RESUMO:
- Um paciente com fraturas no pé foi atendido na rede pública de saúde de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, no episódio em que Paciente tem perna imobilizada com papelão resume a denúncia de falta de gesso e de materiais básicos na rede municipal, divulgada no dia 30 pela Astego.
- Imagens divulgadas mostram o membro inferior do paciente envolvido em pedaços de papelão, usados como substitutos dos materiais próprios para imobilização ortopédica, segundo a denúncia feita pela imprensa local e repercutida pela associação dos técnicos. O caso foi publicado pela Revista Oeste nesta terça-feira, 3 de novembro.
- A Astego manifestou indignação e alertou para os riscos de procedimentos inadequados em pacientes com fraturas: na avaliação da entidade, trocar materiais específicos por papel e papelão pode comprometer a recuperação do paciente e provocar complicações na consolidação óssea, a fase em que o osso lesionado se refaz.
- A associação informou que vai cobrar explicações da Prefeitura de Currais Novos e da Secretaria Municipal de Saúde e levar o caso ao Ministério Público do Rio Grande do Norte e a órgãos de fiscalização da saúde. É a cobrança aberta a partir do atendimento em que Paciente tem perna imobilizada com papelão.
A cena registrada em Currais Novos expôs, de forma dura, a falta de insumos básicos na saúde pública municipal. No atendimento em que Paciente tem perna imobilizada com papelão, pedaços de papelão fizeram o papel do gesso que não estava disponível, no episódio em que Paciente tem perna imobilizada com papelão, segundo a denúncia da Astego. O caso ganhou repercussão nacional e chegou aos órgãos de fiscalização do estado.
COMO UM PACIENTE TEM PERNA IMOBILIZADA COM PAPELÃO EM CURRAIS NOVOS?
O caso ocorreu em Currais Novos, município do Rio Grande do Norte, durante atendimento na rede pública de saúde. Um paciente com fraturas no pé precisou de imobilização ortopédica, procedimento padrão para proteger o osso lesionado enquanto a consolidação começa. Segundo a denúncia, faltavam gesso e materiais adequados na rede municipal de saúde.
Sem os materiais próprios, a equipe recorreu a pedaços de papelão para envolver o membro inferior do paciente, conforme mostram as imagens divulgadas. Foi nesse improviso, registrado e compartilhado, que Paciente tem perna imobilizada com papelão deixou de ser um problema interno da unidade e virou denúncia pública com repercussão nacional.
A denúncia foi feita pela imprensa local e divulgada no último dia 30 pela Associação Brasileira dos Técnicos em Imobilizações Ortopédicas, a Astego, entidade que representa os profissionais responsáveis justamente pelas imobilizações em hospitais e prontos-socorros. A Revista Oeste repercutiu o caso nesta terça-feira, 3 de novembro, apontando falta de gesso e de materiais básicos na rede pública da cidade.
A matéria não identifica o paciente nem detalha em qual unidade específica da rede municipal o atendimento ocorreu, e o Hugo Gospel registra o episódio nos limites do que a denúncia tornou público. O que está documentado em imagem é o membro inferior envolvido em papelão, no lugar dos materiais ortopédicos convencionais usados para esse tipo de fratura.
QUAIS RISCOS A ASTEGO APONTA NA TROCA DO GESSO POR PAPELÃO?
A Astego manifestou indignação com o episódio e alertou para os riscos de procedimentos inadequados em pacientes com fraturas. A imobilização correta mantém o osso alinhado e protegido durante a recuperação, função que materiais improvisados não foram feitos para cumprir com a mesma rigidez, o mesmo ajuste e a mesma segurança.
Segundo a entidade, a substituição de materiais específicos por papel e papelão pode comprometer a recuperação do paciente e provocar complicações na consolidação óssea. É o risco técnico apontado pelos técnicos em imobilização no caso em que Paciente tem perna imobilizada com papelão.
Na prática descrita pela associação, o problema não é apenas o desconforto: uma imobilização sem a rigidez e o ajuste adequados pode permitir movimento no local da fratura, atrasar a recuperação e exigir correções posteriores. Por isso, a entidade tratou o improviso como sintoma de falta de insumos básicos, e não como solução aceitável de emergência, no atendimento em que Paciente tem perna imobilizada com papelão.
A saúde pública municipal também depende de estrutura mínima e de regras claras nas unidades, tema de outra frente acompanhada pelo portal na matéria sobre os hospitais que terão novas regras contra trombose. São frentes diferentes do mesmo desafio de manter o atendimento básico funcionando.

O QUE A ASTEGO VAI COBRAR DA PREFEITURA E DO MINISTÉRIO PÚBLICO?
A associação informou que vai encaminhar ofícios à Prefeitura de Currais Novos e à Secretaria Municipal de Saúde para cobrar explicações sobre a falta de insumos. Os documentos devem pedir que a gestão municipal esclareça como um atendimento ortopédico básico ficou sem gesso e sem materiais adequados disponíveis para a equipe.
A Astego anunciou também que levará o caso ao Ministério Público do Rio Grande do Norte e a órgãos de fiscalização da saúde. Com isso, a denúncia sai do campo da repercussão nas redes e entra no caminho formal de apuração, em que gestores podem ser chamados a responder pelo desabastecimento. É a apuração esperada depois que Paciente tem perna imobilizada com papelão.
A Revista Oeste enquadrou o episódio no resultado eleitoral de Currais Novos: no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, em 25 de outubro, o presidente Lula recebeu 64,83% dos votos válidos no município, o equivalente a 16.991 votos, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 35,17%, com 9.219 votos. O enquadramento político é o da fonte, e o Hugo Gospel o registra apenas como contexto publicado pela revista.
Até a publicação desta matéria, a fonte não trazia resposta da prefeitura nem da secretaria de saúde de Currais Novos sobre a denúncia. O espaço segue aberto para a manifestação dos órgãos citados. É o ponto em que se encontra, nesta terça-feira, o caso em que Paciente tem perna imobilizada com papelão.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Revista Oeste/Redes sociais (fachada de unidade de saúde em Currais Novos) e Wikimedia Commons (perna com imobilização ortopédica de gesso, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Revista Oeste, matéria original sobre o paciente com a perna imobilizada com papelão em Currais Novos, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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