RESUMO:
- O capítulo da Flórida do Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) encerrou as atividades na quarta-feira, no episódio em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida, segundo a Religion News Service.
- O fechamento aconteceu um dia antes de entrar em vigor, na quinta-feira, a designação estadual de organização terrorista doméstica aplicada ao grupo pelo governo da Flórida.
- Um juiz federal negou na quarta-feira o pedido do CAIR e do capítulo estadual para bloquear a designação, feito em outubro, antes de a medida começar a valer.
- A entidade afirma que a designação é infundada e promete recorrer da decisão. É o desfecho imediato do caso em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida.
Um dia antes de a designação de terrorismo entrar em vigor, as portas fecharam. O capítulo da Flórida do CAIR, uma das principais organizações muçulmanas de direitos civis dos Estados Unidos, suspendeu as operações no estado depois que um juiz federal se recusou a bloquear a medida estadual. É o episódio em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida, e a entidade diz que só fechou para proteger funcionários e apoiadores, no caso do Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida.
POR QUE O GRUPO MUÇULMANO FECHOU AS PORTAS NA FLÓRIDA?
Segundo a Religion News Service, o fechamento foi anunciado depois que o juiz federal negou, na quarta-feira, o pedido apresentado em outubro pelo CAIR nacional e pelo capítulo da Flórida para impedir que a designação passasse a valer em 5 de novembro.
Em nota, Hiba Rahim, que era a diretora executiva do CAIR-Florida até o encerramento, afirmou que o grupo rejeita de forma categórica a designação feita pelas autoridades estaduais.
“Categorically rejects Florida officials’ baseless designation”, declarou Rahim. Em tradução livre: o grupo rejeita categoricamente a designação infundada das autoridades da Flórida.
A ex-diretora acrescentou que a entidade está de coração partido por não ter outra escolha além de fechar as portas, para proteger a equipe e as pessoas de todas as religiões que apoiam o trabalho do grupo.
Uma mensagem no site do capítulo informa que as operações foram suspensas por causa da aplicação da nova lei estadual pelo governador Ron DeSantis e por outras autoridades. Aviso semelhante foi afixado na porta do escritório de Tampa, segundo a mídia local citada pela fonte.
A organização também pausou as doações recorrentes em suas plataformas e orientou os apoiadores a cancelar ou suspender os pagamentos automáticos antes de 5 de novembro, de acordo com um porta-voz.
O portal acompanha episódios envolvendo a comunidade muçulmana na Flórida, como na matéria sobre a oração islâmica que interrompeu uma reunião oficial no estado. Desta vez, o tema é jurídico, no caso em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida.
O QUE A JUSTIÇA E O GOVERNO DO ESTADO DECIDIRAM?
Na decisão de 4 de novembro, o juiz-chefe do Distrito Norte da Flórida, Allen Winsor, escreveu que os grupos não demonstraram ter probabilidade de vencer nas alegações de violação do devido processo legal.
O juiz fez uma única exceção: os promotores do estado não podem usar a lei de organizações terroristas domésticas contra o CAIR, o capítulo da Flórida, seus funcionários ou seus advogados por serviços jurídicos prestados.
Procurada pela reportagem, a Procuradoria-Geral da Flórida apontou para uma publicação no X em que o procurador-geral James Uthmeier classificou a decisão como uma “great win”. Em tradução livre: uma grande vitória. O gabinete do governador não respondeu ao pedido de comentário.
A designação foi aprovada em 29 de setembro, quando o governador Ron DeSantis e o gabinete votaram por classificar mais de 90 grupos como organizações terroristas, incluindo o CAIR. A medida passou a valer cerca de um mês depois da notificação ao grupo.
DeSantis afirma que a designação mira supostos laços extremistas e a influência do grupo. Em uma moção de outubro, um advogado do estado alegou que o CAIR funciona como fachada para o Hamas e para a Irmandade Muçulmana, organizações designadas como terroristas pelo governo federal, no todo ou em parte.
A fonte registra um dado central do embate: a Flórida nunca indiciou nem condenou o CAIR ou o capítulo estadual por nenhum crime. É o pano de fundo jurídico do episódio em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida.

GRUPO MUÇULMANO FECHA CAPÍTULO DA FLÓRIDA: O QUE ACONTECE AGORA COM O CASO?
A organização planeja recorrer da decisão, segundo Ashley Gorski, advogada sênior da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), uma das entidades que representam o CAIR e o capítulo da Flórida no processo.
Gorski descreveu a lei estadual como uma tentativa de silenciar o trabalho de direitos civis do CAIR, com danos não apenas para a organização, mas também para a comunidade atendida por ela.
No processo, os advogados do grupo argumentam que a designação aciona uma série de penalidades criminais e civis contra as entidades e contra quem se associa a elas ou as apoia, e que, na prática, criminaliza a existência das organizações designadas na Flórida.
Esta é a segunda tentativa do estado de classificar o CAIR como organização terrorista. Em março, um juiz federal bloqueou uma ordem executiva de DeSantis com o mesmo objetivo, por entender que ela provavelmente violava a Primeira Emenda da Constituição americana.
Depois disso, a Legislatura estadual aprovou dois projetos de lei que criaram um processo formal de designação, caminho usado agora pelo governo. No Texas, o governador Greg Abbott fez designação semelhante em novembro de 2025 contra o capítulo texano do CAIR, que também contesta o rótulo na Justiça.
O portal registra o caso com as atribuições da fonte. Com as portas fechadas em Tampa e o recurso em preparação, o episódio em que o Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida segue em aberto nos tribunais.
Enquanto o recurso não é julgado, o capítulo permanece suspenso no estado. É a situação atual da organização no caso do Grupo muçulmano fecha capítulo da Flórida, que o portal continuará acompanhando.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (centro de Tampa, na Flórida, cidade do escritório do capítulo estadual citado pela fonte, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (Wilfredo A. Ruiz, diretor de comunicações do CAIR-Florida, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Religion News Service, matéria original sobre o fechamento do capítulo da Flórida do CAIR, consultada em 6 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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