RESUMO:
- Segundo a Portas Abertas Brasil, mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo: em 27 de setembro de 2026, cristãos de 38 igrejas da Comunidade Evangélica na África Central, a CECA, no leste do país, aderiram à petição da campanha Desperta África.
- A petição pede ações concretas para enfrentar a violência e a perseguição contra cristãos na África Subsaariana, segundo a organização. A mobilização foi marcada por momentos de oração, louvor e encorajamento à participação dos fiéis.
- A região de Beni, no leste congolês, convive há anos com ataques de grupos armados, especialmente das Forças Democráticas Aliadas, as ADF, segundo a Portas Abertas. A violência provocou deslocamentos forçados e o fechamento de escolas, unidades de saúde e igrejas.
- Cerca de 4.800 assinaturas foram coletadas em formulários físicos, e outras pessoas participaram pelo QR Code da campanha, cujo prazo termina em 2 de novembro. É o alcance da mobilização em que mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo.
Quem vive a perseguição decidiu falar por quem também a enfrenta em outros países. Segundo a Portas Abertas Brasil, mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo, em uma mobilização que transformou cultos e encontros de oração em um ato público de solidariedade.
O QUE A PETIÇÃO DESPERTA ÁFRICA PEDE E QUEM ASSINOU NO CONGO?
De acordo com a Portas Abertas, a petição Desperta África pede ações concretas para enfrentar a violência e a perseguição contra cristãos na África Subsaariana. Em 27 de setembro, a adesão reuniu cristãos de 38 igrejas da CECA na região leste da República Democrática do Congo, uma das áreas mais atingidas pelos ataques.
Antes da mobilização, líderes locais participaram de seminários sobre preparação para a perseguição, organizados por parceiros da Portas Abertas, segundo a organização. Os encontros incentivaram as igrejas a refletir sobre a responsabilidade bíblica de apoiar cristãos perseguidos e defender quem não consegue fazer a própria voz ser ouvida.
O pastor Adubango, responsável pelas 38 igrejas da CECA, incentivou as congregações a dedicar um mês inteiro ao ensino sobre perseguição religiosa, segundo a reportagem. O nome do pastor foi alterado por segurança, prática da organização em áreas de risco. É o contexto da mobilização em que mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo.

COMO A VIOLÊNCIA DAS ADF AFETA AS IGREJAS DO LESTE CONGOLES?
“Muitos cristãos abandonaram suas plantações. Tornaram-se deslocados e deixaram suas casas para trás. Muitas de nossas escolas estão fechadas, assim como unidades de saúde e igrejas. Vamos assinar a petição e erguer a voz da igreja”, afirmou o pastor Adubango, segundo a Portas Abertas. É o relato de quem lidera igrejas na região de Beni, palco de ataques atribuídos às ADF. No episódio em que mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo, a assinatura foi descrita pelos participantes como resposta direta a essa realidade.
Outro líder cristão, com a identidade preservada por segurança, destacou o impacto dos treinamentos oferecidos antes da campanha. “Os seminários nos despertaram. Organizamos estudos sobre perseguição em nossas igrejas e pretendemos ampliar esse trabalho para os grupos familiares, preparando nossos membros para os desafios que enfrentamos”, afirmou, segundo a organização.
Depois dos cultos, milhares de cristãos formaram filas para assinar, segundo a Portas Abertas. Em uma das igrejas da CECA, os membros assinaram a petição enquanto oravam e cantavam, em um testemunho coletivo de solidariedade inspirado em Provérbios 31.8, que manda erguer a voz em favor dos que não podem defender-se.
POR QUE MAIS DE 5 MIL CRISTÃOS ASSINAM PETIÇÃO NO CONGO E O QUE ACONTECE ATÉ 2 DE NOVEMBRO?
Para os participantes, cada assinatura representa uma chance de chamar atenção para a situação de milhões de cristãos na África Subsaariana, segundo a Portas Abertas. A mobilização congolesa mostra igrejas afetadas pela violência apoiando outros cristãos perseguidos, e não apenas pedindo ajuda para si. É o sentido apresentado pela campanha em que mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo.
Além de assinar, membros das igrejas assumiram o compromisso de divulgar a campanha em grupos de WhatsApp, redes sociais e conversas pessoais. O pastor Jonas, nome também alterado por segurança, encorajou os cristãos a compartilhar o link e incentivar outros a assinar, segundo a organização.
A Portas Abertas também apresentou pedidos de oração ligados à campanha, segundo a matéria: agradecer pela mobilização de milhares de cristãos, interceder por mais assinaturas antes do encerramento, pedir paz para as regiões afetadas pela violência na África Subsaariana e orar pela transformação dos perseguidores. A lista de pedidos mostra que, para as igrejas envolvidas, a petição é acompanhada de intercessão contínua pelas comunidades atingidas.
A perseguição a cristãos no Congo é acompanhada pelo portal em outras frentes, como na entrega de missionários que entregam 750 Bíblias em áudio no Congo para comunidades com dificuldade de acesso ao texto escrito. Nos dois casos, igrejas locais e parceiros internacionais atuam juntos na região leste do país.
O prazo para assinar a petição Desperta África termina em 2 de novembro, e a Portas Abertas convida cristãos de todo o mundo a ampliar a voz dos afetados pela violência. O fato documentado pela organização é um só: mais de 5 mil cristãos assinam petição no Congo.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (igreja de Boma, na República Democrática do Congo, CC BY-SA 4.0, e Catedral Notre-Dame de la Paix, em Bukavu, CC BY-SA 4.0, fotos de arquivo)FONTE: Portas Abertas Brasil, matéria original sobre a assinatura da petição Desperta África por cristãos de 38 igrejas da República Democrática do Congo, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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