RESUMO:
- Binance retoma saques após ataque hacker de forma gradual neste domingo, 1 de novembro de 2026, após cobrir 95% dos ativos afetados.
- A primeira etapa da retomada foi prevista entre 3h e 6h, horário de Brasília, com bitcoin, ether, BNB, Solana, XRP e dogecoin.
- Segundo o FBI, citado pela Jovem Pan, o ataque de 29 de outubro foi obra do grupo TraderTraitor, ligado à Coreia do Norte.
- Os valores atribuídos ao roubo passam de US$ 6 bilhões, e os depósitos seguiram disponíveis durante a suspensão preventiva.
A Binance retomou gradualmente os saques neste domingo, 1 de novembro de 2026, após dias de suspensão preventiva que se seguiram ao ataque hacker contra suas carteiras. Segundo a empresa, a retomada só começou depois que a plataforma conseguiu cobrir 95% dos ativos afetados. É o desdobramento direto do roubo já noticiado pelo portal: Binance retoma saques após ataque hacker e tenta normalizar o atendimento aos clientes enquanto as investigações sobre a invasão continuam nos Estados Unidos.
De acordo com o comunicado divulgado pela plataforma e repercutido pelo Metrópoles, a primeira etapa da reabertura estava prevista para ocorrer entre 3h e 6h, pelo horário de Brasília. A liberação é feita de forma gradual, conforme as verificações de segurança e a estabilidade dos serviços são concluídas. A empresa informou que elevou de 90% para 95% o percentual dos ativos afetados recompostos.

QUAIS MOEDAS FORAM LIBERADAS NA PRIMEIRA ETAPA?
Entre os ativos incluídos na primeira fase da retomada estão bitcoin, ether, BNB, Solana, XRP e dogecoin, as criptomoedas de maior circulação da plataforma. A empresa informou que outras moedas e redes serão liberadas posteriormente, em etapas seguintes ainda não detalhadas. A lista marca o primeiro passo prático depois que a Binance retoma saques após ataque hacker, começando pelas moedas mais procuradas pelos clientes da corretora. Segundo a Binance, os 5% restantes dos ativos afetados correspondem a criptomoedas com menor liquidez, cuja aquisição em grandes quantidades exige mais tempo da equipe responsável pela recomposição.
A suspensão dos saques foi adotada como medida preventiva após a identificação de transferências não autorizadas de criptomoedas armazenadas em carteiras utilizadas pela corretora. Durante todo o período de bloqueio das retiradas, os depósitos permaneceram disponíveis para os usuários. Esse desenho é comum em respostas a incidentes desse porte: congelar a saída de recursos enquanto a empresa mede o tamanho do problema. Agora, quando Binance retoma saques após ataque hacker, o movimento inverso começa pelas moedas mais líquidas.
O portal já havia noticiado o ataque em si, com os valores e as primeiras informações das autoridades americanas, na matéria sobre como hackers roubaram bilhões de dólares em criptomoedas da Binance. Esta cobertura trata do passo seguinte: a recomposição dos ativos, a retomada gradual das retiradas e o efeito prático da crise para quem mantém recursos na maior corretora de criptoativos do mundo.
POR QUE BINANCE RETOMA SAQUES APÓS ATAQUE HACKER COM ATRIBUIÇÃO DO FBI?
A dimensão criminal do caso foi detalhada pelo FBI, a polícia federal americana, em informações repercutidas pela Jovem Pan News. Segundo os investigadores, o ataque ocorrido em 29 de outubro foi realizado pelo grupo de hackers TraderTraitor, ligado à Coreia do Norte. De acordo com a agência, os criminosos começaram a converter os valores roubados em ether, a criptomoeda da rede Ethereum, em movimento descrito como etapa de lavagem dos recursos.
Ainda segundo o FBI, foram divulgados cerca de 500 endereços digitais associados à operação, com o pedido de que empresas do setor bloqueiem transações vinculadas a eles. Ao identificar as carteiras suspeitas, outras corretoras e serviços podem recusar movimentações e dificultar a conversão dos valores roubados. É nesse contexto de investigação internacional que Binance retoma saques após ataque hacker, sob pressão de clientes, de autoridades e do mercado.
Sobre os valores, as publicações trazem cifras próximas, mas não idênticas, e a diferença precisa ficar registrada. O Metrópoles fala em roubo de aproximadamente US$ 6,3 bilhões, cerca de R$ 34,2 bilhões. A Jovem Pan, citando o FBI, fala em mais de US$ 6 bilhões em ativos virtuais. Nos dois casos, trata-se de um dos maiores roubos de criptomoedas já registrados, atribuído pelas autoridades americanas a um grupo ligado ao regime norte-coreano, atribuição que consta das publicações e que não foi acompanhada, até aqui, de manifestação do país acusado.
O QUE MUDA PARA OS CLIENTES DA CORRETORA AGORA?
Para quem tem recursos na plataforma, a notícia prática deste domingo é a possibilidade de voltar a sacar, ainda que de forma gradual e limitada às moedas da primeira etapa. Para esses clientes, a confirmação de que a Binance retoma saques após ataque hacker ainda é parcial. Clientes com ativos fora da lista inicial precisarão aguardar as próximas fases da reabertura, que a empresa promete liberar conforme as verificações de segurança forem concluídas. A Binance não detalhou, no comunicado repercutido, um calendário completo para a normalização de todas as moedas e redes atendidas.
O episódio também reacende o debate sobre a segurança das grandes corretoras centralizadas. Mesmo com a recomposição de 95% dos ativos afetados anunciada pela empresa, o ataque expôs a vulnerabilidade de carteiras que concentram bilhões de dólares em criptoativos. O fato de que a Binance retoma saques após ataque hacker em etapas mostra o tamanho do desafio de segurança enfrentado pela plataforma neste momento. Especialistas recomendam atenção a comunicados oficiais e cuidado com golpes que exploram a crise, como mensagens falsas em nome da corretora.
A investigação segue aberta, com o FBI pedindo o bloqueio de transações ligadas aos endereços divulgados e com a conversão dos valores em ether sob monitoramento. Para o mercado, o teste agora é de confiança: a velocidade das próximas etapas dirá se a corretora sai da crise fortalecida ou sob desconfiança. Por enquanto, o fato central deste domingo é objetivo: Binance retoma saques após ataque hacker de forma gradual, com 95% dos ativos cobertos segundo a própria empresa.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons, arte de moeda dourada de bitcoin, de Satheesh Sankaran, licença CC BY-SA 2.0, e foto de sala de servidores, de The National Archives (UK), licença CC BY 3.0. Imagens temáticas de criptomoedas e de tecnologia. Vídeo incorporado da publicação original do Metrópoles no Instagram.FONTE: Metrópoles e Jovem Pan News, publicações de 1 de novembro de 2026 sobre a retomada dos saques na Binance e a atribuição do FBI ao ataque, consultadas em 1 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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