RESUMO:
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou nesta quinta-feira, 5, que pode ampliar a ofensiva contra o Irã, no episódio em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã, segundo O Antagonista.
- Em conversa com jornalistas no Salão Oval, Trump afirmou que o Irã não fará nada em seu programa nuclear sem a aprovação dos Estados Unidos.
- A declaração veio um dia depois de o presidente relacionar a guerra à perda da maioria republicana na Câmara e no Senado nas eleições de meio de mandato.
- Pesquisa Reuters/Ipsos mostrou que 55% dos eleitores disseram que a guerra não valeu o custo. É o contexto eleitoral do momento em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.
Um dia depois de culpar a guerra pela derrota republicana nas eleições de meio de mandato, o presidente americano voltou a falar em ampliar a ofensiva. Nesta quinta-feira, 5, no Salão Oval, o episódio em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã aconteceu em resposta a perguntas sobre propostas apresentadas por mediadores ao governo iraniano. É a nova escalada verbal do conflito em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.
O QUE TRUMP DISSE NO SALÃO OVAL SOBRE O IRÃ?
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou nesta quinta-feira, 5, que pode ampliar a ofensiva contra o Irã, em conversa com jornalistas no Salão Oval da Casa Branca, segundo O Antagonista.
Trump disse que o Irã não fará nada em seu programa nuclear sem a aprovação dos Estados Unidos. A afirmação foi feita quando ele era questionado sobre propostas apresentadas ao governo iraniano por mediadores.
Sobre a possibilidade de novos ataques, o presidente declarou: “Eu preferiria não destruir o resto do país, se possível, mas talvez eu tenha que fazê-lo. Vocês saberão em breve”, conforme a fonte.
A frase foi dita no dia seguinte às eleições de meio de mandato, nas quais os republicanos perderam a maioria na Câmara e no Senado, resultado que a imprensa americana chamou de onda azul, em referência à cor do Partido Democrata.
A sequência da semana foi rápida: na quarta-feira, o presidente defendeu a guerra ao comentar o resultado das urnas; na quinta-feira, ao ser perguntado sobre os próximos passos, deixou aberta a possibilidade de novos ataques contra o que chamou de resto do país.
O portal acompanha a tensão entre Washington e Teerã em outras coberturas, como a do alerta de Israel sobre planos do Irã envolvendo armas químicas. Desta vez, a ameaça partiu do próprio presidente, no episódio em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.
COMO A GUERRA PESOU NA DERROTA REPUBLICANA?
Na quarta-feira, 4, Trump já havia relacionado o conflito ao resultado eleitoral. Perguntado se o ataque ao Irã valeu a pena, ele respondeu que sim e defendeu a ação militar.
“Bem, não há escolha… Tem que ser feito. Não se pode deixar o Irã ter uma arma nuclear, ou tudo o que vocês veem aqui pode, um dia, deixar de existir”, afirmou o presidente, segundo a fonte.
O presidente sustenta que a ação militar era necessária para impedir o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã. Depois dos primeiros bombardeios, ele chegou a dizer que a guerra terminaria em pouco tempo.
A ofensiva foi lançada por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro. Desde então, os preços dos combustíveis e das passagens aéreas subiram, assim como a inflação geral, registra a matéria.
Na narrativa do próprio presidente registrada pela fonte, não havia alternativa à ofensiva: permitir uma arma nuclear iraniana colocaria em risco tudo o que existe nos Estados Unidos, argumento que ele repetiu ao comentar a derrota eleitoral.
Fontes do Pentágono estimam que o conflito consumiu até US$ 100 bilhões dos cofres americanos, cerca de R$ 508 bilhões. É o tamanho da conta citada no debate em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.

TRUMP AMEAÇA DESTRUIR O RESTO DO IRÃ: O QUE MOSTRAM AS PESQUISAS COM ELEITORES?
Pesquisa Reuters/Ipsos feita na véspera das eleições mostrou que 48% dos eleitores consideravam o custo de vida a principal questão na hora de votar, segundo O Antagonista.
Sobre a guerra, 55% dos entrevistados disseram que ela não valeu o custo. Outros 25% afirmaram o contrário, e 18% não souberam responder à pergunta dos pesquisadores.
Após meses de declarações contraditórias e de um cessar-fogo que fracassou, os combates continuam, agora em menor intensidade, registra a fonte ao descrever o estágio atual do conflito.
O resultado das urnas, com a perda das duas casas do Congresso, é o pano de fundo político imediato da declaração. Foi o próprio Trump quem fez a ligação entre o conflito e a derrota republicana, na véspera da nova ameaça.
O portal registra as falas do presidente com a atribuição da fonte, sem ampliar o alcance das declarações. A ameaça foi feita a jornalistas no Salão Oval, no episódio em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.
Resta saber se a fala é pressão sobre os mediadores ou anúncio de uma nova fase da ofensiva. A resposta, nas palavras do próprio presidente, virá em breve, no impasse em que o Trump ameaça destruir o resto do Irã.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Wikimedia Commons (presidente Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca, domínio público, foto oficial) e Wikimedia Commons (vista de Teerã, capital do Irã, CC BY 2.0, foto de arquivo)FONTE: O Antagonista, matéria original sobre a declaração de Trump sobre o Irã, consultada em 5 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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