RESUMO:
- Segundo a Gazeta do Povo, com informações da agência EFE, Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia: a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, nesta segunda-feira, 2, um pedido do governo do presidente Donald Trump para anular 20 mil cédulas eleitorais no estado.
- Trump alega que os votos foram enviados por correio por eleitores que não são americanos e não teriam permissão para votar, relatou a Gazeta. O Departamento de Justiça ajuizou a ação em 15 de outubro, após identificar mais de 20 mil possíveis eleitores sem cidadania americana.
- O governo pediu que as autoridades eleitorais separassem as cédulas desses eleitores e verificassem a cidadania antes da contagem, mas a Califórnia questionou a confiabilidade da lista e rejeitou o pedido, segundo a matéria.
- O juiz David Carter, do Distrito Central da Califórnia, já havia negado a solicitação, por entender que ela violaria a autonomia do estado para organizar as próprias eleições. É a derrota anterior no processo em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
A ofensiva judicial do governo americano sobre os votos pelo correio sofreu um revés no tribunal mais alto do país. De acordo com a Gazeta do Povo, a partir da EFE, Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia na decisão desta segunda, 2, o desdobramento do caso em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia depois de derrotas nas instâncias anteriores.
POR QUE JUSTIÇA DOS EUA NEGA PEDIDO DE TRUMP PARA ANULAR VOTOS NA CALIFÓRNIA?
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira, 2, um pedido do governo do presidente Donald Trump para anular 20 mil cédulas eleitorais na Califórnia, segundo a agência de notícias EFE, relatou a Gazeta do Povo.
Trump alega que os votos foram enviados por correio por eleitores que não são americanos e não teriam permissão para votar, segundo a matéria. A alegação de votos de não cidadãos é o fundamento do pedido do governo.
A decisão ocorre em um momento em que os republicanos recuperam terreno e se aproximam dos democratas nas previsões de voto das pesquisas eleitorais, registrou a Gazeta. O principal dia de votação acontece na terça-feira, 3. É o timing eleitoral do caso em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
O Departamento de Justiça ajuizou a ação em 15 de outubro, depois de identificar, em conjunto com o Departamento de Segurança Interna, mais de 20 mil pessoas que considera possíveis eleitores sem cidadania americana, relatou a matéria.
O governo pediu que as autoridades eleitorais separassem as cédulas desses eleitores e verificassem sua cidadania antes de contabilizá-las. É o pedido concreto levado às instâncias judiciais no processo em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
POR QUE A CALIFÓRNIA QUESTIONOU A LISTA E O QUE DISSE O JUIZ DAVID CARTER?
A Califórnia questionou a confiabilidade da lista apresentada pelo governo federal e rejeitou o pedido de separação das cédulas, relatou a Gazeta do Povo. A contestação da lista é o centro da resposta do estado à ação.
De acordo com a EFE, as autoridades californianas advertiram que separar as cédulas identificadas seria difícil, uma vez que os votos são desvinculados dos envelopes com os dados dos eleitores durante o processamento. A medida, segundo elas, poderia gerar atrasos e incerteza na apuração.
O juiz David Carter, do Distrito Central da Califórnia, considerou que a solicitação do Departamento de Justiça violaria a autonomia do estado para organizar suas próprias eleições, relatou a matéria. É o fundamento da negativa anterior no caso em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
O magistrado também avaliou que o pedido colocaria em risco o direito de voto de cidadãos americanos, segundo a Gazeta. Na decisão, Carter alertou que a medida poderia privar milhares de eleitores de um direito fundamental com base em acusações incertas e em dados sujeitos a erros.
Com a negativa de Carter mantida como referência do caso, o governo recorreu às instâncias superiores até chegar à Suprema Corte. É a trajetória do pedido no processo em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.

QUAIS DERROTAS O GOVERNO TRUMP JÁ HAVIA SOFRIDO NO CASO DA CALIFÓRNIA?
Na semana passada, a administração já havia sofrido duas derrotas em sua ofensiva para separar mais de 20 mil votos e submetê-los a uma verificação mais rigorosa, relatou a Gazeta do Povo. A rejeição desta segunda é o desdobramento da matéria anterior do portal sobre o pedido de Trump para que a Suprema Corte descarte votos na Califórnia. É a sequência do processo em que Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
O governo Trump recorreu ao Tribunal de Apelações com um pedido de emergência depois que o juiz David Carter negou a solicitação do Departamento de Justiça, segundo a matéria. O recurso de emergência foi a via escolhida após a derrota no Distrito Central.
A decisão da Suprema Corte desta segunda, 2, rejeitou o pedido do governo, conforme a EFE citada pela Gazeta. A matéria não detalha placar nem votos individuais dos ministros no registro publicado.
O caso envolve a contagem de cédulas enviadas pelo correio na Califórnia, estado que questionou a lista de possíveis eleitores sem cidadania produzida pelos departamentos de Justiça e de Segurança Interna, relatou a Gazeta.
O fato documentado pela Gazeta do Povo, com informações da EFE, é um só, restrito à rejeição do pedido pela Suprema Corte, à ação de 15 de outubro, à contestação da Califórnia e à decisão anterior do juiz David Carter: Justiça dos EUA nega pedido de Trump para anular votos na Califórnia.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (retrato oficial do presidente Donald Trump, de 2025, domínio público) e Wikimedia Commons (prédio da Suprema Corte dos Estados Unidos, em Washington, CC BY-SA 3.0, foto de arquivo)FONTE: Gazeta do Povo, matéria original sobre a Justiça dos EUA negar o pedido de Trump para anular votos na Califórnia, consultada em 2 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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