RESUMO:
- O Senado do Paraguai aprovou nesta sexta-feira, 6 de novembro, o impeachment do presidente Santiago Peña, na sessão em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña por unanimidade dos parlamentares presentes, segundo a GloboNews.
- Segundo a Jovem Pan News, a aprovação reuniu 44 dos 45 senadores, com apenas um ausente. Com a destituição aprovada, Peña perde o foro privilegiado, de acordo com a GloboNews.
- Na quinta-feira, 5, Peña havia renunciado ao cargo em meio à crise provocada pelo colapso do Banco Ueno, que deixou cerca de 3 milhões de correntistas sem acesso ao dinheiro, segundo as publicações.
- Mesmo com a renúncia, o Congresso deu prosseguimento ao processo porque, renunciando, Peña poderia se tornar senador vitalício, com foro privilegiado, e evitar julgamento pela crise do Ueno. É o pano de fundo da votação em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.
Renunciar não foi suficiente para encerrar o caso. Um dia depois de deixar o cargo em meio ao colapso de um banco, Santiago Peña foi destituído pelo Parlamento, na votação em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña. A decisão, em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña, foi tomada por unanimidade dos senadores presentes nesta sexta-feira, 6 de novembro, segundo a GloboNews.
COMO O SENADO DO PARAGUAI APROVA IMPEACHMENT DE PEÑA NESTA SEXTA-FEIRA?
O Senado do Paraguai aprovou, nesta sexta-feira, 6 de novembro, o impeachment de Santiago Peña, segundo a GloboNews. A emissora registrou que, com a destituição, Peña perde o foro privilegiado que o cargo de presidente lhe garantia.
De acordo com a Jovem Pan News, a aprovação ocorreu por unanimidade dos presentes, com 44 dos 45 senadores participando da decisão e apenas um ausente. A Band Jornalismo também registrou a aprovação do impeachment na noite desta sexta-feira.
A votação encerra, no plano parlamentar, a trajetória de Peña na Presidência. O processo tramitava no Congresso em meio ao escândalo do Banco Ueno e já havia produzido, na parte da manhã, a rejeição de um pedido de mais prazo para a defesa.
A sequência do dia ajuda a entender a velocidade dos fatos: primeiro o Senado manteve o ritmo do julgamento, depois o plenário decidiu pela destituição. Cada etapa foi confirmada pelas publicações dos perfis de jornalismo que acompanharam a sessão.
O resultado formal é direto: houve votação, houve unanimidade entre os presentes e houve destituição. É o desfecho registrado na sessão em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.
POR QUE O CONGRESSO PROSSEGUIU COM O PROCESSO MESMO APÓS A RENÚNCIA?
Na quinta-feira, 5 de novembro, Peña havia renunciado ao cargo em meio à crise provocada pelo colapso do Banco Ueno, segundo a GloboNews. A renúncia, isolada, poderia sugerir o fim do caso, mas o Congresso entendeu de outra forma.
De acordo com a emissora, mesmo com o pedido de renúncia o Congresso paraguaio deu prosseguimento ao processo de impeachment. O motivo registrado é jurídico e político ao mesmo tempo, e envolve o futuro institucional do agora ex-presidente.
Se prevalecesse apenas a renúncia, Peña poderia se tornar senador vitalício e, com isso, teria foro privilegiado, podendo evitar ser julgado pela crise do Banco Ueno, conforme explicou a GloboNews. A destituição por impeachment fecha essa porta.
A crise que sustenta o processo é a do Banco Ueno, cujo colapso deixou cerca de 3 milhões de correntistas sem acesso ao dinheiro, segundo as publicações. É um número que ajuda a medir a dimensão social do caso no Paraguai.
A etapa anterior do processo pode ser relida na matéria sobre o Senado que rejeitou a prorrogação pedida pela defesa de Peña. Horas depois, veio a decisão final do plenário, na votação em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.

O QUE MUDA PARA PEÑA COM A PERDA DO FORO PRIVILEGIADO?
A consequência imediata registrada pela GloboNews é a perda do foro privilegiado. Sem o foro, Peña fica exposto ao julgamento comum pela crise do Banco Ueno, exatamente o desfecho que o prosseguimento do impeachment buscava garantir, segundo a emissora.
A figura do senador vitalício, citada na publicação, era o ponto central da estratégia que a renúncia poderia abrir. Ao aprovar a destituição, o Congresso impediu que a saída voluntária se convertesse em proteção institucional permanente.
As publicações consultadas não detalham, até aqui, os próximos passos judiciais nem quem assume formalmente cada função de governo na transição. O que está confirmado é o ato parlamentar desta sexta-feira e o efeito dele sobre o foro do ex-presidente.
O caso paraguaio combina crise bancária, renúncia e impeachment em menos de 48 horas. Poucos processos na região reuniram, em tão pouco tempo, um colapso financeiro dessa escala e uma resposta parlamentar tão rápida e unânime.
Para o Paraguai, a sexta-feira termina com um presidente destituído e um Congresso que decidiu não aceitar a renúncia como ponto final. É o quadro desenhado pela votação em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.
A cobertura seguirá acompanhando os desdobramentos em Assunção, incluindo a transição de governo e os processos ligados ao Banco Ueno. O registro central desta sexta-feira permanece sendo o da sessão em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.
Com 44 votos entre os presentes e apenas uma ausência, o placar dá ao resultado um peso político adicional: não houve divisão visível no Senado no momento decisivo, conforme o relato da Jovem Pan News sobre a votação em que o Senado do Paraguai aprova impeachment de Peña.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (presidente Santiago Peña em foto oficial de arquivo, domínio público) e Wikimedia Commons (Palácio de López, em Assunção, CC0, foto de arquivo)FONTE: Instagram @globonews, publicação original sobre a aprovação, pelo Senado do Paraguai, do impeachment do presidente Santiago Peña, com apoio das publicações de @bandjornalismo e @jovempannews no Instagram, consultada em 6 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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