RESUMO:
- Segundo a Revista Oeste, os EUA atacam ilha de Qeshm no Irã nesta segunda-feira, 2, em mais uma operação militar de pequena escala contra o Irã, dentro de uma série de ataques secretos que Washington realiza há várias semanas, de acordo com autoridades norte-americanas ouvidas pelo The Wall Street Journal.
- Algumas autoridades classificaram parte das operações como defensivas, destinadas a impedir ataques iranianos contra embarcações comerciais no Estreito de Ormuz, relatou a Oeste. Diferente de fases anteriores, Washington não anunciou publicamente os ataques recentes.
- A ilha de Qeshm fica na entrada do Estreito de Ormuz e abriga uma instalação subterrânea de mísseis, uma base naval e uma importante unidade de dessalinização. O território já havia sido atacado pelos Estados Unidos em fases anteriores do conflito, segundo a matéria.
- O ataque ocorreu um dia antes das eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos. Nesta segunda, o presidente Donald Trump minimizou a possibilidade de retomada da guerra e afirmou que os Estados Unidos venceram o confronto com o Irã. É o contexto político do dia em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
A guerra que o presidente americano diz já ter vencido segue com operações que Washington prefere não anunciar. De acordo com a Revista Oeste, os EUA atacam ilha de Qeshm no Irã nesta segunda, 2, na sequência de ataques secretos contra alvos iranianos, a série de operações em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã sem divulgação pública pelo governo dos Estados Unidos.
COMO EUA ATACAM ILHA DE QESHM NO IRÃ EM OPERAÇÕES SECRETAS HÁ SEMANAS?
Os Estados Unidos atacaram a ilha iraniana de Qeshm nesta segunda-feira, 2, em mais uma operação militar de pequena escala contra o Irã, relatou a Revista Oeste. Segundo autoridades norte-americanas ouvidas pelo The Wall Street Journal, Washington realiza ataques secretos contra o país há várias semanas.
As operações continuam apesar das declarações do presidente Donald Trump sobre a possibilidade de um acordo diplomático com Teerã, segundo a matéria. Autoridades confirmaram ao jornal que os Estados Unidos seguem realizando operações militares limitadas contra alvos iranianos.
Algumas dessas autoridades classificaram os ataques como medidas defensivas para impedir que o Irã ameace embarcações comerciais no Estreito de Ormuz. O Washington Examiner, a partir da Associated Press, informou que os alvos específicos eram iranianos que usavam mísseis terra-ar contra ativos dos Estados Unidos. É a justificativa apresentada para as operações em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
Diferente das operações anteriores, Washington não anunciou publicamente os ataques recentes, relatou a Oeste. Segundo uma autoridade ouvida pelo jornal, o governo mantém as ações em sigilo para evitar sinais de que pretende retomar operações militares de maior escala.
O Washington Examiner registrou que os ataques desta segunda foram os primeiros em dois meses e que, segundo várias reportagens, foram limitados e não marcam o retorno à guerra. É a dimensão atribuída à operação em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
POR QUE A ILHA DE QESHM É ESTRATÉGICA NA ENTRADA DO ESTREITO DE ORMUZ?
A ilha de Qeshm fica na entrada do Estreito de Ormuz, a passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã por onde circula parte expressiva do petróleo comercializado no mundo, relatou a Revista Oeste. A posição explica a presença militar iraniana no território.
Segundo a matéria, a ilha abriga uma instalação subterrânea de mísseis, uma base naval e uma importante unidade de dessalinização. Os Estados Unidos já atacaram o território em fases anteriores do conflito com o Irã.
A preocupação declarada por parte das autoridades é com a segurança das embarcações comerciais que cruzam o estreito. Ataques iranianos contra navios na região são o risco que as operações defensivas buscam conter, de acordo com as autoridades ouvidas pelo Wall Street Journal. É o eixo militar da operação em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
O tema de Ormuz aparece em outras frentes do portal, como na matéria em que o Irã propõe reabrir Ormuz em dois dias se os Estados Unidos aceitarem condições. A proposta iraniana e os ataques americanos tratam do mesmo ponto estratégico do conflito.
Enquanto as operações seguem em sigilo, integrantes do governo norte-americano discutem novas ações contra o Irã, incluindo ataques aéreos, ampliação de sanções econômicas e endurecimento do bloqueio ao comércio iraniano, relatou a Oeste a partir do Wall Street Journal. É o leque de alternativas em estudo no período em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.

O QUE TRUMP DISSE SOBRE A GUERRA E O QUE O IRÃ RESPONDEU NESTA SEGUNDA?
O ataque ocorreu um dia antes das eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos. Nesta segunda, Trump minimizou a possibilidade de uma retomada da guerra contra o Irã, relatou a Revista Oeste. É a véspera eleitoral em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
A jornalistas, o presidente afirmou: “Tivemos uma guerra com o Irã, nós vencemos”. E acrescentou: “Nem sei se dá para chamar de guerra, porque não estamos combatendo há meses”. As frases foram reproduzidas pela Oeste no mesmo dia em que as operações secretas foram reveladas pelo Wall Street Journal.
Na semana passada, o almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos Estados Unidos, visitou a Casa Branca para apresentar alternativas militares a Trump, relatou a matéria. As Forças Armadas reforçaram os sistemas de defesa antimísseis e as munições na região.
O governo dos Estados Unidos também alertou países do Golfo Pérsico sobre a possibilidade de uma operação militar curta e intensa depois das eleições, segundo a Oeste. O aviso aos aliados do Golfo convive com o discurso público de guerra encerrada feito pelo presidente.
Em Teerã, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, declarou que “a bola está com os EUA” em relação a um possível acordo para encerrar a guerra. “Nossas exigências foram apresentadas de maneira muito clara e transparente, e as exigências do Irã são razoáveis e lógicas”, afirmou Baghaei. É a resposta diplomática iraniana registrada no dia em que EUA atacam ilha de Qeshm no Irã.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Revista Oeste (imagem de satélite da ilha de Qeshm, no Irã, foto da NASA divulgada na matéria, domínio público) e Wikimedia Commons (vista da ilha de Qeshm, CC BY 4.0, foto de arquivo)FONTE: Revista Oeste, matéria original sobre os EUA atacarem a ilha de Qeshm no Irã, consultada em 2 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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