RESUMO:
- De acordo com o Diário do Poder, a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone descreve a apuração aberta pela Polícia Federal sobre as ameaças denunciadas pela deputada federal Talíria Petrone, do PSOL do Rio de Janeiro. A corporação deflagrou nesta terça-feira, 3, a Operação Mahin para investigar o caso.
- Agentes da PF cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal em Teresópolis, no Rio de Janeiro. O objetivo é reunir elementos de prova sobre crimes cometidos pela internet contra a parlamentar e familiares dela.
- A investigação é resultado das denúncias formalizadas pela deputada entre julho e agosto de 2026, quando ela expôs mensagens com ataques racistas e misóginos e ameaças dirigidas à família. É a origem do inquérito em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone.
- A PF informou que identificou um suspeito de autoria das mensagens, preso posteriormente em Teresópolis por suspeita de envolvimento em outro crime. As diligências buscam esclarecer as circunstâncias dos fatos e aprofundar a apuração das condutas investigadas.
Uma denúncia feita em agosto pela própria parlamentar virou operação policial nesta terça-feira. De acordo com o Diário do Poder, a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone é o trabalho da Polícia Federal sobre as mensagens de ameaça e os ataques racistas relatados pela deputada, a apuração registrada no caso em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone e que esta matéria apresenta apenas nos termos da fonte e da corporação.
O QUE SE SABE SOBRE O CASO EM QUE A PF APURA AMEAÇA DE MORTE CONTRA TALÍRIA PETRONE?
Ameaças de morte, de estupro e ataques racistas contra a deputada federal Talíria Petrone, do PSOL do Rio de Janeiro, levaram a Polícia Federal a deflagrar a Operação Mahin nesta terça-feira, 3, relatou o Diário do Poder.
Agentes da corporação cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal na cidade de Teresópolis, no Rio de Janeiro, de acordo com a reportagem.
O objetivo da medida é obter elementos de prova sobre crimes de ameaça, injúria racial, racismo e violência política praticados por meio da internet contra a parlamentar fluminense e seus familiares, informou a PF, segundo o jornal.
A deflagração é a etapa pública de uma investigação que começou com as denúncias da própria deputada. O material recolhido na busca deve ser analisado pelos investigadores para confirmar a autoria e as circunstâncias das mensagens apuradas.
Todos os fatos desta matéria seguem o relato do Diário do Poder e as informações da Polícia Federal reproduzidas por ele, sem acréscimos de outras fontes. É o enquadramento do episódio em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone.
O QUE A DEPUTADA DENUNCIOU NAS MENSAGENS RECEBIDAS ENTRE JULHO E AGOSTO?
A investigação é resultado de denúncias formalizadas por Talíria Petrone entre julho e agosto de 2026, relatou o Diário do Poder. Na ocasião, a deputada expôs ter recebido mensagens eletrônicas com ataques racistas e misóginos.
Segundo o relato dela, as ameaças de morte eram direcionadas à família da parlamentar e alcançavam inclusive a filha dela, de 6 anos. Na mesma ocasião, dados pessoais da deputada foram divulgados sem autorização, de acordo com a reportagem.
Ao denunciar o caso, em agosto, a parlamentar questionou a exposição dos endereços que frequenta e cobrou respostas das autoridades: “Já são vários inquéritos abertos e nenhuma resposta. É impressionante o ódio que eles têm da possibilidade das mulheres ocuparem o poder”, disse ela, na reprodução do Diário do Poder. É a fala que marca o caso em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone.
A Polícia Federal identificou um suspeito de autoria das mensagens. De acordo com a reportagem, ele foi preso posteriormente em Teresópolis, suspeito de envolvimento em outro crime, informação que integra o histórico reunido pelos investigadores.
A violência política contra parlamentares aparece em outras frentes do portal, como na matéria sobre o assessor de Talíria Petrone que foi preso. Nos dois episódios, os desdobramentos dependem do trabalho das autoridades e das decisões da Justiça.
A reportagem não traz manifestação do suspeito identificado nem detalhes do material apreendido nesta terça. O que está documentado até aqui é a denúncia da deputada, a identificação feita pela PF e a operação deflagrada para reunir provas.

POR QUE A OPERAÇÃO SE CHAMA MAHIN E QUAIS SÃO OS PRÓXIMOS PASSOS DA APURAÇÃO?
A operação faz referência a Luísa Mahin, que foi símbolo de resistência da população negra no Brasil colonial, registrou o Diário do Poder. O nome escolhido pela Polícia Federal dialoga com o componente de racismo presente nas denúncias apuradas pela corporação.
A PF informou que as diligências buscam reunir novos elementos para esclarecer as circunstâncias dos fatos e para aprofundar a apuração das condutas investigadas, de acordo com a reportagem publicada nesta terça.
Com o material da busca e apreensão, os investigadores devem aprofundar a análise das mensagens e das contas usadas nos ataques relatados pela deputada. É a fase atual do trabalho em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone.
A palavra sobre responsabilidades caberá ao inquérito e, depois, à Justiça Eleitoral do Distrito Federal, que expediu o mandado cumprido em Teresópolis. Até aqui, o caso é tratado como apuração em curso, sem qualquer condenação registrada pela fonte.
O fato documentado pelo Diário do Poder é a deflagração da Operação Mahin, o mandado cumprido em Teresópolis e a identificação de um suspeito: o conjunto de informações que forma o caso em que a PF apura ameaça de morte contra Talíria Petrone.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Câmara dos Deputados (a deputada Talíria Petrone falando ao microfone na Câmara, foto de Thiago Cristino) e Wikimedia Commons (sessão solene da Câmara dos Deputados, CC BY 2.0, foto de arquivo)FONTE: Diário do Poder, matéria original sobre a PF apurar ameaça de morte contra Talíria Petrone na Operação Mahin, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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