RESUMO:
- JD Vance fala sobre candidatura em 2028 e afirma que ainda não decidiu se disputará a Casa Branca, em entrevista ao comunicador Raymond Arroyo, da EWTN.
- Considerado o favorito à nomeação republicana, o vice presidente diz que pensará seriamente no assunto depois das eleições de meio de mandato.
- Vance afirma que decidirá ouvindo Deus, em conversa com a esposa e com o seu pastor, e que ainda não sentiu uma direção definitiva.
- Ele também diz que a fé influencia as suas políticas públicas e que o seu maior arrependimento é não ter tido filhos mais cedo.
O momento em que JD Vance fala sobre candidatura em 2028 ocorreu em entrevista a Raymond Arroyo, exibida neste mês pela EWTN News. Vance afirmou que não está pensando intensamente em uma corrida presidencial em meio às disputas de meio de mandato de 2026, mas reconheceu que o tema vai exigir uma decisão.
Segundo a EWTN, o vice presidente é amplamente considerado o favorito à nomeação republicana de 2028. Ao ser perguntado se sente Deus o chamando para disputar a Presidência, ele respondeu que sente Deus o chamando para fazer o melhor trabalho possível no cargo atual e para promover o bem comum.
O QUE JD VANCE FALA SOBRE CANDIDATURA EM 2028?
Ele fala em espera e em prazo. “As soon as the midterms are over, I’m going to have to think seriously about it.” Em tradução livre: Assim que as eleições de meio de mandato terminarem, vou ter que pensar seriamente sobre isso. A frase marca o calendário: nada de decisão antes do fim do ciclo eleitoral de 2026.
Na mesma conversa, JD Vance fala sobre candidatura em 2028 como uma decisão que passará pela fé. Ele disse que, quando se sentar com a esposa e com o seu pastor, e fizer a sua própria deliberação interna, espera ouvir Deus lhe dizendo para fazer algo ou para não fazer. E completou que, até agora, não sentiu Deus lhe dizer que precisa seguir um caminho ou outro, embora isso possa mudar.

COMO A FÉ ENTRA NOS PLANOS DO VICE PRESIDENTE?
Vance afirmou que a sua fé influencia a maneira como ele pensa as políticas públicas. Segundo ele, a fé o chama a ser mais caridoso com as pessoas e a perguntar como elevar os menores entre nós e garantir bons empregos, mesmo quando isso não é o ideal para o resultado financeiro das empresas.
Ele também afirmou que a fé o manda proteger os fracos e os vulneráveis, começando pelos não nascidos, mas incluindo muitas outras pessoas. E reconheceu os próprios limites: disse ser um praticante imperfeito da fé, mas que a melhor versão de si mesmo é a que ouve a voz que, para ele, vem de Deus.
Declarações desse tipo têm peso eleitoral nos Estados Unidos, onde o voto evangélico e o voto católico são disputados pelos dois partidos. Não é por acaso que a entrevista em que JD Vance fala sobre candidatura em 2028 foi dada a uma rede católica, para um público para o qual a linguagem da fé é familiar e decisiva.
POR QUE A FAMÍLIA PESA NA DECISÃO DE VANCE?
Vance observou que ele e a esposa, Usha, têm quatro filhos pequenos, e que isso é uma consideração real diante de uma campanha presidencial. Uma disputa pela Casa Branca consome dois anos de viagens, debates e exposição, e o vice presidente colocou a família dentro da conta, ao lado da fé e da política.
Perguntado sobre o seu maior arrependimento, ele respondeu sem hesitar: não ter tido filhos mais cedo. Vance contou que, três semanas depois de começar a namorar Usha, já sabia que queria se casar e ter filhos com ela, e que o casal deveria ter começado antes. Os dois se casaram em 2014 e tiveram o primeiro filho em 2017.
O conselho que ele diz dar a casais jovens é direto: as pessoas esperam marcar todas as caixas e ter as finanças perfeitas para só então ter filhos, mas ninguém olha para trás e diz que teve dois filhos cedo demais. É uma mensagem pró-família que conversa com a base conservadora que ele precisará mobilizar se decidir disputar.
No fim, o quadro deixado pela entrevista em que JD Vance fala sobre candidatura em 2028 é o de um favorito que compra tempo sem fechar portas. Ele não lançou candidatura, não descartou a disputa e apresentou o critério da decisão: ouvir Deus, ouvir a família e esperar o fim das eleições de meio de mandato. Declarações de fé de figuras públicas são um tema recorrente do portal: nesta semana, Chris Pratt afirmou que sempre será um homem de fé e que ela é o maior legado para os filhos.
Quando JD Vance fala sobre candidatura em 2028 nesses termos, ele também sinaliza à base republicana que a sucessão de Donald Trump, quando chegar, será disputada por alguém que fala a língua da fé sem pedir desculpas por isso. A resposta definitiva, pelo calendário que ele mesmo anunciou, só vem depois das midterms.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | EWTN News (entrevista a Raymond Arroyo) e Wikimedia Commons (Capitólio dos EUA, licença livre)FONTE: EWTN News, matéria original sobre a entrevista, consultada em 27 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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