RESUMO:
- O vice-presidente JD Vance acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de estar errado em tudo sobre a guerra do Irã, no episódio em que Vance critica Netanyahu em privado, segundo relatos divulgados pela imprensa americana e registrados pela Fox News.
- Depois que os republicanos perderam o controle das duas casas do Congresso nas eleições de meio de mandato de terça-feira, Vance culpou publicamente a guerra pela derrota e defendeu um acordo negociado em vez de novos ataques.
- Analistas ouvidos pela fonte leem o movimento como posicionamento para a eleição presidencial de 2028: Vance se distancia da guerra criticando Netanyahu, sem atacar o presidente Donald Trump.
- Vance lidera um grupo de autoridades que pressiona Trump a negociar o fim do conflito e chegou a enviar uma carta a uma autoridade iraniana propondo novas conversas de paz. É a estratégia por trás do episódio em que Vance critica Netanyahu em privado.
A crítica foi feita longe dos microfones, mas chegou às manchetes. Segundo relatos publicados pela imprensa americana, no episódio em que Vance critica Netanyahu em privado, o vice-presidente JD Vance afirmou que Benjamin Netanyahu estava errado em tudo a respeito da guerra do Irã. A revelação, registrada pela Fox News, expõe a divisão dentro do governo Trump e alimenta a leitura de que Vance já se posiciona para 2028, no processo em que Vance critica Netanyahu em privado.
O QUE VANCE DISSE SOBRE A DERROTA REPUBLICANA?
O atrito veio a público depois das eleições de meio de mandato de terça-feira, nas quais os republicanos perderam o controle das duas casas do Congresso, segundo a Fox News.
Na quarta-feira, Vance escreveu no X uma avaliação direta da derrota. “The reason we lost is the war”, afirmou o vice-presidente. Em tradução livre: o motivo de termos perdido é a guerra.
Na mesma linha, Vance defendeu publicamente que o presidente Donald Trump busque um acordo negociado para encerrar o conflito, em vez de autorizar uma nova rodada de ataques militares contra o Irã.
A posição não é isolada dentro do governo. Segundo os relatos, Vance lidera uma ala de autoridades graduadas que vinha alertando Trump de que a guerra, impopular entre os eleitores, poderia custar aos republicanos o controle do Congresso.
Uma pesquisa citada pela fonte indica que cerca de seis em cada dez eleitores consideraram errada a decisão de agir militarmente contra o Irã. É o pano de fundo eleitoral do episódio em que Vance critica Netanyahu em privado.
POR QUE NETANYAHU VIROU O ALVO DAS CRÍTICAS?
Netanyahu havia pressionado Trump a retomar os ataques contra o Irã antes das eleições de meio de mandato, mas o presidente conteve a ofensiva depois de declarar apoio à reeleição do premiê em Israel, segundo a Fox News.
A principal preocupação de Vance, segundo o analista Natan Sachs, do Middle East Institute, era o plano de mudança de regime apresentado por Netanyahu a Trump. Sachs observou que uma campanha aérea pode ter o efeito contrário e fortalecer o regime iraniano.
“Low-level hostility between Vance and Netanyahu is beneficial for Vance”, disse Sachs à Fox News Digital. Em tradução livre: uma hostilidade de baixa intensidade entre Vance e Netanyahu é benéfica para Vance.
Para o analista, o atrito permite que Vance se distancie de um governo que sofreu uma derrota eleitoral pesada e se posicione de forma diferente do próprio Trump, sem atacar o presidente. Vance também não declarou apoio à reeleição de Netanyahu e criticou autoridades israelenses contrárias ao fim da guerra.
O portal acompanha a situação política do premiê israelense, como na matéria sobre a disputa de coalizão que Netanyahu enfrenta em Israel. Desta vez, a pressão vem de dentro da Casa Branca, no episódio em que Vance critica Netanyahu em privado.

VANCE CRITICA NETANYAHU EM PRIVADO: O MOVIMENTO É SOBRE 2028?
Para Sachs, o momento da revelação é parte da explicação. Segundo ele, por volta da meia-noite de quarta-feira começou a próxima campanha presidencial dos Estados Unidos, e Vance tenta se posicionar nela criticando a guerra e Netanyahu, nunca Trump.
Ao mesmo tempo, o vice-presidente atua na frente diplomática. No mês passado, ele enviou uma carta, por intermediários do Catar, a Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, propondo a retomada das negociações de paz.
Segundo a imprensa americana, a carta afirmava que qualquer negociação para evitar novos ataques americanos precisa tratar do programa nuclear iraniano. Uma autoridade dos Estados Unidos disse que Trump apoiou a iniciativa, e Rezaei confirmou o recebimento, mas afirmou que ainda não respondeu.
A Casa Branca avalia agora três caminhos: retomar ataques de grande escala contra o Irã, manter a pressão econômica e naval ou buscar um acordo negociado. Na quinta-feira, a imprensa registrou que Teerã apresentou uma proposta nuclear formal por meio do Catar, condicionando novas conversas a sete demandas.
O equilíbrio de Vance é delicado: ele se apresenta como contrário à guerra, mas é o vice-presidente do governo que a conduziu, como observou Sachs. É a tensão central do episódio em que Vance critica Netanyahu em privado.
O portal registra o caso com as atribuições da fonte e seguirá acompanhando os próximos passos da Casa Branca. O episódio em que Vance critica Netanyahu em privado pode ser lido, ao mesmo tempo, como bastidor de guerra e como primeiro lance da sucessão de 2028.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (retrato oficial do vice-presidente JD Vance, domínio público, foto de arquivo) e Wikimedia Commons (primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em fevereiro de 2023, CC BY-SA 3.0, foto de arquivo)FONTE: Fox News, matéria original sobre as críticas privadas de JD Vance a Netanyahu e a divisão no governo Trump sobre a guerra do Irã, consultada em 6 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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