RESUMO:
- O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Pablo Marçal retire do ar um vídeo com falas sobre religiões de matriz africana, na decisão em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo segundo a Brasil Paralelo.
- O prazo fixado pela Justiça, conforme a fonte, é de 48 horas para ocultar a publicação do perfil no Instagram, com multa de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento.
- A decisão ordena ocultar, e não excluir: segundo a matéria, apagar a publicação configuraria destruição de provas no processo.
- A liminar responde a uma ação da organização Educafro Brasil, que pede R$ 10 milhões de indenização. É o contexto da decisão em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.
Um vídeo publicado no Instagram virou caso de tribunal com prazo, multa diária e uma ordem incomum: tirar do ar sem apagar. Na liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo, em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo, Pablo Marçal tem 48 horas para ocultar a publicação com falas sobre religiões de matriz africana. Se descumprir, segundo a decisão repercutida pela Brasil Paralelo, no processo em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo, a multa é de R$ 50 mil por dia.
POR QUE A JUSTIÇA MANDA MARÇAL OCULTAR VÍDEO DO INSTAGRAM?
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Pablo Marçal retire do ar um vídeo com falas sobre as religiões de matriz africana, segundo a Brasil Paralelo. O prazo dado ao influenciador é de 48 horas para retirar a publicação de seu perfil no Instagram.
Em caso de descumprimento, a decisão prevê multa de R$ 50 mil por dia, conforme a matéria. A assessoria do empresário informou, segundo a fonte, que o vídeo já havia sido arquivado quando o caso foi a público.
A decisão tem um detalhe central: ele não poderá excluir a publicação, apenas ocultar, já que a exclusão configuraria destruição de provas, registra a Brasil Paralelo. Na prática, o conteúdo deve sair da vista do público, mas continuar preservado para o andamento do processo.
A decisão liminar é uma resposta a uma ação movida pela organização Educafro Brasil. Além da retirada do vídeo, a organização pede R$ 10 milhões em indenização, a serem enviados para um fundo público que repasse o valor para projetos de combate ao que a ação classificou como racismo religioso, conforme a fonte.
O portal acompanha disputas judiciais sobre conteúdo publicado em outras frentes, como na matéria em que a Justiça proíbe a Meta de usar conteúdo jornalístico. Desta vez, a ordem recai sobre a conta de um influenciador, na decisão em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.
O QUE MARÇAL DISSE NO VÍDEO SEGUNDO A MATÉRIA?
A publicação que causou polêmica é um corte de uma entrevista ao programa Show do Bacci, do canal BNTV, segundo a Brasil Paralelo. Nela, conforme a transcrição da fonte, Marçal fez declarações sobre praticantes de religiões de matriz africana usando o termo “macumbeiros”.
De acordo com a matéria, ele afirmou conhecer a África e fez comparações entre práticas religiosas de lá e daqui, além de dizer que não teme trabalhos espirituais contra ele. O portal reproduz apenas o necessário para identificar o fato noticiado, com os termos atribuídos à fala dele conforme a fonte.
Ainda segundo a Brasil Paralelo, Marçal afirmou que sua crítica não era à religião em si, mas às pessoas que, nas palavras atribuídas a ele pela fonte, teriam determinado perfil. A distinção foi registrada pela própria matéria como parte da fala do empresário durante a entrevista.
A Brasil Paralelo acrescenta contexto ao episódio: as religiões de matriz africana praticadas no Brasil surgem a partir do sincretismo e têm dados próprios no país. Segundo o censo de 2022 citado pela fonte, aproximadamente 1% da população da Bahia segue essa fé, contra 3,25% no Rio Grande do Sul, o estado com mais adeptos.
Conforme o mesmo censo, a maioria dos praticantes se declara branca, com 42,7% dos adeptos, contra 33,1% de pardos e 17,1% de pretos.
Foi esse conjunto de declarações, transcrito e contextualizado pela fonte, que a ação da Educafro levou ao Judiciário paulista. É o fato gerador do processo em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.

O QUE ACONTECE DEPOIS DO PRAZO DE 48 HORAS DA LIMINAR?
Com a liminar publicada, o relógio da decisão corre em 48 horas para a ocultação do vídeo. A informação da assessoria, de que o vídeo já havia sido arquivado quando o caso foi a público, foi registrada pela Brasil Paralelo e deve ser parte da verificação do cumprimento da ordem.
A multa de R$ 50 mil por dia é o instrumento de pressão da decisão: cada dia de descumprimento aumenta o valor devido. Ao mesmo tempo, a proibição de excluir o conteúdo protege a prova que sustenta a ação da Educafro Brasil.
O pedido de indenização de R$ 10 milhões segue o curso próprio do processo e não se confunde com a liminar. A liminar trata da exibição do vídeo agora; a indenização, que a ação destina a um fundo público para projetos contra o racismo religioso, será decidida no julgamento do mérito, conforme o pedido descrito pela fonte.
Decisões liminares são provisórias por natureza: valem desde logo, mas podem ser revistas no curso do processo. O empresário pode se manifestar e recorrer dentro dos prazos processuais, e o portal registra a decisão exatamente nos termos em que a Brasil Paralelo a reportou.
Para influenciadores, o caso expõe um limite prático: falas republicadas nas próprias redes podem gerar ordens de retirada com multa diária e ações de indenização.
O desfecho imediato depende do cumprimento do prazo e da posição que Marçal adotará no processo. É o ponto atual do caso em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.
O portal vai acompanhar as manifestações da defesa e os próximos passos do Tribunal de Justiça de São Paulo. É a continuidade da cobertura da decisão em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.
Até lá, o prazo de 48 horas segue correndo no processo em que a Justiça manda Marçal ocultar vídeo.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (Pablo Marçal em entrevista, CC BY 3.0, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (martelo de juiz em tribunal, CC0, foto de arquivo)FONTE: Brasil Paralelo, matéria original sobre a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que mandou Pablo Marçal ocultar vídeo com falas sobre religiões de matriz africana, consultada em 4 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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