RESUMO:
- O pastor Alan Smith, da Decatur Heights Church, na Geórgia, virou alvo da reação de grupos de defesa no episódio em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas, segundo o The Christian Post.
- A igreja dele funciona como local de votação ativo, e o CAIR-Georgia e o Georgia Muslim Voter Project divulgaram nota conjunta no dia da eleição condenando as declarações do pastor.
- Em postagem pública no Facebook, Smith escreveu que nenhuma pessoa decente deveria apoiar muçulmanos porque eles são maus, e criticou democratas por eleger candidatos muçulmanos.
- Os grupos fizeram ligações e colocaram monitores no local para proteger eleitores muçulmanos, sem registrar incidentes de discriminação ou intimidação. É o pano de fundo do caso em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.
Uma igreja que recebe eleitores virou o centro de uma disputa sobre declarações nas redes e direito ao voto. Na Geórgia, o episódio em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas começou com publicações no Facebook do pastor Alan Smith e chegou ao dia da eleição com monitores na porta do local de votação. É mais um capítulo do caso em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.
O QUE O PASTOR ALAN SMITH ESCREVEU NO FACEBOOK?
Alan Smith é pastor da Decatur Heights Church, na Geórgia, e mantém um perfil público no Facebook em que afirma trabalhar na igreja, segundo o The Christian Post. A igreja dele serve como local de votação ativo nas eleições americanas.
“No decent person should support Muslims because they are so evil and, yet, the Democrats have elected them and have more on this year’s ballot”, escreveu o pastor em uma das postagens. Em tradução livre: nenhuma pessoa decente deveria apoiar muçulmanos porque eles são muito maus e, ainda assim, os democratas os elegeram e têm mais deles na cédula deste ano.
Em outra publicação, Smith compartilhou um vídeo que supostamente mostra mulheres afegãs com vestimentas que cobrem todo o corpo em público, destacando as restrições severas que as mulheres enfrentam sob o regime do Talibã, registra a fonte.
“Why would anyone want this to be allowed in America? (And yet, Muslims are being accepted and even being elected to offices in our cities, states and congress.) Vote Red to help stop this madness”, escreveu Smith. Em tradução livre: por que alguém iria querer que isso fosse permitido na América? (E, ainda assim, muçulmanos estão sendo aceitos e até eleitos para cargos em nossas cidades, estados e no Congresso.) Vote no vermelho para ajudar a parar essa loucura.
A Decatur Heights Church e Alan Smith não responderam de imediato ao pedido de comentário do The Christian Post. A matéria original registra que o texto será atualizado se houver uma resposta da igreja ou do pastor.
O tema cruza com outra cobertura recente do portal, sobre o primeiro muçulmano eleito ao Senado dos Estados Unidos. Desta vez, a presença de muçulmanos na política foi criticada por um pastor, no episódio em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.
COMO OS GRUPOS DE DEFESA REAGIRAM ÀS POSTAGENS?
O CAIR-Georgia, capítulo estadual do Conselho para as Relações Americano-Islâmicas, e o Georgia Muslim Voter Project divulgaram nota conjunta no dia da eleição condenando as declarações do pastor, segundo a fonte.
Um porta-voz do CAIR-Georgia afirmou ao The Christian Post que a organização consultou entidades de proteção eleitoral e assessoria jurídica na sexta-feira para definir os passos mais adequados, garantindo que os eleitores pudessem votar com segurança e confiança.
“By framing the religious expression and civic participation of Muslim Americans as something that must be stopped, Smith contributes to an atmosphere of hostility toward an entire faith community”, afirma a nota conjunta. Em tradução livre: ao enquadrar a expressão religiosa e a participação cívica dos muçulmanos americanos como algo que deve ser interrompido, Smith contribui para uma atmosfera de hostilidade contra toda uma comunidade de fé.
Na segunda-feira, o Georgia Muslim Voter Project fez ligações para eleitores muçulmanos da região que ainda não tinham votado, com informações sobre a situação, orientações sobre como reagir a uma possível intimidação e incentivo para exercer o direito ao voto.
Monitores também estiveram presentes no local de votação para apoiar os eleitores. Segundo o CAIR-Georgia, pessoas que haviam expressado preocupação ou medo foram tranquilizadas por essas ações e acabaram votando. É a resposta organizada ao episódio em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.

PASTOR ENFRENTA CRÍTICAS POR POSTAGENS ANTI-MUÇULMANAS: HOUVE INTIMIDAÇÃO NO LOCAL DE VOTAÇÃO?
Até o momento da publicação da matéria original, a organização não tinha conhecimento de nenhum incidente relatado de discriminação ou intimidação de eleitores no local de votação da igreja, segundo o porta-voz do CAIR-Georgia.
Na nota conjunta, os grupos registraram que um eleitor designado para votar na Decatur Heights Church expressou medo e incerteza sobre ir votar naquele local por causa das declarações públicas do pastor contra muçulmanos.
Urooj Ali, porta-voz do Georgia Muslim Voter Project, disse que a organização monitorou o local de votação com a ajuda de voluntários e que, até aquele momento, não havia recebido relatos de atividade discriminatória no local.
“Our goal is to ensure voters have a safe and intimidation-free election zone”, disse o porta-voz do Georgia Muslim Voter Project. Em tradução livre: nosso objetivo é garantir que os eleitores tenham uma zona eleitoral segura e livre de intimidação.
Os grupos de defesa pediram ao Conselho de Registro e Eleições do Condado de DeKalb e à liderança da igreja que tratem de eventuais problemas no local de votação, conforme registrou a emissora WAGA-TV e retomou a fonte.
O portal registra as postagens e as reações exatamente como relatadas pelas fontes, sem endossar as declarações do pastor nem as conclusões dos grupos. O caso também foi noticiado pelo Gospel Mais, no episódio em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.
A Decatur Heights Church segue como local de votação, e a cobrança dos grupos é que os eleitores possam votar sem medo. É o compromisso exigido no caso em que o Pastor enfrenta críticas por postagens anti-muçulmanas.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (igreja em Decatur, na Geórgia, CC BY 2.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (placa de local de votação nos Estados Unidos, CC BY 2.0, foto de arquivo)FONTE: The Christian Post, matéria original sobre as críticas ao pastor Alan Smith, consultada em 5 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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