RESUMO:
- Segundo o Hugo Gloss, uma operação prende funcionários da Disney e da Universal: a ação do gabinete do xerife do condado de Polk, na Flórida, durou sete dias, foi encerrada na sexta-feira, 30, e resultou em 281 prisões em investigação sobre tráfico humano e exploração sexual infantil.
- O xerife Grady Judd confirmou em coletiva que 17 dos detidos trabalhavam em parques temáticos da região de Orlando. “Tivemos 17 funcionários de parques temáticos presos”, declarou. “A Disney teve 13; a Universal teve 4”, especificou o xerife, segundo a reportagem.
- A investigação usou agentes disfarçados, e parte dos policiais se passou por menores de idade em conversas pela internet, nas quais os investigados tentavam combinar encontros, relatou o Hugo Gloss com informações da CBS. Os detidos são suspeitos e acusados, não condenados.
- Ao apresentar os resultados, Judd afirmou que 31 pessoas viajaram até o condado de Polk com a intenção de encontrar crianças. Também foram detidos um treinador de futebol americano infantil e um integrante da Marinha. É o balanço oficial da ação em que a operação prende funcionários da Disney e da Universal.
Os números foram anunciados em coletiva pelo xerife do condado, com a lista de empregadores dos detidos lida em público. Segundo o Hugo Gloss, a operação prende funcionários da Disney e da Universal dentro de uma ação de sete dias contra o tráfico humano e a exploração sexual infantil, o balanço em que a operação prende funcionários da Disney e da Universal.
COMO A OPERAÇÃO PRENDE FUNCIONÁRIOS DA DISNEY E DA UNIVERSAL FOI CONDUZIDA?
A operação foi conduzida pelo gabinete do xerife do condado de Polk, na Flórida, durou sete dias e foi encerrada na sexta-feira, 30, relatou o Hugo Gloss com informações da CBS. O objetivo declarado era identificar suspeitos de tráfico humano e de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.
Durante a ação, agentes atuaram disfarçados. Parte dos policiais se passou por menores de idade em conversas pela internet, nas quais, segundo a polícia, os investigados tentavam combinar encontros presenciais. Foi nesse tipo de abordagem que parte das prisões aconteceu, de acordo com o relato do xerife.
“Senhoras e senhores: 31. Viajaram para fazer sexo com uma criança”, afirmou Judd ao apresentar os resultados. A frase do xerife resume a acusação central contra esse grupo de detidos: a polícia sustenta que eles se deslocaram até o condado com a intenção de encontrar menores, e é nesses termos que as acusações foram apresentadas.
Todos os detidos respondem como suspeitos e acusados no âmbito da investigação, e os casos seguem o curso da Justiça americana. O portal registra os fatos nos termos em que foram relatados pela polícia e pela reportagem. É o método empregado na ação em que a operação prende funcionários da Disney e da Universal.

QUEM SÃO OS FUNCIONÁRIOS DE PARQUES ENTRE OS 281 DETIDOS?
Entre os detidos, segundo o xerife, está um homem que trabalhou como intérprete do personagem Mickey Mouse na Disney. Outro colaborador da companhia foi preso, de acordo com as autoridades, após marcar um encontro com um policial disfarçado que se passava por um menino de 13 anos, e carregava o uniforme de trabalho no carro no momento da abordagem.
A operação também alcançou profissionais que atuavam fora dos parques. Um treinador do Davenport Titans, equipe infantil de futebol americano, foi detido após, segundo a polícia, tentar encontrar uma pessoa que acreditava ser uma adolescente de 14 anos. O treinador trabalhava com garotos de 11 a 14 anos. Um integrante da Marinha norte-americana também estava entre os presos.
Ao comentar a presença de profissionais que conviviam com crianças entre os investigados, Judd ressaltou a importância das operações com agentes disfarçados. O xerife alertou ainda os pais sobre a necessidade de acompanhar as atividades dos filhos na internet e de conhecer os adultos que fazem parte da rotina deles.
Em relação às empresas, Judd informou que a Disney colaborou com a investigação e demitiu os funcionários envolvidos. “A propósito, a Disney nos disse que demitiu todas essas pessoas”, declarou o xerife durante a coletiva, na qual também agradeceu à companhia pela cooperação com as autoridades, relatou o Hugo Gloss.
QUAIS FORAM OS OUTROS RESULTADOS ANUNCIADOS PELO XERIFE JUDD?
Além dos casos ligados à exploração sexual, a operação identificou outras possíveis infrações entre os 281 detidos. Segundo o xerife, 24 dos presos estavam com armas de fogo e nove cumpriam liberdade condicional no momento das prisões. É parte do balanço apresentado na coletiva em que a operação prende funcionários da Disney e da Universal.
Judd informou ainda que 32 pessoas presas não possuíam documentação migratória regular nos Estados Unidos. Até o momento da coletiva, 16 delas haviam sido encaminhadas ao Serviço de Imigração e Alfândega norte-americano, o ICE, de acordo com o relato da reportagem.
Uma publicação reproduzida na reportagem, da ativista Brigitte Gabriel, afirmou que os detidos acumulavam 798 acusações anteriores e passavam a responder a 488 novas acusações. Os números são os da publicação reproduzida pelo Hugo Gloss e se somam ao balanço oficial apresentado pelo gabinete do xerife na coletiva.
Ações policiais de grande porte nos Estados Unidos aparecem em outras frentes do portal, como as diligências registradas na matéria sobre a Polícia Federal faz buscas em endereços ligados ao pastor Márcio Poncio. O fato documentado pelo Hugo Gloss é um só: operação prende funcionários da Disney e da Universal.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Hugo Gloss (personagens em frente ao castelo da Disney, em Orlando) e Wikimedia Commons (farol do parque Universal Islands of Adventure, em Orlando, CC BY-SA 3.0, foto de arquivo)FONTE: Hugo Gloss, matéria original sobre a operação policial na Flórida que prendeu 281 pessoas, incluindo trabalhadores de parques temáticos, com informações da CBS, consultada em 1 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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