RESUMO:
- Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo, em Jerusalém, e afirma que sentiu uma presença maligna como nunca havia sentido na vida.
- O comentarista conservador viajou a Israel com a família para conhecer a história bíblica de perto e ouvir sobreviventes do massacre de 7 de outubro.
- Beck conta que chamou a esposa para orar no local e que recuou ao tentar tocar a moldura de uma porta associada ao templo antigo.
- No Jardim do Túmulo, no mesmo dia, ele descreve o oposto: uma paz que chamou de inacreditável e um coração tomado pela gratidão.
O relato em que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo foi feito em um episódio recente do programa Overtime, do próprio comentarista, e ganhou cobertura da Charisma News nesta terça feira, 27. Beck levou a família a Israel para caminhar pela história bíblica e encontrar sobreviventes do massacre cometido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.
A intenção declarada da viagem era que os filhos, já em idade universitária, vissem o país com os próprios olhos e entendessem as pessoas e os acontecimentos por trás das manchetes. Foi nesse roteiro que a visita ao Monte do Templo, um dos lugares mais sagrados e disputados do mundo, virou o episódio central da viagem.
COMO GLENN BECK RELATA ENCONTRO NO MONTE DO TEMPLO?
Ele relata uma virada de clima. Beck esperava que o significado bíblico do lugar lhe tocasse a alma, mas, ao caminhar em direção ao Domo da Rocha, chamou a esposa para perto e disse que os dois precisavam orar naquele momento. Perguntou se ela sentia o mesmo que ele, e ela respondeu que sim.
“On the Temple Mount I felt evil like I’ve never felt before.” Em tradução livre: No Monte do Templo, senti o mal como nunca senti antes. O casal orou junto, apesar das restrições que Beck descreveu para a oração de não muçulmanos no local. Ele também contou ter visto lixo, moscas e áreas mal cuidadas, mas a reação mais forte veio em outro ponto da visita.
Perto dos degraus do sul do templo, Beck quis tocar a moldura de uma porta que o guia associou ao templo antigo. Subiu em direção a ela, mas parou antes de alcançar a moldura. “I have never felt evil chase me away.” Em tradução livre: Nunca senti o mal me expulsar de um lugar. Ele recuou, chamou a esposa para testar se ela teria a mesma sensação e ouviu dela uma exclamação de espanto antes de os dois se afastarem rapidamente.

O QUE MAIS A FAMÍLIA DE BECK VIU NA VIAGEM A ISRAEL?
Perto da fronteira com Gaza, a família ouviu relatos de sobreviventes dos ataques de 7 de outubro. No memorial do festival Nova, onde centenas de jovens foram mortos, eles passaram horas lendo sobre as vítimas. O roteiro incluiu ainda museus, artefatos antigos e escavações ligadas à história bíblica.
A viagem acontece em um momento em que Israel volta ao centro das atenções do portal e do mundo: nesta terça, os israelenses votam na primeira eleição desde o ataque do Hamas, com comparecimento a caminho do maior em 40 anos. Para Beck, ver o sofrimento do país de perto fazia parte do objetivo de fortalecer a própria fé e a dos filhos em Jesus.
QUAL FOI O CONTRASTE QUE ELE DESCREVEU NO JARDIM DO TÚMULO?
No Jardim do Túmulo, local que parte dos cristãos associa à sepultura e à ressurreição de Jesus, Beck afirmou que a atmosfera opressiva deu lugar a uma paz inacreditável. Ele reconheceu a incerteza sobre o local exato do sepultamento, citou também a Igreja do Santo Sepulcro e declarou a sua preferência pessoal pelo Jardim do Túmulo.
Lá, a filha dele notou borboletas, observação que o marcou depois das moscas que ele havia visto no Monte do Templo. “The difference was night and day.” Em tradução livre: A diferença foi da noite para o dia. Beck também contou que a sua oração mudou ao longo da viagem: em visitas anteriores a Jerusalém, eram o medo e a incerteza que o faziam pedir ajuda a Deus repetidamente; desta vez, a resposta virou gratidão.
Ao concluir, ele falou de forma direta sobre batalha espiritual. “God is real. God is alive. God is very active in today’s world. Profound darkness is also very active. Evil is real.” Em tradução livre: Deus é real. Deus está vivo. Deus está muito ativo no mundo de hoje. Trevas profundas também estão muito ativas. O mal é real. E deixou um conselho aos espectadores: buscar a Deus pessoalmente e não ser neutro na própria vida.
O relato em que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo mistura turismo bíblico, memória do 7 de outubro e teologia da batalha espiritual, três ingredientes que explicam por que a fala repercutiu entre o público cristão americano. Para os leitores do portal, fica o retrato de um dos lugares mais sensíveis do planeta descrito não por um correspondente de guerra, mas por um pai de família em peregrinação, e é também por isso que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo sem separar o jornalista do peregrino.
Para entender a carga do relato, é preciso lembrar o que o Monte do Templo representa. O local é o mais sagrado do judaísmo e abriga a mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, no terceiro lugar mais sagrado do islã. A administração do espaço e as regras de visitação e de oração são um dos pontos mais sensíveis do conflito em Jerusalém, e episódios no local costumam ganhar repercussão imediata no mundo inteiro.
É nesse cenário que o testemunho em que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo ganha peso para o público dele. Beck não é um correspondente descrevendo uma operação militar: é um dos comunicadores conservadores mais ouvidos dos Estados Unidos descrevendo uma experiência espiritual pessoal, com a família ao lado, em uma viagem pensada como peregrinação. Quando Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo nesses termos, a fala alcança ao mesmo tempo o público político e o público de fé que o acompanham há décadas.
Por fim, vale notar que o episódio em que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo deve seguir rendendo repercussão nos programas seguintes do comentarista, que costuma transformar as suas viagens a Israel em séries de conteúdo para a sua audiência. Seja qual for a leitura de cada um sobre experiências espirituais em lugares sagrados, o fato registrado é que Glenn Beck relata encontro no Monte do Templo com palavras fortes, diante das câmeras, e assumiu publicamente o desconforto e a fé que a visita lhe provocou.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Charisma News (foto de Glenn Beck no Monte do Templo) e Wikimedia Commons (Monte do Templo, licença livre)FONTE: Charisma News, matéria original sobre o relato, consultada em 27 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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