RESUMO:
- Segundo a Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, a volta de María Corina foi negociada pelos EUA por meio de conversas de reconciliação apoiadas por Washington.
- Segundo a representação diplomática, as conversas também possibilitaram a libertação de centenas de presos políticos venezuelanos.
- Segundo a Revista Oeste, María Corina Machado retornou ao país neste domingo, 25, depois de quase um ano no exterior.
- Segundo a Revista Oeste, Marco Rubio chamou as conversas de melhor oportunidade da Venezuela em trinta anos.
A Revista Oeste informou nesta segunda-feira, 26, que a volta de María Corina foi negociada pelos EUA como resultado das conversas de reconciliação, conforme a Embaixada norte-americana em Caracas. Segundo a revista, as conversas também possibilitaram a libertação de centenas de presos políticos. A representação diplomática afirmou ainda, de acordo com a publicação, que centenas de opositores exilados retornaram ao país. O anúncio recoloca a líder opositora no centro da transição política venezuelana.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, pediu respeito às liberdades políticas e apoio às negociações em andamento, segundo a Revista Oeste. Em publicação na rede social X nesta segunda-feira, 26, ele afirmou, conforme a revista: “Essas conversas representam a melhor oportunidade que a Venezuela teve em trinta anos para alcançar pacificamente não apenas eleições livres e justas, mas também uma democracia duradoura”. A declaração foi reproduzida pela publicação brasileira.
COMO A VOLTA DE MARÍA CORINA FOI NEGOCIADA PELOS EUA?
De acordo com a Revista Oeste, a Embaixada dos Estados Unidos em Caracas atribuiu às conversas de reconciliação o retorno da líder opositora ao país. É nesse contexto, segundo a representação diplomática citada pela revista, que a volta de María Corina foi negociada pelos EUA se tornou possível. A embaixada, conforme a publicação, liga o resultado diretamente ao apoio norte-americano às negociações. A revista não detalha, no texto, datas nem participantes de cada rodada de conversa realizada.
Na publicação da embaixada na rede social X, reproduzida pela Revista Oeste, o trecho em espanhol afirma: “Las condiciones que permiten el regreso seguro de la Sra. Machado a Venezuela son el resultado directo de las conversaciones de reconciliación apoyadas por Estados Unidos”. Em tradução livre: “As condições que permitem o retorno seguro da Sra. Machado à Venezuela são o resultado direto das conversas de reconciliação apoiadas pelos Estados Unidos”. A postagem é de 25 de outubro.

COMO FOI O RETORNO DELA AO PAÍS NO DOMINGO?
A líder opositora retornou ao país neste domingo, 25, depois de quase um ano no exterior, segundo a Revista Oeste. Vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, ela anunciou a chegada pelas redes sociais e escreveu: “Estou aqui, com vocês”. Para a revista, o domingo marcou o desfecho público do processo em que a volta de María Corina foi negociada pelos EUA, conforme a embaixada. Ela visitou uma igreja no Estado de Lara, participou de uma missa e se reuniu com apoiadores.
Ela havia deixado a Venezuela em dezembro de 2025, depois de passar mais de um ano na clandestinidade para evitar a prisão, segundo a Revista Oeste. Desde então, tentou retornar ao país pelo menos sete vezes, sem sucesso, de acordo com a publicação. O desfecho, segundo a embaixada citada pela revista, resume-se a uma afirmação central: a volta de María Corina foi negociada pelos EUA. Só depois desse processo, afirma a publicação, a entrada dela no país se concretizou neste domingo.
Edmundo González, candidato à Presidência em 2024 com o apoio de María Corina, comemorou a chegada dela e manifestou a intenção de se reunir com ela, segundo a Revista Oeste. O Hugo Gospel já acompanhou o tema na matéria sobre o retorno de María Corina Machado, que traz o contexto da trajetória da líder opositora. A comemoração de González foi registrada pela revista nesta segunda-feira, 26.
POR QUE AS ELEIÇÕES ATÉ JULHO DE 2027 SEGUEM SEM DATA?
O retorno ocorre em meio às negociações sobre a transição política no país, conduzidas pelo governo interino de Delcy Rodríguez com os Estados Unidos e setores da oposição, segundo a Revista Oeste. Delcy assumiu o comando do país depois da prisão de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, em janeiro, conforme a revista. Nesse cenário, a afirmação de que a volta de María Corina foi negociada pelos EUA ganha peso político, segundo a leitura da embaixada reproduzida pela publicação.
Desde a prisão de Maduro, o regime de Delcy Rodríguez negocia mudanças nas instituições eleitorais e judiciais com Washington, segundo a Revista Oeste. O Vente Venezuela, partido de María Corina, não participa dessas conversas, de acordo com a publicação. A líder opositora defende eleições presidenciais até julho de 2027. É também nesse impasse que, segundo a embaixada, a volta de María Corina foi negociada pelos EUA, sem que uma data de eleição tenha sido estabelecida até aqui.
A Revista Oeste publicou o relato nesta segunda-feira, 26, às 22h45, em texto do jornalista Mateus Conte. Segundo a revista, as informações partem da Embaixada norte-americana em Caracas e de publicação de Marco Rubio na rede social X. Por se tratar de tema político sensível, cada afirmação desta matéria é atribuída à publicação, à embaixada ou ao secretário de Estado. Nenhuma data de eleição consta como definida no texto da revista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Delcy Rodríguez afirmaram que o país terá um novo pleito, mas ainda não estabeleceram uma data, segundo a Revista Oeste. Enquanto a data não sai, o fato político imediato, na versão da embaixada reproduzida pela revista, é que a volta de María Corina foi negociada pelos EUA. A oposição liderada por María Corina cobra eleições até julho de 2027, prazo defendido por ela, conforme a publicação brasileira.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Revista OesteFONTE: Revista Oeste, matéria original sobre o fato, consultada em 26 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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