RESUMO:
- Segundo a EWTN News, o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido: o arcebispo Ronald Hicks acrescentou o nome dele a uma ação que reúne ordens de irmãs religiosas contra o regime de suicídio assistido criado pelo estado, para impedir que católicos sejam forçados a aderir às regras.
- A ação inclui o bispo John Barres, de Rockville Centre, as Irmãs Carmelitas para Idosos e Enfermos, as Irmãs Dominicanas de Hawthorne, as Irmãs Missionárias de São Bento e as Pequenas Irmãs dos Pobres, de acordo com a reportagem. A entrada de Hicks foi anunciada pela organização jurídica Becket em 30 de outubro.
- Os autores católicos sustentam que as regras estaduais do suicídio assistido os obrigariam a participar do processo de ajudar pacientes a tirar a própria vida, em violação ao ensinamento católico sobre a santidade da vida. Logo após a abertura da ação, em julho, um tribunal federal determinou que o estado não pode aplicar as regras contra os autores enquanto o processo corre.
- Hicks afirmou que os católicos são guiados pela compaixão de Jesus e que Nova York não pode forçar os católicos a prejudicar quem eles foram chamados a cuidar. É a declaração central do episódio em que o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.
A disputa sobre o fim da vida chegou aos tribunais com peso institucional. Segundo a EWTN News, o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido, ao lado de irmãs religiosas que atendem idosos e doentes terminais, em uma ação que discute liberdade religiosa e o dever de cuidar.
QUEM ENTROU NA AÇÃO EM QUE O ARCEBISPO DE NOVA YORK PROCESSA O ESTADO POR LEI DO SUICÍDIO ASSISTIDO?
A Arquidiocese de Nova York se juntou à ação depois que ela foi aberta, em julho deste ano, por objetores católicos à nova lei de suicídio do estado, segundo a EWTN News. O arcebispo Ronald Hicks acrescentou o nome dele a um processo que inclui o bispo John Barres, de Rockville Centre, e várias ordens de irmãs religiosas. É a composição do grupo no episódio em que o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.
Entre as autoras estão as Irmãs Carmelitas para Idosos e Enfermos, as Irmãs Dominicanas de Hawthorne, as Irmãs Missionárias de São Bento e as Pequenas Irmãs dos Pobres, de acordo com a reportagem. A entrada de Hicks foi anunciada em 30 de outubro pela Becket, organização jurídica dedicada à liberdade religiosa que acompanha o caso.
“We are guided by the compassion of Jesus to serve those of every background who are in need of healing”, declarou Hicks em 30 de outubro. Em tradução livre: somos guiados pela compaixão de Jesus para servir os de todas as origens que precisam de cura. “We refuse to allow New York to force us to harm the very ones we’ve been called to care for”, completou. Em tradução livre: nós nos recusamos a permitir que Nova York nos force a prejudicar justamente aqueles que fomos chamados a cuidar.
Também entrou na ação o ministério católico de saúde ArchCare, segundo a reportagem. Entre as unidades dele está o Calvary Hospital, no Bronx, que oferece cuidados paliativos a pacientes com seis meses ou menos de vida. É a frente de cuidado atingida pelas regras no episódio em que o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.

QUAL É O ARGUMENTO DOS CATÓLICOS CONTRA AS REGRAS DO ESTADO?
Os autores católicos argumentaram, na ação, que as regras estaduais do suicídio assistido os forçariam a participar do processo de ajudar pacientes suicidas a tirar a própria vida, o que descrevem como violação do ensinamento central católico sobre a santidade da vida, de acordo com a EWTN News. A objeção é de consciência e de prática: instituições de cuidado não querem ser parte do procedimento.
Pouco depois da abertura da ação, um tribunal federal determinou que o estado não pode aplicar as regras do suicídio contra os objetores católicos enquanto o processo tramita, segundo a reportagem. A decisão é liminar e protege os autores durante a disputa, sem encerrar o julgamento do mérito.
Hicks é o mais recente prelado católico a entrar na luta judicial contra o suicídio assistido nos Estados Unidos, conforme a reportagem. Ao todo, quatro bispos e dezenas de irmãs religiosas processaram os governos de Nova York e de Illinois depois que os estados criaram programas de suicídio assistido. É a dimensão nacional do episódio em que o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.
Em Illinois, os objetores católicos, que incluem a Arquidiocese de Chicago e a Diocese de Springfield, também obtiveram vitórias em tribunal federal, com um juiz determinando que o estado não aplique as regras contra eles enquanto as ações tramitam, de acordo com a reportagem.
POR QUE O CASO DO HOSPITAL CALVARY É CITADO COMO SÍMBOLO DA DISPUTA?
O Calvary Hospital, no Bronx, é descrito pela Becket como o único hospital de cuidados agudos totalmente credenciado dos Estados Unidos dedicado exclusivamente aos cuidados paliativos de pacientes adultos com doenças que limitam a vida, segundo a EWTN News. É a instituição apresentada como símbolo do cuidado que os autores dizem defender, no episódio em que o arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.
A presença de um hospital de cuidados paliativos entre os autores dá ao processo um rosto concreto: não se trata apenas de uma discussão abstrata sobre a lei, mas de instituições que acompanham pessoas no fim da vida e que sustentam que acompanhar não pode significar ajudar a morrer. A formulação é dos autores da ação, reproduzida pela reportagem.
A ação segue em tramitação, e a proteção liminar vale enquanto o caso é julgado. O desfecho definirá se o estado pode exigir de instituições católicas de saúde a participação prevista nas regras do suicídio assistido ou se a objeção religiosa prevalece nesse ponto.
A vida religiosa de Nova York aparece em outras frentes acompanhadas pelo portal, como a venda de direitos aéreos da igreja de St. Mary, que vende direitos aéreos na cidade. O fato documentado pela EWTN News é um só: arcebispo de Nova York processa o estado por lei do suicídio assistido.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (arcebispo Ronald Hicks em sua instalação, CC BY 3.0, e Catedral de São Patrício, em Nova York, CC BY-SA 4.0, fotos de arquivo)FONTE: EWTN News, matéria original sobre a entrada do arcebispo de Nova York, Ronald Hicks, na ação de irmãs religiosas contra o estado por causa da lei do suicídio assistido, com informações da Catholic News Agency, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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