RESUMO:
- Procuradores federais afirmaram nesta segunda feira, 26 de outubro de 2026, que migrantes votaram 1500 vezes no estado de Washington: 405 pessoas que eles acreditam não ser cidadãs americanas teriam lançado mais de 1.500 cédulas.
- Segundo a Breitbart, os nomes foram enviados às autoridades eleitorais do estado, com o pedido de separar as cédulas desses eleitores até a checagem da elegibilidade.
- O procurador federal interino Neil Floyd declarou que o número identificado é apenas a ponta do iceberg e que a apuração continua.
- O anúncio foi feito a poucos dias das eleições de meio de mandato de 3 de novembro nos Estados Unidos.
O caso em que migrantes votaram 1500 vezes foi apresentado nesta segunda feira, 26 de outubro de 2026, por procuradores federais dos Estados Unidos. Segundo a Breitbart, investigadores identificaram 405 pessoas que, de acordo com a apuração federal, não são cidadãs americanas e votaram em eleições no estado de Washington. Juntas, elas teriam lançado mais de 1.500 cédulas ao longo de várias eleições.
De acordo com a reportagem, os nomes foram repassados às autoridades eleitorais estaduais. O pedido do governo federal é que eventuais cédulas desses eleitores sejam separadas até que a elegibilidade de cada um seja verificada. A divulgação do caso de migrantes votaram 1500 vezes acontece na reta final antes das eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro.
COMO OS INVESTIGADORES DESCOBRIRAM QUE MIGRANTES VOTARAM 1500 VEZES?
Segundo a Breitbart, investigadores do Departamento de Segurança Interna compararam listas públicas de eleitores de Washington com registros federais. O objetivo era localizar eleitores registrados que, segundo os dados do governo, não teriam cidadania americana. Depois do cruzamento, as equipes checaram se aquelas pessoas haviam de fato votado.
O procurador federal interino do Distrito Ocidental de Washington, Neil Floyd, afirmou que o trabalho exigiu várias conferências para garantir que os registros se referiam à mesma pessoa. Por isso, segundo ele, a apuração avança nome por nome. Foi nesse processo que a investigação concluiu que migrantes votaram 1500 vezes no estado, em eleições federais e estaduais.

O QUE DISSE O PROCURADOR SOBRE O CASO?
Em declaração reproduzida pela Breitbart, Neil Floyd afirmou: “Through our investigation, we have confirmed with high confidence that non-citizens are voting in the state of Washington in federal and state elections.” Em tradução livre: Por meio da nossa investigação, confirmamos com alto grau de confiança que não cidadãos estão votando no estado de Washington em eleições federais e estaduais.
Na mesma fala, o procurador tratou o caso em que migrantes votaram 1500 vezes como parcial. Ele disse: “This is only the tip of the iceberg.” Em tradução livre: Isso é apenas a ponta do iceberg. Floyd estimou que o total de não cidadãos que votaram em Washington pode chegar à casa dos milhares, embora não tenha apresentado uma contagem estadual completa para sustentar a estimativa.
Floyd também criticou a recusa do estado de Washington de compartilhar com o governo federal o banco de dados completo de eleitores, com informações de identificação pessoal. Segundo ele, com acesso à base integral, o cruzamento seria muito mais rápido. Sem ela, os investigadores precisam fazer o trabalho caso a caso, o que torna a apuração mais lenta.
O QUE ACONTECE AGORA COM OS ELEITORES APONTADOS?
De acordo com a Breitbart, o gabinete de Floyd afirmou que vai processar criminalmente quem votar ilegalmente e também quem ajudar conscientemente nesse tipo de voto. O pedido para separar as cédulas dos 405 nomes vale enquanto a elegibilidade não é confirmada. A medida busca impedir que votos de pessoas sem direito sejam contados nas eleições de 3 de novembro.
O tema da integridade eleitoral já vinha sendo acompanhado pelo portal. Em outra reportagem, o Departamento de Justiça acusou 48 não cidadãos de crimes de voto em 5 estados, em anúncio anterior do governo americano. Os dois casos tratam de frentes diferentes da mesma ofensiva federal sobre registros de eleitores.
A Breitbart lembrou ainda que, na semana passada, autoridades do condado de Los Angeles disseram à Justiça que não conseguem verificar de forma independente a cidadania dos eleitores além do que eles declaram no formulário de registro. O Departamento de Justiça processou a Califórnia para impedir a contagem de cédulas de mais de 20 mil eleitores apontados como prováveis não cidadãos, e o estado contestou as provas da lista federal.
Com a proximidade das eleições de meio de mandato, o caso em que migrantes votaram 1500 vezes deve seguir em disputa entre o governo federal e as autoridades de Washington. De um lado, procuradores falam em proteger a integridade do voto. Do outro, estados resistem a entregar bases completas de eleitores. A definição sobre as cédulas separadas caberá às autoridades eleitorais e à Justiça.
Para os eleitores americanos, o episódio reforça que a checagem de registros virou um dos temas centrais desta eleição. E o anúncio de que migrantes votaram 1500 vezes tende a alimentar o debate nacional sobre quem pode votar e como essa verificação deve ser feita.
O anúncio também reacendeu a discussão sobre a confiança nas listas de eleitores dos estados. Para os procuradores, o fato de que migrantes votaram 1500 vezes ao longo de várias eleições mostra que a fiscalização precisa ser contínua, e não apenas em anos de eleição presidencial.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Wikimedia Commons (CC BY 2.0 e CC0, licenças livres)FONTE: Breitbart News, matéria original sobre o fato, consultada em 27 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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