RESUMO:
- Segundo a Canção Nova Notícias, com a Vatican News, o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia: ao final do Angelus deste domingo, 1º, o Papa Leão XIV comentou a ação humanitária concluída em prol da população civil de Oleshky, na Ucrânia.
- A cidade, na região de Kherson e ocupada pela Rússia, teve a evacuação de civis concluída nas últimas horas, após uma trégua humanitária anunciada em 23 de outubro, por acordo confirmado por Moscou e Kiev, com mediação dos Estados Unidos.
- Oleshky tinha cerca de 24 mil moradores antes da guerra e soma agora cerca de 2 mil, incluindo cerca de 50 crianças. Nos últimos meses, a população viveu sem água, sem eletricidade, sem remédios e sem ambulâncias, com todas as saídas bloqueadas.
- O cessar-fogo é o mais longo desde o início da invasão em grande escala e permanece em vigor até segunda-feira, 2, às 10h59. Entre os deslocados, a mais velha tem 94 anos e o mais jovem, pouco mais de um ano. É o contexto em que o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.
Uma evacuação rara virou, da janela do Palácio Apostólico, um pedido por algo maior do que uma pausa. Segundo a Canção Nova Notícias, o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia ao transformar o gesto humanitário de Oleshky em argumento por uma paz duradoura, o movimento público em que o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.
POR QUE O PAPA APELA POR DIÁLOGO E PAZ NA UCRÂNIA NESTE ANGELUS?
“Nos últimos dias, foi realizada uma ação humanitária em prol da população civil na cidade de Oleshky. Espero que a colaboração entre as partes, que tornou possível esse gesto humanitário tão necessário, faça crescer a vontade de diálogo e leve a novas iniciativas concretas de paz”, afirmou Leão XIV ao final do Angelus.
Segundo a Canção Nova, o Pontífice foi o primeiro a levar ao conhecimento do mundo a tragédia vivida pela população de Oleshky. Foi exatamente uma trégua como essa que ele havia solicitado ao presidente russo, Putin, em conversa por telefone durante a sua internação no Hospital Gemelli, em Roma, e, posteriormente, ao líder ucraniano Zelensky, alguns dias depois.
O pedido papal era específico: uma trégua para permitir a chegada de ajuda alimentar e médica e a evacuação voluntária e segura da população civil. A missão concluída nas últimas horas responde, assim, a uma solicitação que o próprio Papa vinha fazendo diretamente aos dois lados do conflito.
Da janela do Palácio Apostólico, Leão XIV elevou orações para que o cessar-fogo não se limite a uma pausa temporária, mas que se trabalhe por uma paz duradoura. É a esperança declarada no Angelus em que o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.

COMO VIVIA A POPULAÇÃO DE OLESHKY E COMO FOI A EVACUAÇÃO?
Os moradores de Oleshky, que antes da guerra eram cerca de 24 mil e agora somam apenas cerca de 2 mil, incluindo cerca de 50 crianças, viveram os últimos meses sem água, sem eletricidade, sem remédios nem ambulâncias, relatou a Canção Nova.
Todas as saídas estavam bloqueadas: a única ponte que ligava a cidade a Kherson foi destruída em novembro de 2022 e as estradas para fora da cidade estavam minadas. Foi para romper esse cerco que o Papa pediu uma trégua humanitária que permitisse uma rota de fuga.
A trégua foi anunciada em 23 de outubro, por meio de um acordo confirmado por Moscou e Kiev, no qual a mediação dos Estados Unidos foi determinante, com o envolvimento da primeira-dama Melania Trump. O cessar-fogo, o mais longo desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, permanece em vigor até segunda-feira, 2, às 10h59. É a janela humanitária aberta no conflito em que o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.
Enquanto isso, os moradores de Oleshky puderam atravessar a fronteira aos poucos. Não se sabe quantos civis chegaram aos territórios controlados pela Ucrânia não ocupada, mas sabe-se que a mais velha entre os deslocados tem 94 anos e o mais jovem, pouco mais de um ano de idade.
O QUE DISSERAM AS IGREJAS DA UCRÂNIA SOBRE A MISSÃO HUMANITÁRIA?
O Conselho Ucraniano das Igrejas e Organizações Religiosas também se pronunciou sobre a missão em Oleshky e afirmou acolher com satisfação o bom desfecho da ação humanitária, viabilizada pela implementação dos acordos firmados e pelo respeito ao cessar-fogo. É a reação das igrejas locais ao episódio em que o Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.
Em comunicado, o Conselho agradeceu ao Papa Leão XIV, a todos os parceiros da Ucrânia e às pessoas de boa vontade pelos esforços, pelo empenho e pelas orações voltados para salvar os habitantes de Oleshky. O órgão deu ainda as boas-vindas aos concidadãos que aproveitaram a oportunidade de deixar a cidade e se refugiar nos territórios controlados pela Ucrânia.
O Conselho acolheu com satisfação também a prestação de assistência humanitária aos residentes que permanecem em Oleshky e expressou a esperança de que a experiência da missão possa ser estendida a outras comunidades cujos habitantes estejam em necessidade igualmente urgente de assistência.
“Confiamos a Maria, Rainha da Paz e de todos os santos, todos aqueles que, em todas as partes do mundo, sofrem por causa das guerras”, rezou o Papa, voltando o olhar para todas as vítimas dos conflitos. As igrejas ucranianas afirmaram que continuam rezando pelo fim da guerra e para que uma paz justa prevaleça. A agenda do Pontífice aparece em outras frentes do portal, como a viagem registrada na matéria sobre o Papa Leão XIV visita o Uruguai de 6 a 8 de novembro. O fato documentado pela Canção Nova Notícias é um só: Papa apela por diálogo e paz na Ucrânia.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Papa Leão XIV, CC BY-SA 4.0, e multidão de fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano, CC0, fotos de arquivo)FONTE: Canção Nova Notícias, matéria original sobre o apelo do Papa Leão XIV no Angelus após a evacuação humanitária de civis de Oleshky, na Ucrânia, com informações da Vatican News, consultada em 1 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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