RESUMO:
- Segundo o The Christian Post, Candace Owens celebra decisão no caso Macron é a reação da podcaster à decisão do juiz Sheldon K. Rennie, da Corte Superior de Delaware, que a excluiu pessoalmente do processo de difamação movido pelo presidente francês Emmanuel Macron e pela esposa, Brigitte Macron.
- O juiz concluiu que a corte não tem jurisdição pessoal sobre Owens, que mora no Tennessee. As duas empresas ligadas a ela, a Candace Owens LLC e a GeorgeTom, Inc., continuam como rés no processo em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
- O tribunal também decidiu que é a lei francesa, e não a de Delaware, que rege o prazo de prescrição do caso: três meses na França, com extensão a um ano só em casos específicos de discurso discriminatório.
- Owens afirmou no X que nunca foi processada por dizer que Brigitte Macron nasceu homem, afirmação dela que os Macron classificam como mentira. A equipe do casal diz que ela ainda responde pelas empresas. É o quadro do episódio em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
A disputa judicial entre o casal presidencial da França e uma das vozes conservadoras mais conhecidas dos Estados Unidos teve uma virada. De acordo com o The Christian Post, Candace Owens celebra decisão no caso Macron depois que o juiz de Delaware a retirou pessoalmente da ação, a decisão comemorada no episódio em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron. As afirmações sobre Brigitte Macron são tratadas aqui como alegações das partes, como o processo as apresenta.
POR QUE CANDACE OWENS CELEBRA DECISÃO NO CASO MACRON EM DELAWARE?
Um juiz de Delaware excluiu a podcaster Candace Owens do processo de difamação movido pelo presidente francês Emmanuel Macron e pela esposa dele, Brigitte Macron, mas manteve duas empresas ligadas a ela como rés, relatou o The Christian Post.
O juiz Sheldon K. Rennie, da Corte Superior de Delaware, decidiu que a corte não tem jurisdição pessoal sobre Owens, que mora no Tennessee. Em termos simples, falta poder legal daquela corte sobre ela.
Os Macron processaram a podcaster e as duas empresas em julho de 2025. Na ação, o casal acusa Owens de espalhar mentiras para aumentar a própria audiência, incluindo as alegações de que Brigitte teria nascido homem e roubado a identidade de outra pessoa, o que o casal nega.
Owens, do podcast Candace, comemorou a exclusão no X e alegou que jornalistas mentiram sobre o caso. É a comemoração registrada no episódio em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
Na publicação, ela escreveu: “I was NEVER being sued for stating that Brigitte Macron was born a male. I was instead being sued for discussing MK Ultra and for allegedly accusing the ‘First Lady’ of theft from her sister”. Em tradução livre: “Eu NUNCA fui processada por afirmar que Brigitte Macron nasceu homem. Eu fui processada, em vez disso, por discutir o MK Ultra e por supostamente acusar a ‘primeira-dama’ de furto contra a irmã dela”.
O QUE O JUIZ DECIDIU SOBRE A LEI FRANCESA E O PRAZO PARA PROCESSAR?
Além da exclusão de Owens, o juiz determinou que é a lei francesa, e não a lei de Delaware, que governa o prazo de prescrição do caso, relatou o Christian Post.
Na França, o prazo de prescrição é de três meses a partir das declarações. O prazo só pode ser estendido a um ano em casos específicos de discurso discriminatório dirigido a raça, religião, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência.
A corte reservou a decisão sobre se vale o limite de três meses ou a extensão de um ano, e instruiu os dois lados a apresentar memoriais complementares defendendo cada posição. É a pendência central deixada pela decisão em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
As acusações contra as duas empresas dela, a Candace Owens LLC e a GeorgeTom, Inc., foram mantidas. A exclusão pessoal não encerra o processo.
O embate político e judicial nos Estados Unidos aparece em outras frentes do portal, como na matéria sobre a deputada democrata Haley Stevens, que apoia o republicano Mike Rogers.

O QUE OS MACRON E OWENS DIZEM SOBRE O MOTIVO REAL DO PROCESSO?
Em nota enviada ao The Christian Post, a equipe jurídica dos Macron afirmou estar satisfeita por ver a corte rejeitar a tentativa de Owens de retirar o caso de Delaware, onde, segundo a nota, as empresas dela continuam publicando e monetizando o que o casal chama de falsidades difamatórias.
A nota acrescenta, sobre a situação pessoal dela: “As for Mrs. Owens personally, we are keeping all options open to ensure that, in addition to the liability she still faces through her companies, she is held accountable personally”. Em tradução livre: “Quanto à senhora Owens pessoalmente, mantemos todas as opções abertas para garantir que, além da responsabilidade que ela ainda enfrenta por meio de suas empresas, ela seja responsabilizada pessoalmente”.
Em uma segunda publicação no X, Owens argumentou que os Macron nunca processaram ninguém por temas ligados a sexo, orientação sexual ou gênero, e que a ação trata de suposta difamação em falas sobre MK Ultra e furto. É a tese que ela repetiu ao comentar o caso em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
A afirmação foi contestada pela advogada Andrea Burkhart, litigante experiente segundo o próprio perfil no X, para quem dizer que Owens não foi processada pela alegação sobre Brigitte é inequivocamente falso.
Owens respondeu que Burkhart se apoiou na página de abertura da queixa emendada de 250 páginas dos Macron, que ela descreveu como um resumo narrativo, e não como uma das 22 acusações formais da ação. A queixa lista as alegações sobre o sexo e a identidade de Brigitte entre as declarações no centro da disputa e cita a série Becoming Brigitte. Segundo a queixa, após a ação de julho de 2025, Owens reafirmou as alegações, lançou nova temporada em setembro de 2025 e vendeu produtos que zombam do casal, conjunto que forma o processo em que Candace Owens celebra decisão no caso Macron.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (a podcaster Candace Owens falando em evento conservador, CC BY-SA 2.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (fachada do Palácio do Eliseu, em Paris, CC BY-SA 3.0, foto de arquivo)FONTE: The Christian Post, matéria original sobre Candace Owens celebrar decisão no caso Macron, consultada em 3 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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