RESUMO:
- O deputado republicano Thomas Massie, do Kentucky, deu um ultimato ao secretário de Guerra Pete Hegseth na noite desta quarta-feira, 4, no episódio em que Massie dá ultimato a Hegseth segundo o Washington Examiner: renúncia ou impeachment.
- Massie afirmou que só não reapresentará os artigos de impeachment se Hegseth renunciar, e disse à CNN que levará a medida adiante na próxima semana, quando a Câmara voltar das midterms.
- O movimento ganhou peso porque líderes republicanos culparam a guerra com o Irã pela derrota histórica do partido na terça-feira, incluindo o vice-presidente JD Vance e o senador Ted Cruz.
- O presidente Donald Trump disse que Hegseth faz um ótimo trabalho, mas fontes disseram à CBS News que ele pergunta a assessores sobre uma possível remoção. É o cenário em que Massie dá ultimato a Hegseth.
A conta da derrota republicana nas eleições de meio de mandato ganhou um destinatário dentro do próprio governo. Na noite desta quarta-feira, em que Massie dá ultimato a Hegseth, o deputado Thomas Massie transformou em ultimato público um plano que já havia anunciado: forçar a votação de artigos de impeachment contra o secretário de Guerra. A condição para recuar, no ato em que Massie dá ultimato a Hegseth, é uma só: a renúncia de Pete Hegseth.
COMO MASSIE DÁ ULTIMATO A HEGSETH APÓS AS MIDTERMS?
O deputado Thomas Massie, republicano do Kentucky, deu ao secretário de Guerra Pete Hegseth um ultimato na noite de quarta-feira, afirmando que o integrante do gabinete pode renunciar ou enfrentar impeachment na reta final do 119º Congresso, segundo o Washington Examiner.
O movimento de Massie não surpreende, registra a matéria, porque ele já havia revelado os planos de forçar uma votação sobre artigos de impeachment contra Hegseth quando a Câmara retornasse após as eleições de meio de mandato. A novidade é o peso político que a ameaça ganhou depois do resultado das urnas.
“There is one contingency in which I won’t reintroduce the articles of impeachment: Hegseth resigns”. Em tradução livre: “Há uma única hipótese em que eu não reapresentarei os artigos de impeachment: Hegseth renuncia”, escreveu Massie no X, depois de dizer à CNN que apresentará a medida na próxima semana, quando a Câmara voltar.
Massie foi derrotado nas primárias por um desafiante apoiado por Trump, segundo o Examiner. Mesmo de saída, ele deve liderar na Câmara o processo de impeachment de Hegseth, e o secretário também tem adversários no Senado, como o senador Thom Tillis, republicano da Carolina do Norte, que está de saída.
O portal acompanha a trajetória de Hegseth em outras coberturas, como na matéria em que Hegseth demite planejador militar por vazamento. Agora, é o próprio secretário quem está no centro da pressão, no episódio em que Massie dá ultimato a Hegseth.
POR QUE REPUBLICANOS CULPAM A GUERRA COM O IRÃ PELA DERROTA?
A ideia do impeachment de Hegseth não é descabida, avalia o Examiner. Nas análises posteriores às eleições de meio de mandato, em que os democratas tomaram o controle das duas casas do Congresso, vários líderes republicanos apontaram a culpa para a guerra com o Irã, incluindo o vice-presidente JD Vance.
“The reason we lost is the war. The president himself said so last night”. Em tradução livre: “A razão de termos perdido é a guerra. O próprio presidente disse isso ontem à noite”, escreveu Vance na manhã de quarta-feira no X, conforme a matéria.
O senador Ted Cruz, republicano do Texas, também apontou para a guerra com o Irã, em especial pelo efeito de alta de custos dentro de casa. No estado de Cruz, o governo estadual e uma cadeira no Senado viraram para os democratas, registra o Examiner.
“The Iran war has dragged on too long”. Em tradução livre: “A guerra com o Irã se arrastou por tempo demais”, disse Cruz. “It should have been brief, decisive, and over”. Em tradução livre: “Deveria ter sido breve, decisiva e encerrada”, completou o senador.
Embora o presidente Donald Trump tenha tomado a decisão final de lançar as operações militares contra Teerã, Hegseth é um alvo natural de responsabilização porque comanda as forças de defesa dos Estados Unidos, analisa a matéria. Republicanos derrotados também podem relutar em confrontar Trump, o que torna mais fácil culpar o secretário de Guerra.
É essa leitura interna do partido que transforma uma ameaça antiga em crise imediata. É o pano de fundo do momento em que Massie dá ultimato a Hegseth.

O QUE TRUMP E OS ALIADOS DIZEM SOBRE O FUTURO DE HEGSETH?
Trump disse na quarta-feira que considera que Hegseth está fazendo um ótimo trabalho, segundo o Examiner. Ao mesmo tempo, fontes disseram à CBS News que o presidente está perguntando a assessores sobre uma possível remoção do secretário.
O presidente já havia advertido os democratas contra um impeachment de Hegseth, defendendo novamente a atuação dele. A defesa pública convive, portanto, com as sondagens privadas relatadas pela CBS News, e o portal registra os dois movimentos exatamente como a fonte os apresenta.
No Senado, os problemas de Thom Tillis com Hegseth vão além da guerra, segundo a matéria. Eles incluem a destituição de generais de alto escalão e a saída do ex-secretário do Exército Dan Driscoll, o que mostra que a oposição ao secretário dentro do partido não nasceu na noite da eleição.
A próxima semana será o primeiro teste prático do ultimato. Com a Câmara de volta, Massie prometeu apresentar a medida, e a reação da liderança republicana vai indicar se o partido pretende proteger o secretário ou aceitar a troca como custo da derrota.
Para Hegseth, a permanência depende de Trump sustentar a defesa pública enquanto o partido discute a guerra que ele comandou.
Até aqui, o fato central segue de pé: há um ultimato formal sobre a mesa do secretário de Guerra. É o desdobramento registrado no dia em que Massie dá ultimato a Hegseth.
O portal vai acompanhar a apresentação dos artigos na Câmara e as manifestações da Casa Branca. É a continuidade do episódio em que Massie dá ultimato a Hegseth.
Até lá, o ultimato segue de pé como o fato central aberto no dia em que Massie dá ultimato a Hegseth.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (deputado Thomas Massie falando e gesticulando, CC BY-SA 2.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (Capitólio dos Estados Unidos, domínio público, foto de arquivo)FONTE: Washington Examiner, matéria original sobre o ultimato do deputado Thomas Massie ao secretário Pete Hegseth após as eleições de meio de mandato, consultada em 4 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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