RESUMO:
- A Asheville Christian Academy, escola particular cristã na Carolina do Norte, afirmou ao The Christian Post que as acusações feitas contra ela em uma ação civil são “without merit”, expressão em inglês para sem mérito. A instituição declarou que investigou o caso, que pretende se defender vigorosamente pelo processo legal e que não comentará mais o assunto neste momento. É a posição oficial no caso em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave.
- As acusações constam de uma ação civil protocolada em 9 de setembro no Tribunal Superior do Condado de Buncombe, em nome de um ex-aluno de 13 anos, identificado na petição apenas por um pseudônimo. É importante registrar: tudo o que a ação descreve são alegações de uma das partes, ainda não julgadas pela Justiça americana, e a escola as nega de forma expressa.
- Segundo a petição, o ex-aluno teria sido alvo de bullying físico e sexual praticado por colegas após aulas de educação física, em episódios que a ação situa a partir de 2023. A ação alega também a circulação de imagens falsas geradas por inteligência artificial e sustenta que a direção da escola teria sido omissa diante do que foi relatado. Todas essas afirmações são alegações da ação, sem detalhes reproduzidos nesta reportagem.
- A ação pede indenização em valor a ser determinado pela Justiça, acima de US$ 25 mil. A escola, por sua vez, afirmou que a decisão de não comentar mais o caso é uma demonstração de respeito pelos alunos e pelas famílias envolvidas. O contraste entre a alegação e a negativa marca o processo em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave e afirma que se defenderá na Justiça.
A palavra da escola veio primeiro nesta reportagem, porque é a posição dela que define o caso até aqui. Segundo o The Christian Post, a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave apresentadas em uma ação civil nos Estados Unidos, afirma que investigou as alegações e anuncia que se defenderá vigorosamente pelo processo legal, sem novos comentários neste momento.
POR QUE A ESCOLA CRISTÃ DE ASHEVILLE NEGA ACUSAÇÕES DE BULLYING GRAVE?
Em declaração enviada ao The Christian Post na quinta-feira, a escola apresentou sua posição por escrito. “Asheville Christian Academy is aware of the civil Complaint filed against it in Buncombe County. Based upon our investigation, we believe the claims are without merit, and we intend to defend ourselves vigorously through the legal process”, afirmou a instituição. Em tradução livre: a escola tem ciência da ação civil apresentada contra ela no Condado de Buncombe, com base na própria investigação concluiu que as alegações são sem mérito e pretende se defender vigorosamente pelo processo legal. É a íntegra da negativa no caso em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave.
A declaração trouxe ainda o motivo do silêncio a partir de agora. “Out of respect for the students and families involved, we will not comment further at this time”, disse a escola. Em tradução livre: por respeito aos alunos e às famílias envolvidas, a instituição não comentará mais o assunto neste momento. A frase indica que a defesa pública da escola será feita dentro do processo, e não em novas declarações à imprensa.
A Asheville Christian Academy é uma escola particular cristã que atende alunos da educação infantil ao ensino médio, o formato conhecido nos Estados Unidos como K-12. Ela fica em Swannanoa, no Condado de Buncombe, na Carolina do Norte. Casos envolvendo escolas cristãs e a Justiça americana são acompanhados pelo portal em frentes como a do estado de Vermont processado por excluir escolas religiosas, em contexto jurídico distinto. Em Asheville, a disputa é civil e opõe a versão da ação à negativa formal da instituição, no processo em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave.

O QUE A AÇÃO CIVIL ALEGA CONTRA A ESCOLA?
Segundo o The Christian Post, a petição tem 8 páginas e foi protocolada em 9 de setembro no Tribunal Superior do Condado de Buncombe, em nome do ex-aluno, identificado apenas por pseudônimo. A ação acusa os administradores da escola de negligência deliberada e pede indenização em valor não especificado, a ser determinado pela Justiça, acima de US$ 25 mil. São os dados formais da peça que a escola contesta.
A ação alega que o ex-aluno, que segundo a petição tem uma condição médica não revelada, passou a frequentar a escola em agosto de 2023, aos 11 anos, e que teria sofrido bullying físico e sexual por parte de colegas, em situações ligadas ao período após as aulas de educação física. A petição alega também que imagens falsas geradas por inteligência artificial teriam circulado na escola. Esta reportagem não reproduz detalhes das condutas descritas: são alegações da ação, negadas pela escola, no caso em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave.
A petição sustenta ainda que a direção da escola teria deixado de adotar providências diante do que foi relatado pela família, alegação que a instituição rejeita ao afirmar que realizou a própria investigação e concluiu que as acusações não têm mérito. As duas versões são opostas e caberá ao processo judicial americano, com contraditório e produção de provas, examinar cada uma delas.
QUAL É A SITUAÇÃO DO CASO NA JUSTIÇA AMERICANA?
O caso está em fase inicial. Até o momento relatado pelo The Christian Post, há de um lado as alegações da ação civil e, do outro, a negativa formal e pública da escola. Não há decisão judicial sobre o mérito das acusações, e nenhum dos relatos foi reconhecido como fato pela Justiça. É esse o quadro objetivo do processo em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave.
Nos Estados Unidos, ações civis desse tipo tramitam com troca de documentos, depoimentos e audiências antes de qualquer julgamento, e podem terminar em acordo entre as partes ou em decisão do tribunal do condado. A escola já sinalizou o caminho que pretende seguir: defesa vigorosa dentro do processo legal, sem debate público paralelo.
Para as famílias da comunidade escolar, o efeito imediato é o da incerteza: uma acusação grave feita em juízo e uma instituição que a classifica como sem mérito. O portal seguirá acompanhando os desdobramentos oficiais do caso, sempre com as alegações atribuídas a quem as fez e com a posição da escola registrada com o mesmo destaque.
O registro do dia, com as atribuições preservadas, é o do The Christian Post: ação civil protocolada em 9 de setembro, alegações atribuídas à petição, pedido de indenização acima de US$ 25 mil e a declaração da escola de que investigou o caso e considera as acusações sem mérito. É o estado atual do processo em que a escola cristã de Asheville nega acusações de bullying grave e promete se defender vigorosamente.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (prédio da Asheville Christian Academy em Swannanoa, CC BY 4.0, foto de Harrison Keely, capa, e centro de Asheville, na Carolina do Norte, CC BY 4.0, imagem de meio)FONTE: The Christian Post, matéria original sobre a negativa da Asheville Christian Academy às acusações feitas em ação civil nos Estados Unidos, consultada em 30 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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