Nikolas Ferreira (PL-MG) fez história neste domingo, 4 de outubro. O deputado federal ultrapassou a marca de 2 milhões de votos em Minas Gerais e quebrou o recorde de votação para a Câmara dos Deputados no Brasil, que pertencia a Eduardo Bolsonaro desde 2018.
RESUMO:
- Nikolas Ferreira ultrapassou 2 milhões de votos em Minas Gerais
- Com 61,95% apurado, somava 2.045.024 votos, superando o recorde de Eduardo Bolsonaro
- O recorde anterior era de 1.843.735 votos, de Eduardo Bolsonaro em 2018
- Lucas Pavanato (PL-SP) também quebrou o recorde na mesma eleição
COMO FOI A VOTAÇÃO?
Com 61,95% das seções apuradas em Minas Gerais, Nikolas Ferreira já somava 2.045.024 votos, deixando para trás a marca histórica. A apuração seguiu e os números continuaram subindo: com 80,51% das urnas mineiras totalizadas, ele chegava a 2.600.722 votos, segundo o TSE.
QUEM ERA O DONO DO RECORDE?
O recorde pertencia a Eduardo Bolsonaro, que recebeu 1.843.735 votos por São Paulo na eleição de 2018. Antes dele, uma das maiores votações da história havia sido a de Enéas Carneiro, com mais de 1,57 milhão de votos em São Paulo, em 2002.
Em 2022, o próprio Nikolas já havia sido o deputado federal mais votado do país naquele pleito, com 1.492.047 votos. A meta da campanha e do PL para 2026 era justamente chegar aos 2 milhões, marca superada ainda durante a apuração.
E O LUCAS PAVANATO?
Nikolas não foi o único a derrubar a marca de 2018. Lucas Pavanato (PL-SP) também quebrou o recorde na mesma eleição, ultrapassando 2,7 milhões de votos em São Paulo, e chegou a ficar numericamente à frente de Nikolas em um momento da apuração. O ranking final entre os dois depende da conclusão da totalização.
O QUE VEM PELA FRENTE?
Aos 30 anos, Nikolas Ferreira foi confirmado reeleito logo no início da apuração. Durante a campanha, ele também atuou como cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro em Minas Gerais e de candidatos da direita em vários estados, consolidando-se como uma das maiores forças eleitorais do país.
CRÉDITOS
IMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Instagram @brasilparalelo | Internet
FONTE: TSE e Brasil Paralelo
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