RESUMO:
- O ator Marcelo Serrado contou, no programa Extraordinários desta sexta-feira, 6 de novembro, que a primeira crise de pânico dele foi em 2020, segundo a GloboNews, na conversa em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico diante da apresentadora Aline Midlej.
- “Algumas pessoas acham que é frescura. Essa palavra frescura eu ouvi muito”, disse o ator, conforme a publicação. A frase resume o preconceito que ele relatou ter enfrentado ao falar do problema.
- Serrado afirmou que o homem tem muita dificuldade de pedir ajuda, porque foi criado em uma sociedade machista. “Ah, vai jogar uma bola” foi um dos conselhos que ele disse ter ouvido como resposta ao sofrimento.
- O relato foi feito em um papo sobre saúde mental no programa da GloboNews. É um depoimento público de um ator conhecido sobre um tema ainda cercado de silêncio, registrado na edição em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico.
Um ator acostumado a fazer rir falando, em rede nacional, de um dos momentos mais difíceis da própria vida. No Extraordinários desta sexta-feira, Marcelo Serrado fala de crise de pânico pela primeira vez datada por ele mesmo: 2020. Entre a palavra frescura, ouvida repetidas vezes, e a dificuldade masculina de pedir ajuda, o relato em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico virou uma conversa sobre saúde mental.
COMO MARCELO SERRADO FALA DE CRISE DE PÂNICO NO PROGRAMA EXTRAORDINÁRIOS?
No Extraordinários desta sexta-feira, 6 de novembro, Aline Midlej recebeu o ator Marcelo Serrado para um papo sobre saúde mental, segundo a GloboNews. Foi nessa conversa que o ator contou sobre a primeira crise de pânico, em 2020.
O relato tem data e contexto claros, dados pelo próprio ator no programa. Ao situar a primeira crise em 2020, Serrado colocou o episódio no período em que o tema da saúde mental ganhou espaço amplo no debate público brasileiro.
A publicação da GloboNews destacou o trecho em que ele fala da reação das pessoas ao redor. O foco do programa não foi a carreira do ator, mas a experiência pessoal dele com o pânico e com o julgamento alheio.
Depoimentos de pessoas públicas sobre crises de ansiedade e de pânico costumam alcançar quem sofre em silêncio. Quando um ator conhecido nomeia o problema e data a primeira crise, o assunto deixa de ser abstrato para parte da audiência.
É esse o peso do depoimento registrado nesta sexta-feira. A conversa em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico tratou o tema como experiência de vida, e não como pauta distante.
O QUE O ATOR DISSE SOBRE A PALAVRA FRESCURA E A DIFICULDADE DE PEDIR AJUDA?
“Algumas pessoas acham que é frescura. Essa palavra frescura eu ouvi muito. Ah, vai jogar uma bola”, comentou o ator, segundo a GloboNews. A frase reúne, em poucas palavras, o tipo de resposta que ele disse ter recebido ao expor o sofrimento.
“O homem tem muita dificuldade. Porque o homem foi criado em uma sociedade machista, em que ele tem dificuldade de pedir ajuda”, afirmou Serrado na mesma conversa. Para o ator, a criação recebida pelos homens ajuda a explicar o silêncio em torno do problema.
A sugestão de jogar uma bola, citada por ele como exemplo, trata um quadro de sofrimento mental como se fosse falta de ocupação ou de esforço. É justamente esse tipo de resposta que especialistas em saúde mental apontam como barreira para quem precisa de apoio.
A reportagem registra o relato como depoimento pessoal do ator, sem transformar a experiência dele em diagnóstico de terceiros. Cada quadro de ansiedade ou de pânico é individual e pede avaliação profissional adequada.
Histórias de saúde de pessoas conhecidas aparecem com frequência no portal, como na matéria sobre Matt Damon que revelou o aneurisma cerebral da esposa. Desta vez, o tema é a mente, no relato em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico.

POR QUE FALAR DE SAÚDE MENTAL EM PÚBLICO AJUDA OUTROS HOMENS A BUSCAR APOIO?
Quando uma figura pública descreve a própria crise, parte do público se reconhece na descrição. Esse reconhecimento é, muitas vezes, o primeiro passo para que alguém aceite que o que sente tem nome e pode ser tratado com ajuda profissional. É a lógica presente no relato em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico.
O ponto levantado por Serrado sobre os homens toca em um obstáculo conhecido: a ideia de que pedir ajuda seria sinal de fraqueza. Enquanto esse estigma permanece, sintomas são escondidos e o sofrimento tende a se prolongar sem acompanhamento.
Buscar ajuda profissional é a orientação geral diante de crises recorrentes de ansiedade ou de pânico. Psicólogos e psiquiatras são os profissionais indicados para avaliar cada caso, e serviços públicos de saúde oferecem portas de entrada para esse atendimento.
Em situações de crise intensa, o apoio imediato também importa: conversar com alguém de confiança e procurar atendimento de urgência são medidas práticas enquanto o acompanhamento regular não começa. Ninguém precisa atravessar esse tipo de episódio sozinho.
A fé e a comunidade também fazem parte da rede de apoio de muitas pessoas, como conversa, oração e acolhimento. Esse suporte convive com o tratamento profissional, sem substituir a avaliação de quem é especialista no tema.
O programa desta sexta-feira deu horário nobre a esse debate, com um depoimento direto e sem rodeios. Fica o registro da conversa em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico e em que a palavra frescura foi respondida com um pedido simples: ajuda.
Se o relato alcançar um único espectador que decide procurar apoio, o efeito prático já terá valido a exposição. É a consequência mais concreta do depoimento em que Marcelo Serrado fala de crise de pânico, segundo a GloboNews.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (homem sentado sozinho em parque, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (homem em banco ao pôr do sol, CC0, foto de arquivo)FONTE: Instagram @globonews, publicação original sobre a participação de Marcelo Serrado no programa Extraordinários, com o relato da primeira crise de pânico e da dificuldade de pedir ajuda, consultada em 7 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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