RESUMO:
- O pastor Mac Anderson, fundador e líder da Family Church, em Goiânia, defendeu o Veto a pregadores de esquerda nas igrejas ao participar do Eu Acredito Podcast, segundo O Fuxico Gospel.
- Questionado sobre convidar cantores ou pregadores com inclinação à esquerda ou que tenham votado no Partido dos Trabalhadores (PT), ele respondeu que, se souber do viés esquerdista do ministro, nem convida.
- Para o pastor, existem valores bíblicos e cristãos inegociáveis, e um ministro do Evangelho que defende pautas de esquerda falaria coisas fora da cultura, da essência e do DNA de uma igreja conservadora.
- Mac Anderson ponderou que a liderança não deve promover perseguição nem terrorismo religioso contra os membros. A ponderação acompanha a defesa que ele faz do Veto a pregadores de esquerda como forma de proteger os princípios da comunidade.
Um púlpito com filtro ideológico declarado. O pastor Mac Anderson, da Family Church, em Goiânia, afirmou em podcast que não convida cantores nem pregadores com viés de esquerda para ministrar em sua igreja, na defesa pública do Veto a pregadores de esquerda. A fala gerou forte repercussão no meio evangélico, no episódio em que o Veto a pregadores de esquerda foi apresentado como proteção dos valores da comunidade.
O QUE MAC ANDERSON DISSE NO EU ACREDITO PODCAST?
O pastor Mac Anderson, fundador e líder da Family Church, em Goiânia (GO), gerou forte repercussão ao falar sobre alinhamento político e seleção de convidados para o púlpito durante participação no programa Eu Acredito Podcast, segundo O Fuxico Gospel.
Reconhecido no meio evangélico por suas palestras, seus livros e seus ministérios voltados para casais e famílias, o pastor foi questionado sobre como agiria se descobrisse que um cantor ou pregador convidado para ministrar em sua igreja possuísse inclinação ideológica à esquerda ou tivesse optado pelo voto no Partido dos Trabalhadores (PT).
“Na verdade, se eu souber que a pessoa ela tem o viés esquerdista, eu nem convido, né? Eu já nem convido, porque eu acredito que existem valores que são inegociáveis”, afirmou o líder religioso, conforme a fonte.
“Eu não levaria, porque eu acredito que existem valores bíblicos e cristãos que são tão fundamentais para nós que não faz sentido você ser um ministro do Evangelho, estudante da Palavra, e continuar pregando ou discursando em favor deles. Eu não consigo aceitar isso”, explicou o pastor.
Na avaliação dele, a seleção dos convidados é uma decisão da liderança local, tomada antes de qualquer convite ser feito, e não uma reação a algo que o ministro tenha dito depois de subir ao púlpito.
O tema do alinhamento político de quem ministra nas igrejas já apareceu no portal na matéria sobre o pastor que gravou vídeo pedindo boicote a cantores progressistas. Desta vez, a posição foi declarada em podcast, na defesa do Veto a pregadores de esquerda feita por Mac Anderson.
POR QUE ELE FALA EM PROTEGER A CULTURA E O DNA DA IGREJA?
Para Mac Anderson, a preservação do alinhamento ideológico e doutrinário dos preletores serve para proteger os princípios da própria comunidade local. Um ministro de esquerda, na visão dele, falaria coisas que não estão na cultura da igreja que o recebe.
“Que ele vá aonde as pessoas têm esse pensamento de esquerda, senão eu vou ferir a minha comunidade, e é um cara que vai falar coisas que não estão na nossa cultura, na nossa essência, no nosso DNA e nos nossos valores”, concluiu o pastor.
A Family Church, liderada por ele em Goiânia, é apresentada pelo pastor como uma comunidade de valores conservadores definidos. Nesse modelo, o convite a pregadores e cantores passa pelo alinhamento prévio com esses valores.
O pastor construiu sua trajetória com palestras e livros voltados para casais e famílias, público que forma a base da comunidade que ele lidera na capital goiana e que, segundo a lógica apresentada por ele, deve ser protegida de mensagens contrárias à sua essência.
A fala coloca no centro do debate um critério que muitas igrejas aplicam de forma discreta na escolha de conferencistas e convidados: a afinidade doutrinária e, cada vez mais, o posicionamento político de quem sobe ao púlpito.
É nesse ponto que a posição de Mac Anderson se diferencia por ser pública e direta: em vez de apenas deixar de renovar convites, ele declara o critério em voz alta. É a franqueza que marca a defesa do Veto a pregadores de esquerda.

VETO A PREGADORES DE ESQUERDA: O QUE ELE DISSE SOBRE PERSEGUIÇÃO A MEMBROS?
Apesar da posição firme sobre os convidados do púlpito, Mac Anderson ponderou que a liderança pastoral não deve promover perseguição contra membros da igreja por causa de posicionamento político.
“Lógico, não pode haver, eu entendo assim, uma perseguição, sabe aquela coisa assim, aquele terrorismo religioso dentro da igreja e tal. Mas é melhor não trazer, né?”, afirmou o pastor, segundo a fonte.
Na prática, o pastor separa dois planos: o do púlpito, reservado a ministros alinhados aos valores da comunidade, e o da membresia, que não deve ser alvo de terrorismo religioso, na expressão usada por ele na entrevista.
A declaração repercutiu porque explicita um critério de seleção que envolve voto e ideologia, e não apenas doutrina ou conduta. É o ponto mais comentado da defesa do Veto a pregadores de esquerda feita no podcast.
O Fuxico Gospel registrou o raciocínio completo do pastor: o veto aos convidados de esquerda seria, na visão dele, uma forma de proteger a comunidade de mensagens que ele considera contrárias aos valores bíblicos e cristãos professados pela igreja.
O portal registra a posição com as atribuições da fonte, sem endossar nem condenar o critério adotado pelo pastor. O debate sobre fé e política nas igrejas segue aberto, e a defesa pública do Veto a pregadores de esquerda por um líder de Goiânia é o capítulo mais recente dessa discussão.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | O Fuxico Gospel (pastor Mac Anderson durante palestra, com livro aberto à frente e microfone de lapela) e Wikimedia Commons (cidade de Goiânia, CC BY-SA 4.0, foto de arquivo)FONTE: O Fuxico Gospel, matéria original sobre a defesa do pastor Mac Anderson ao veto a pregadores e cantores de esquerda nas igrejas, consultada em 6 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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