RESUMO:
- De acordo com o Diário do Poder, a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino é a projeção do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável, o IBJR: a proibição das bets pelo governo pode movimentar outros R$ 28,1 bilhões por ano no mercado clandestino de apostas, com crescimento de 101% da atividade ilegal após a Medida Provisória 1.394/2026.
- A estimativa considera que 70% das apostas antes realizadas em plataformas autorizadas migrem para operadores clandestinos. Nesse cenário, a receita bruta anual do mercado ilegal, calculada em R$ 27,9 bilhões antes da proibição, chegaria a R$ 56 bilhões.
- Os números são uma simulação econômica do setor, e não valores efetivamente movimentados desde setembro, como registrou a matéria. O levantamento foi divulgado depois de 30 dias da medida do governo.
- O monitoramento apresentado pelo instituto identificou 60.477 endereços suspeitos de oferecer apostas até 27 de outubro, e a disputa sobre os efeitos da proibição chega ao Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 3. É o conjunto de dados por trás da projeção de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
Trinta dias depois da medida do governo, o setor de apostas apresentou a conta do efeito contrário. De acordo com o Diário do Poder, a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino, segundo a simulação do instituto que representa o jogo responsável, a projeção econômica apresentada no debate em que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino e que será discutida nesta terça no Supremo Tribunal Federal.
COMO A PROIBIÇÃO DAS BETS PODE GERAR R$ 28 BILHÕES NO CLANDESTINO, SEGUNDO O IBJR?
A proibição das bets pelo governo Lula pode acabar movimentando outros R$ 28,1 bilhões por ano no mercado clandestino de apostas, de acordo com a projeção do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável, o IBJR, relatou o Diário do Poder.
O instituto calcula um possível crescimento de 101% na atividade ilegal após a Medida Provisória 1.394/2026. A estimativa considera que 70% das apostas antes realizadas em plataformas autorizadas migrem para operadores clandestinos.
Nesse cenário, a receita bruta anual do mercado ilegal, calculada em R$ 27,9 bilhões antes da proibição, chegaria a R$ 56 bilhões. É a escala do salto projetado na simulação em que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
A matéria faz uma ressalva importante: os números são uma simulação econômica do setor, e não valores efetivamente movimentados desde setembro. Trata-se, portanto, de projeção de um instituto ligado ao setor de apostas, apresentada no debate público sobre a medida.
O balanço foi divulgado depois de 30 dias da medida do governo, segundo o Diário do Poder. A divulgação coloca o efeito sobre o mercado ilegal no centro da discussão que o Supremo fará nesta terça. É o momento escolhido para apresentar a projeção de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
O QUE O MONITORAMENTO ENCONTROU NOS MAIS DE 60 MIL ENDEREÇOS SUSPEITOS?
O monitoramento apresentado pelo instituto traz outro dado: 60.477 endereços suspeitos de oferecer apostas foram identificados até 27 de outubro, relatou o Diário do Poder.
Em 34.134 desses endereços, a ferramenta encontrou elementos como bônus, cadastro de usuários e pagamentos por Pix. Os três elementos indicam páginas estruturadas para captar apostadores, e não apenas menções ao tema.
Entre as páginas encontradas estão endereços que imitam nomes de operadoras conhecidas, com promessas de bônus de até R$ 5 mil. A imitação de marcas autorizadas é parte do risco descrito para o apostador que migra. É o retrato da oferta clandestina que alimenta a projeção de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
O debate sobre as apostas já passa pelo Supremo em outras frentes do portal, como na audiência em que o ministro Fux inclui ministérios em debate sobre bets. A audiência desta terça é o próximo capítulo dessa discussão no tribunal.
Os dados do monitoramento são apresentados pelo próprio instituto do setor. A matéria não atribui a contagem de endereços a um órgão do governo, e os números devem ser lidos como levantamento do IBJR. É a origem dos dados que acompanham a projeção de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.

O QUE O GOVERNO FEZ CONTRA OS SITES ILEGAIS E O QUE O STF DISCUTE NESTA TERÇA?
O governo também tenta conter a oferta clandestina. Em outubro, o Ministério da Justiça informou ter identificado e encaminhado para bloqueio mais de 20 mil sites de apostas e de publicidade irregulares, relatou o Diário do Poder. É a frente oficial de bloqueio que corre em paralelo ao debate sobre a projeção de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
A disputa sobre os efeitos da proibição chega ao Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 3. O ministro Luiz Fux vai ouvir representantes do governo, das empresas de apostas, de clubes de futebol e de entidades ligadas à saúde e à defesa do consumidor.
A audiência reúne, portanto, os dois lados econômicos do tema e os setores que tratam dos danos das apostas. Clubes de futebol aparecem entre os ouvidos porque o setor de apostas se tornou fonte relevante de patrocínio esportivo.
Do outro lado, entidades de saúde e de defesa do consumidor participam da discussão sobre os efeitos sociais do jogo. O desenho da audiência indica que o tribunal vai ouvir argumentos econômicos, sanitários e de proteção ao consumidor antes de decidir.
O fato documentado pelo Diário do Poder é a projeção do IBJR, com a simulação de migração de 70% das apostas e o monitoramento de endereços suspeitos, ao lado da ofensiva de bloqueios do Ministério da Justiça e da audiência no Supremo: o conjunto que sustenta o debate sobre a estimativa de que a Proibição das bets pode gerar R$ 28 bilhões no clandestino.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Diário do Poder (foto de Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil, de homem usando aplicativo de apostas no celular) e Wikimedia Commons (roleta de cassino, CC0, foto de arquivo)FONTE: Diário do Poder, matéria original sobre a proibição das bets poder gerar R$ 28 bilhões no clandestino, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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