeste, o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos, e quem guardou unidades sem uso terá três meses para trocar por QR Code.
A PARTIR DE QUANDO O BILHETE NÃO VALE MAIS E ONDE FAZER A TROCA?
De acordo com a reportagem, o encerramento do uso ocorre neste sábado, 31, e, a partir de domingo, 1º, os bilhetes Edmonson não serão mais aceitos nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. O passageiro que chegar à estação com o cartão antigo precisará usar outra forma de pagamento para entrar.
A troca será permitida apenas para bilhetes Edmonson do Metrô de São Paulo, do tipo G-01 Unitário, dentro do prazo de validade, sem sinais de utilização e em condições razoáveis de conservação. Bilhetes rasgados, com picotes ou barras danificadas não serão aceitos, segundo a companhia. É a regra de transição do sistema em que o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos.
O procedimento depende da quantidade apresentada. Passageiros com até dez bilhetes válidos poderão receber os QR Codes no momento da solicitação. Quem tiver mais de dez unidades precisará entregá-las para análise e validação, apresentando documento oficial de identificação e informando telefone ou e-mail. Depois da conferência, o Metrô comunicará a data para a retirada dos novos bilhetes.

QUAIS SÃO AS NOVAS FORMAS DE PAGAR A PASSAGEM?
O fim do bilhete magnético ocorre depois da ampliação das alternativas de pagamento nas estações, segundo a reportagem. Os passageiros poderão continuar usando o Bilhete Único, o cartão TOP e os bilhetes unitários com QR Code, impressos ou digitais, vendidos nas bilheterias, nas máquinas de autoatendimento, pelo aplicativo TOP e pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456 informado pela companhia.
Também será possível pagar diretamente nas catracas por aproximação, com cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo, em cartões físicos, celulares e relógios inteligentes com carteiras digitais habilitadas. Em outubro, o Metrô começou a habilitar o pagamento por Pix nas máquinas de autoatendimento, com início no dia 20, na Linha 1-Azul, e previsão de alcançar as demais linhas até 30 de outubro.
Conforme o Metrô, a manutenção dos equipamentos do sistema magnético se tornou cada vez mais difícil, a tecnologia é considerada obsoleta e a continuidade deixou de ser viável. A operação exige fabricação especializada dos cartões, transporte, armazenamento, distribuição às estações e reposição de estoques, despesas que a empresa pretende eliminar. É a justificativa técnica do movimento em que o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos.
POR QUE METRÔ DE SÃO PAULO APOSENTA BILHETE MAGNÉTICO DEPOIS DE 52 ANOS E COMO FOI A DESPEDIDA?
A substituição vinha sendo preparada desde 2019, quando começaram os testes com bilhetes unitários de QR Code, segundo a reportagem. O projeto-piloto começou em 3 de setembro de 2019, nas estações São Judas, Paraíso e Pedro II, e a aceitação foi ampliada em novembro daquele ano. Em agosto de 2020, as três estações do piloto deixaram de vender o Edmonson, a Estação Luz adotou só o QR Code em dezembro de 2020 e, em 2021, a tecnologia substituiu a venda do magnético em todas as estações. É a transição longa por trás do anúncio de que o Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos.
O nome Edmonson faz referência ao inglês Thomas Edmondson, chefe de estação da Newcastle and Carlisle Railway, que desenvolveu, a partir de 1839, um sistema padronizado de emissão de passagens ferroviárias, com cartões previamente impressos e numerados. No Metrô paulista, os equipamentos e cartões foram importados da França no início, a fabricação foi nacionalizada pela Casa da Moeda e, em outra etapa, fornecedores da Argentina também participaram da produção.
Antes do encerramento, o Metrô promoveu uma despedida nas estações, com intervenções teatrais a partir de 2 de outubro, na Estação Sé, protagonizadas por um personagem chamado Ed, criado para representar o cartão magnético. A programação passou por República, Tatuapé, Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda e Vila Prudente até 9 de outubro, orientando os passageiros sobre prazos e alternativas. Mudanças na capital paulista são acompanhadas pelo portal em outras frentes, como na queda de roubos que caem 22% em São Paulo, registrada nas estatísticas de segurança do estado.
Com o prazo encerrado neste sábado, a companhia manterá apenas o atendimento para substituição dos cartões não utilizados, nas estações Paraíso e Tatuapé, até 31 de janeiro de 2027. O fato documentado pela Revista Oeste é um só: Metrô de São Paulo aposenta bilhete magnético depois de 52 anos.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Estação Ana Rosa do Metrô de São Paulo, CC BY-SA 4.0, e vagão lotado de trem da Frota P do Metrô de São Paulo, CC0, fotos de arquivo)FONTE: Revista Oeste, matéria original sobre o fim do bilhete magnético Edmonson no Metrô de São Paulo, as regras de troca por QR Code e as novas formas de pagamento, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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