RESUMO:
- Segundo a Jovem Pan News, um juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação: o juiz federal Darrin Gayles, da Flórida, indeferiu a nova ação de 10 bilhões de dólares movida pelo presidente contra o jornal The Wall Street Journal pela notícia sobre uma mensagem de aniversário atribuída a Trump e dirigida a Jeffrey Epstein.
- Para o juiz, a ação apresenta a mesma falha da primeira tentativa da equipe de Trump, por não cumprir os requisitos mínimos para comprovar que a notícia foi publicada com malícia real, expressão usada pela decisão para o padrão exigido nesse tipo de processo.
- Trump processou o jornal inicialmente em julho, logo após a publicação de uma notícia sobre um álbum de aniversário que Ghislaine Maxwell havia preparado para o aniversário de Epstein em 2003, no qual haveria um cartão atribuído ao atual presidente, segundo a reportagem.
- O presidente havia pedido 10 bilhões de dólares de indenização por danos e prejuízos. Trump e a Casa Branca afirmam que o cartão é falso. É o desfecho, nesta etapa, do processo em que o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.
A disputa entre o presidente americano e um dos maiores jornais do país teve uma decisão dura na Justiça da Flórida. Segundo a Jovem Pan News, o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação e determinou o arquivamento do caso, na segunda tentativa da equipe de Trump.
O QUE O JUIZ DARRIN GAYLES DECIDIU SOBRE A AÇÃO CORRIGIDA?
O juiz federal Darrin Gayles considera que a ação apresenta a mesma falha de uma primeira ação movida também pela equipe de Trump. Na avaliação dele, o processo não cumpre os requisitos mínimos para comprovar que a notícia foi publicada com malícia real. É o fundamento central da decisão em que o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.
“Como o presidente Trump não argumentou de forma plausível que cada réu tenha feito declarações difamatórias com malícia real, cabe indeferir a Ação Corrigida e, como esta é a segunda tentativa do presidente Trump de apresentar este caso, o Tribunal considera que cabe o arquivamento”, afirma a decisão, reproduzida pela reportagem. O trecho registra que, além do indeferimento, o magistrado optou pelo arquivamento do processo.
A ação indeferida é a versão corrigida do processo, apresentada depois da primeira tentativa, também rejeitada pelo mesmo fundamento. A notícia que originou a disputa afirmava que o atual presidente enviou uma mensagem de parabéns de aniversário descrita como obscena ao falecido criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, por ocasião do aniversário de 50 anos dele. É esse o conteúdo jornalístico no centro do caso em que o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.

QUAL É A ORIGEM DA NOTÍCIA DO CARTÃO NO ÁLBUM DE EPSTEIN?
Trump processou inicialmente o jornal em julho, logo após a publicação de uma notícia sobre um álbum de aniversário que Ghislaine Maxwell havia preparado para o aniversário de Epstein em 2003, no qual havia um cartão atribuído a Trump, segundo a reportagem. O álbum reunia mensagens de parabéns preparadas para a data.
Embora o jornal norte-americano não tenha publicado a imagem, os democratas da comissão de supervisão da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a tornaram pública por meio das redes sociais em setembro de 2025. A divulgação pela comissão deu ao cartão uma circulação pública que a própria reportagem do jornal não havia feito.
O presidente pediu 10 bilhões de dólares, mais de 8,5 bilhões de euros, a título de indenização por danos e prejuízos, depois que o jornal fez referência a uma imagem do cartão supostamente enviado a Epstein. Na imagem descrita, aparecia o esboço de uma figura de mulher nua e, abaixo dela, a assinatura do magnata simulando os pelos pubianos, segundo a descrição reunida pela reportagem. Trump e a Casa Branca afirmam que o cartão é falso. É a versão das partes no processo em que o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.
O jornal americano aparece em outra frente recente acompanhada pelo portal, quando o WSJ chama medidas contra Flávio de vingança em editorial sobre o caso do senador brasileiro.
POR QUE JUIZ REJEITA AÇÃO DE TRUMP CONTRA JORNAL POR DIFAMAÇÃO E O QUE FALTA PROVAR, SEGUNDO A DECISÃO?
O ponto decisivo, segundo a decisão, é a ausência de argumentação plausível de que cada réu tenha feito declarações difamatórias com malícia real. Sem esse elemento, na leitura do juiz, a ação não atende aos requisitos mínimos para seguir. É a exigência não cumprida que explica por que o juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.
A decisão trata apenas da viabilidade jurídica do processo de difamação, e não de um julgamento sobre a autenticidade do cartão, ponto em que as posições seguem opostas: o jornal sustenta a notícia publicada, e Trump e a Casa Branca afirmam que o cartão é falso. A reportagem não registra manifestação nova das partes após o arquivamento.
O valor pedido, de 10 bilhões de dólares, colocava o processo entre as maiores ações de difamação já movidas por um presidente americano contra um veículo de imprensa. Com o arquivamento determinado por Gayles, a segunda tentativa da equipe de Trump no mesmo caso se encerra nesta instância, conforme a decisão reproduzida.
A íntegra dos fundamentos está na decisão do juiz federal da Flórida, citada pela reportagem da Jovem Pan News com conteúdo da agência Estadão Conteúdo. O fato documentado pela reportagem é um só: juiz rejeita ação de Trump contra jornal por difamação.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (movimento em frente a tribunal de Nova York durante julgamento de Donald Trump, CC BY 4.0, e retrato oficial presidencial de 2025, domínio público, fotos de arquivo)FONTE: Jovem Pan News, matéria original sobre a decisão do juiz federal da Flórida que rejeitou a ação do presidente contra o Wall Street Journal no caso do cartão atribuído a ele no álbum de Epstein, consultada em 31 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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