RESUMO:
- Segundo a Revista Oeste, Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado: o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mantêm uma rotina de almoços semanais em Brasília, e no encontro mais recente comemoraram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais.
- De acordo com o veículo, há motivos para a celebração relatada: a derrota de Flávio favoreceu os planos de Alcolumbre de permanecer no comando do Senado e reduziu a pressão por um eventual processo de impeachment contra Moraes. O relato é da Oeste e não tem confirmação independente até aqui.
- Ainda segundo a reportagem, Alcolumbre trabalha com uma estimativa de até 48 votos para continuar no comando do Senado, com um piso de 43 apoios, acima dos 41 necessários. O senador Rogério Marinho articula uma candidatura de oposição e também diz ter o apoio de 48 senadores, conforme o veículo.
- A negociação pela presidência do Senado passa ainda pela Lei da Dosimetria e por uma possível articulação de anistia, segundo interlocutores citados pela Oeste. É o bastidor descrito no episódio em que Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.
Um almoço semanal em Brasília virou retrato do pós eleição brasileiro. Segundo a Revista Oeste, Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado, em um encontro que mistura a disputa pelo comando do Senado, a pressão sobre o STF e a Lei da Dosimetria. O relato é do veículo e é apresentado nesta matéria com essa atribuição.
POR QUE MORAES E ALCOLUMBRE CELEBRARAM VITÓRIA DE LULA EM ALMOÇO RESERVADO, SEGUNDO A OESTE?
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mantêm uma rotina de almoços semanais em Brasília, segundo a Revista Oeste. No encontro mais recente, os dois celebraram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, nas eleições presidenciais, de acordo com o veículo. É o relato central do episódio em que Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.
Há motivos para a celebração, na leitura da reportagem: a derrota de Flávio favoreceu os planos de Alcolumbre de permanecer no comando do Senado e reduziu a pressão por um eventual processo de impeachment contra Moraes, outrora dado como certo até para integrantes do STF, conforme a Oeste. As motivações descritas são a análise do veículo sobre o encontro.
A aproximação entre o senador e o ministro ocorre há meses, ainda segundo a reportagem. Em abril, a dupla se encontrou duas vezes na semana que antecedeu a votação da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF, e um dos jantares ocorreu na residência de Moraes, na véspera da sabatina. A indicação acabou rejeitada pelo Senado, em derrota para o governo Lula.
Em agosto, de acordo com a Oeste, Moraes teve papel decisivo na reaproximação entre Alcolumbre e o presidente da República, que haviam rompido politicamente depois da rejeição do nome de Messias. É o histórico de proximidade descrito no episódio em que Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.

COMO ESTÁ A DISPUTA PELA PRESIDÊNCIA DO SENADO, SEGUNDO A REPORTAGEM?
Alcolumbre trabalha com uma estimativa de até 48 votos para continuar no comando do Senado, segundo a Revista Oeste. O senador considera ter um piso de 43 apoios, suficiente para superar os 41 votos necessários à eleição. A disputa, porém, segue indefinida, conforme o veículo.
O senador Rogério Marinho, do PL do Rio Grande do Norte, coordenador da campanha de Flávio à Presidência, articula uma candidatura de oposição e, assim como Alcolumbre, diz ter o apoio de 48 senadores. Tereza Cristina, do PP de Mato Grosso do Sul, também manifesta interesse no cargo, apesar de União Brasil e Progressistas terem anunciado apoio à recondução do senador amapaense, de acordo com a reportagem.
O PL terá 29 cadeiras na legislatura que começa em fevereiro e pretende fazer da eleição para a presidência do Senado uma oportunidade de alterar a relação de forças com o Supremo, segundo a Oeste. Em entrevista exclusiva ao veículo, o senador eleito Ubiratan Sanderson, do PL do Rio Grande do Sul, garantiu que a direita elegerá o próximo presidente da Casa. É o tabuleiro descrito no episódio em que Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.
Para Moraes, ainda conforme a reportagem, a permanência de Alcolumbre na presidência do Senado tem importância particular: cabe ao comando da Casa decidir sobre o encaminhamento inicial das representações por crime de responsabilidade apresentadas contra ministros do STF, e Alcolumbre tem resistido à abertura de processos contra integrantes do Supremo.
QUAL É O PAPEL DA LEI DA DOSIMETRIA E DA ANISTIA NESSA NEGOCIAÇÃO?
A busca por apoio à recondução de Alcolumbre envolve uma negociação politicamente delicada, segundo a Revista Oeste. De acordo com interlocutores citados pelo veículo, o presidente do Senado considera articular com Lula um indulto ou uma anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro para atrair votos da direita e reduzir a pressão pelo impeachment de ministros do STF. É a articulação atribuída a interlocutores no episódio em que Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.
Essa iniciativa enfrenta resistência no bolsonarismo, conforme a reportagem. Parlamentares da oposição afirmam que uma eventual medida favorável a Bolsonaro não seria suficiente para garantir apoio à recondução de Alcolumbre, e parte dos senadores cobra, antes de qualquer nova negociação, uma definição do STF sobre a lei que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro.
A negociação também passa pela Lei da Dosimetria, promulgada por Alcolumbre em maio, depois da derrubada do veto de Lula, segundo a Oeste. A norma permite reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e pode beneficiar Bolsonaro. Moraes, relator das ações que questionam a constitucionalidade da lei, suspendeu a aplicação nos processos sob responsabilidade dele até o julgamento do STF, e a decisão é acompanhada pela oposição, que cobra a revisão das condenações.
A relação entre Lula, STF e Senado aparece em outras frentes acompanhadas pelo portal, como a matéria sobre como Lula deve indicar Messias ao STF com apoio de Alcolumbre. O fato documentado pela Revista Oeste é um só: Moraes e Alcolumbre celebraram vitória de Lula em almoço reservado.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (ministro Alexandre de Moraes, CC BY-SA 4.0, e Davi Alcolumbre no Senado Federal, CC BY-SA 4.0, fotos de arquivo)FONTE: Revista Oeste, matéria original da coluna No Ponto sobre o almoço semanal do ministro Alexandre de Moraes com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e a celebração da vitória de Lula relatada pelo veículo, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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