RESUMO:
- Segundo o Diário do Poder, o Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA para atuar como adido militar na embaixada da Venezuela em Brasília, mesmo com o nome dele na lista de sancionados do Tesouro dos Estados Unidos desde novembro de 2024.
- De acordo com a reportagem, a autorização partiu do Ministério da Defesa, comandado por José Múcio, que informou ao Itamaraty não haver óbice à concessão. O Ministério das Relações Exteriores, sob Mauro Vieira, apenas formalizou a comunicação.
- Segundo o Tesouro americano citado pela fonte, Reyes Rivero comandava a ZODI de Yaracuy e é acusado de participação na repressão após as eleições de 28 de julho de 2024, com uso de armas de fogo contra manifestantes, detenções arbitrárias e agressões a menores.
- A existência do beneplácito só se tornou pública após cobrança da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara, com resposta escrita do Itamaraty em 31 de julho de 2026. É o pano de fundo do caso em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
Um oficial acusado por Washington de reprimir manifestantes atua hoje dentro da embaixada venezuelana na capital brasileira. De acordo com o Diário do Poder, o Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA como adido militar em Brasília, em decisão que passou pela Defesa e pelo Itamaraty e que só veio a público meses depois, por cobrança do Congresso.
COMO GOVERNO LULA ACOLHEU GENERAL DE MADURO SANCIONADO PELOS EUA COMO ADIDO EM BRASÍLIA?
Segundo a reportagem, Luis Gerardo Reyes Rivero foi acolhido para atuar como adido militar na embaixada da Venezuela em Brasília. O adido é o representante militar oficial de um país junto à representação diplomática, e a função passa por análise do país anfitrião antes da aceitação formal.
A autorização partiu do Ministério da Defesa, comandado por José Múcio, que informou ao Itamaraty não haver óbice à concessão do beneplácito, relatou o Diário do Poder. O Ministério das Relações Exteriores, sob o chanceler Mauro Vieira, apenas formalizou a comunicação à representação venezuelana.
O processo de acreditação de um adido militar estrangeiro exige a análise de mérito pelo Ministério da Defesa do país anfitrião, segundo a matéria. No caso de Reyes Rivero, a Defesa emitiu parecer favorável, e o Itamaraty transmitiu o resultado à embaixada da Venezuela.
Não houve divulgação detalhada dos critérios avaliados nem de eventuais ressalvas consideradas na decisão, relatou a fonte. É a lacuna de informação registrada no processo em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
O acolhimento ocorreu apesar de o general estar sob sanções americanas desde 2024, ponto que a reportagem apresenta como o centro do caso. É a decisão formal por trás do episódio em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
O QUE O TESOURO DOS ESTADOS UNIDOS ATRIBUI A REYES RIVERO NA REPRESSÃO NA VENEZUELA?
Reyes Rivero foi incluído na lista de Specially Designated Nationals, a SDN, da Office of Foreign Assets Control, a OFAC, em 27 de novembro de 2024, junto com outros 21 oficiais e autoridades ligados ao regime de Nicolás Maduro, relatou o Diário do Poder a partir do Tesouro americano.
Segundo o Tesouro dos Estados Unidos, ele atuava como comandante e general de divisão da Zona Operativa de Defesa Integral, a ZODI, de Yaracuy, uma das unidades envolvidas nas operações que se seguiram às eleições presidenciais de 28 de julho de 2024 na Venezuela.
As sanções o acusam, segundo o Tesouro citado pela fonte, de participação em operações que incluíram uso de armas de fogo contra manifestantes, detenções arbitrárias e agressões a menores. As acusações são atribuídas nesta matéria ao Tesouro americano e à reportagem, sem confirmação independente do portal.
O Brasil, tradicionalmente, não aplica sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos, reconhecendo apenas as aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, destacou a reportagem. É a doutrina brasileira presente no contexto em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
O tema Venezuela aparece em outras frentes do portal, como na matéria sobre o juiz que conduzia ação contra Maduro e morreu aos 92 anos. Nos dois casos, decisões envolvendo o regime venezuelano produzem efeitos fora do país.

COMO O BENÉPLACITO VEIO A PÚBLICO E O QUE AINDA FALTA DE RESPOSTA NO CASO?
A existência do beneplácito só se tornou pública após cobrança da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, relatou o Diário do Poder. Sem a cobrança parlamentar, a decisão não havia sido anunciada publicamente pelos órgãos envolvidos.
Em resposta escrita enviada em 31 de julho de 2026, o Itamaraty confirmou a decisão e destacou que uma busca em arquivos não identificou precedentes semelhantes de aprovação de diplomatas ou adidos sob restrições unilaterais de outros países. É o registro oficial conhecido do caso em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
A medida reacende o debate sobre a relação do governo brasileiro com o regime venezuelano, segundo a reportagem, e sobre possíveis impactos na interlocução com Washington, especialmente em áreas como cooperação de defesa, compartilhamento de informações e operações de fronteira.
Até o momento, não há registro público de manifestações oficiais adicionais do Palácio do Planalto nem de reações formais do governo dos Estados Unidos ao caso, relatou a fonte. É o silêncio oficial que cerca o episódio em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
O fato documentado é a sequência descrita pelo Diário do Poder: sanção americana em novembro de 2024, parecer favorável da Defesa, formalização do Itamaraty e confirmação escrita ao Congresso em julho de 2026. É o resumo do processo em que Governo Lula acolheu general de Maduro sancionado pelos EUA.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Diário do Poder (general venezuelano Luis Gerardo Reyes Rivero, de uniforme militar, em foto divulgada na matéria) e Wikimedia Commons (Palácio do Itamaraty, em Brasília, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: Diário do Poder, matéria original sobre o governo Lula acolher o general de Maduro sancionado pelos EUA, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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